Fala Produtor

  • Luiz de Santana Junior Aracaju - SE 01/08/2016 17:08

    Que venha logo a La Niña, porque o el niño nos fez amargar periodo de poucas chuvas nestes últimos cinco anos aqui na nossa região de agreste do nordeste brasileiro.

    4
    • Crizemberg Sousa Canindé - CE

      Temos que tbm olhar

      As condições do atlantico

      Pq ouvi dizer quando tem chuva D+ no nordeste é pq o oceano atlantico estar mais aquecido do que o normal e contribui para

      As frentes frias e ventos

      E até o deslocamento da ZCIT ate o interior nordestino

      0
    • Enya Roux

      Tudo será definido pelas geleiras da Antártida.., o derretimento tem aumentado nos últimos 20 anos e neste momento triplico! O planeta Terra está mudando e os trópicos também, radicalmente. O derretimento está acelerado, e Antártida perde 2,7 trilhões de toneladas de gelo nos ultimos 25 anos... Com ajuda de satélites, cientistas fizeram um levantamento da massa do manto de gelo antártico no período de 1992 a 2017 e divulgaram novos números na publicação acadêmica 'Nature'. (BBC) ...

      0
  • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 01/08/2016 15:31

    Estimados João Batista Olivi e Carla Mendes, a qualidade do Noticias Agrícolas é crescente.

    Quero deixar o registro da satisfação que tenho de observar a evolução profissional da Carlinha Mendes.

    Ela está falando com muita propriedade e posso dizer que em matéria de entendimento do Mercado, ela já está dando um verdadeiro baile em muitos Corretores experientes que influenciam decisões importantes dos Produtores.

    É certo que a Missão do Noticias Agrícolas não é "Comercial".

    Entendo que seja a de incrementar o conhecimento, de instigar discussões e de se buscar a melhoria do setor.

    A decisão será sempre do Produtor, assim como o seu Lucro ou Prejuízo.

    Vejo que a postura de recomendar e/ou de sugerir caminhos é muito importante.

    A tão propalada isenção de alguns Analistas me soa como "Bundamolice".

    É fácil ser Analista do passado, difícil é interpretar uma tendência e expor abertamente uma Visão.

    O Mercado deve amadurecer.

    A Agricultura não é atividade para "Maricas" e nem para "Maria vai com as Outras", mas sim de Homens e Mulheres de Decisão, que tem no Lucro o Prêmio Sagrado pelos seus esforços, que são conscientes dos Riscos da atividade e, fundamentalmente, que assumem a responsabilidade pelos prejuízos derivados ou não de suas ações.

    Saúdo a tomada de posição do Noticias Agrícolas.

    1
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Infelizmente ando de bolsos vazios, mas penso algum dia em presenteá-la com uma caneta à sua altura... Carla, seja paciente, não sei se consigo, mas tenho a intenção !!

      0
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      He! He! (risos). De longa data, acompanho seus comentários e, ela sempre aparece empunhando uma (simples) caneta Bic...

      0
    • carlo meloni sao paulo - SP

      NEM ACABARAM DE ELOGIA-LA, QUE LOGO EM SEGUIDA FOI ESCULHAMBADA------A COTAÇAO SOBE E DESCE DE UM DIA PARA OUTRO---

      A CARLA ENTAO E' A ULTIMA QUE FALA E A PRIMEIRA QUE APANHA---

      0
    • carlo meloni sao paulo - SP

      VIU !!!!! A ULTIMA QUE FALA E A PRIMEIRA QUE APANHA---

      0
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      O QUE É O MERCADO DE COMMODITIES ?? É UM MERCADO DE CONCORRÊNCIA PERFEITA ?... UM OLIGOPÓLIO ?... UM MONOPÓLIO ? Em qual das definições que se encaixa? Sabe-se que os negócios em Bm&f gira em contratos um volume 8X maior que a produção física mundial dessas commodities, veja, que não é mais um mercado físico, mas um mercado financeiro e, esse senhores está longe de atender as vontades dos produtores. Quando essa moça do NA, CARLA MENDES, que se preparou intelectualmente para ler e interpretar os gráficos e tabelas que as diversas Bolsas disponibilizam a cada instante, ela está informando numa linguagem acessível aos internautas do NA o que os gráficos e tabelas mostram. Eu nunca escutei ela dizer que: A soja vai subir (ou abaixar) porque QUERO !!! .... LANÇO UM DESAFIO AO Sr. JOÃO BATISTA: Já escutei do mesmo que o importante é a comunicação, onde existe o dialogo... O NA disponibiliza os gráficos da Bm&f e CBOT de uma commodity e, os produtores fazem suas analises, através de mensagens, ou seja, fica gravado e, depois de 48 horas a CARLA MENDES vem fazer suas considerações sobre o que foi escrito. ESTÁ LANÇADO O DESAFIO !!! .... "E VAMOS EM FRENTE " ! ! ! ....

      1
    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Meloni....as coisas boas devemos aplaudir veja um exemplo...cito o Joao Batista..ninguém defende a classe rural como ele o FAZ..mas quando erra temos que dizer...criticar e é desta forma que vivemos democraticamente...te dou um exemplo quanto se deixa o sino bater de um lado só..se o PT tivesse ouvido o outro lado do sino teria enterrado o país e vivendo uma situação ruim como temos!!!!!claro que Não...DEVEMOS SER LEAIS..CORRETOS..E DAR NOSSA POSIÇÃO COM ARGUMENTOS E NÃO SER PUCHA SACO ENGOLINDO AS COISAS ERRADAS..

      3
    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      CARO RENSI..diploma não encurta a RETCHA de ninguém e muito menos preparo intelectual ser sinônimo de competencia...alías quanto mais preparo intelectual mais ideologia e menos realidade de pé no chão...salvo raras ecxeções

      5
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Caro Dalzir, concordo com você em gênero, número e grau quando você diz: ... alías quanto mais preparo intelectual mais ideologia e menos realidade de pé no chão...salvo raras ecxeções... Lancei esse desafio ao Sr. João Batista, pois os produtores vão ler os gráficos e tabelas com a "realidade de pé no chão" e, a Carla Mendes irá comentar com seu preparo intelectual. Vamos ver como fica essa "paella"!!!

      2
  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:53

    Não creio que haja nenhum problema de interpretação de ninguém quanto a queda na obrigatoriedade do seguro rural, como foi explicado no informe da aprosoja que é bem claro, o que esta parecendo é que deram um jeito de continuar impondo esse absurdo ao bolso do produtor...

    INFORME TÉCNICO APROSOJA Nº 121/2016 (30 de Maio de 2016)

    Queda da Obrigatoriedade do Seguro Rural --

    A Aprosoja informa a seus associados que houve alterações na contratação de seguro rural, razão pela qual a Aprosoja edita o presente informe técnico visando orientar e explicar as mudanças existentes. Vale destacar que há alguns anos a Aprosoja reivindica a queda da obrigatoriedade do seguro rural para a contratação de crédito por agricultores. Leia este informe e fique por dentro de mais uma conquista histórica para os produtores rurais.

    O que ocorreu?

    O Plenário do Congresso Nacional derrubou em 24/05/2016 o veto da Presidência da República a duas emendas à Medida Provisória 682/2015, que altera as Leis nº 4.829, de 5 de novembro de 1965 e 10.823, de 19 de dezembro de 2003.

    O que muda na prática para o produtor

    Primeiro Ponto. O governo não pode mais obrigar ou vincular a contratação de seguro rural para operações de crédito de custeio, porque isso passou a ser proibido pelo parágráfo 5º do artigo 1º da lei 10.823/2003, que passou a vigorar com a seguinte redação:

    "Art. 1o Fica o Poder Executivo autorizado a conceder subvenção econômica em percentual ou valor do prêmio do seguro rural, na forma estabelecida em ato específico.

    (...)

    § 6º O poder público não poderá exigir a contratação de seguro rural como condição para acesso ao crédito de custeio agropecuário."

    Isso reforça o posicionamento de que o produtor não pode ser obrigado a contratar seguro atrelado ao crédito rural conforme já diz o Código de Defesa do Consumidor em seu artigo 39, parágrafo 1º:

    "Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:

    I - condicionar o fornecimento de produto ou de serviço ao fornecimento de outro produto ou serviço, bem como, sem justa causa, a limites quantitativos;

    Portanto, produtor, você não é obrigado a contratar o seguro rural se não quiser. Qualquer vinculação da contratação de seguro como requisito para liberação dos recursos de custeio deve ser informada aos órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, e Ouvidoria do agente bancário, além de entidades de classe, como Aprosoja, para que haja denúncia aos órgãos competentes.

    Segundo Ponto. Os agentes bancários passaram a ser obrigados, na contratação de seguro rural, a:

    1 ? oferecer, no mínimo, duas apólices de seguro rural ao produtor;

    2 ? essas apólices têm que ser de seguradoras diferentes;

    3 ? dessas seguradoras que ofereceram o seguro rural, pelo menos uma delas não pode ser seguradora ligada diretamente ao agente bancário (ou do mesmo grupo econômico);

    4 - fazer constar de seus contratos ou cédulas documento que comprove que foi oferecido ao produtor mais de uma opção de seguro.

    Além disso, o agente bancário passa a ser obrigado a aceitar que o produtor, que assim quiser, contrate seguro rural com seguradora ou mesmo corretor de seguros que não seja ligado ao agente bancário.

    Com isso, agricultor, é importante que você, além dessas mudanças acima descritas, tome os seguintes cuidados quando da contratação do crédito rural:

    1 ? Mantenha seus cadastros bancários atualizados junto aos bancos, para que não seja pego de surpresa com alguma pendência em seu nome ou falta de documento no momento de liberação do crédito rural;

    2 ? Leia atentamente todos os contratos que for firmar, solicitando por e-mail do gerente informações quanto ao seguro quanto:

    2.1 ? o nível de cobertura do seguro contratado;

    2.2 ? quais são as condições que o seguro não irá cobrir perdas (as chamadas cláusulas excludentes)

    2.3 ? qual o mínimo de perda para que o seguro seja acionado;

    3 ? Observe que há inúmeros tipos de seguros rurais. Uns cobrem apenas o risco climático, outros integram risco climático e risco econômico. Avalie qual melhor se encaixa na sua necessidade, tirando todas as dúvidas, se possível, por e-mail com aquele que está lhe vendendo o produto.

    4 ? Não assine nenhum documento ou declaração com a qual não concorde.

    Para ver os vetos citados neste informe técnico e que foram derrubados, clique aqui.

    Em caso de dúvidas, entre em contato com a Aprosoja.

    http://emkt.aprosoja.com.br/emkt/tracer/?1,3290208,c8c04ee6,65c6

    2
    • Pedro Loyola Curitiba - PR

      Falem com o Fabricio Rosa e Frederico da Aprosoja. Leia o MCR 3-2-3 " 2 - A garantia de crédito rural pode constituir-se de: (Res 3.239; Res 3.556 art 11 I; Res 3.738 art 1º)

      a) penhor agrícola, pecuário, mercantil, florestal e cedular; (Res 3.239; Res 3.649 art 1º)

      b) alienação fiduciária; (Res 3.239)

      c) hipoteca comum ou cedular; (Res 3.239)

      d) aval ou fiança; (Res 3.239)

      e) seguro rural ou do amparo do Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro); (Res 3.239; Res 3.556 art 11 I)

      f) proteção de preço futuro da commodity agropecuária, inclusive por meio de penhor de direitos, contratual ou cedular; (Res 3.738 art 1º)

      g) outras que o Conselho Monetário Nacional admitir. (Res 3.239; Res 3.738 art 1º)" Nessa normativa não foi mexida. O que caiu foi a obrigatoriedade de em TODAS as operações de crédito rural, caiu o que estava em vigor para 1. de julho, que o PODER PÚBLICO não poderá cobrar dos bancos a obrigatoriedade de seguro em custeios; AGORA, os bancos tem a opção de exigir o seguro do produtor, conforme o MCR 2-3-2, que eu como disse na entrevista, NÃO FOI ALTERADO. Assim, pode o banco exigir ou não seguro. Diferente de antes, que era obrigatório para todos.

      0
    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Ok, Obrigado Senhor Pedro. Na pratica fica na mesma, pois o banco vai continuar condicionando a liberação de custeio a contratação desses "produtos" inuteis do ponto de vista tecnico ao produtor, pois não asseguram produção alguma.

      Como já disse em outra ocasiões, o meu seguro atual do BB cobre uma produtividade de 30 sacas por ha. Nos ultimos 16 anos a pior produtividade que tive em ano com problema climático foi de 32 sacas, ou seja, 2 sacas acima do teto de cobertura.

      O negocio é fugir da estatais e paraestatais que só fazem por confiscar nossos recursos através de diferentes formas de impostos.

      0
    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Guilherme, imagino sua indignação... Ocorre que vivenciamos uma sociedade fabiana e, as mudanças necessárias são proteladas. Quanto a esse banco oficial (BB), de longa data o seu "status quo" é obtido através de regras socialistas. Os mencheviques modernos, infiltrados no Estado e suas instituições, entendem ser muito melhor manter a propriedade privada e os sistemas de preços, mas mantêm os empresários e uma truncada economia de mercado sob controle total, regulando, tributando, submetendo todos os empreendedores às ordens do Estado. Todas essas leis, resoluções, portarias e, tantas outras "porcarias", levam-nos à submissão que é o inicio do caminho à SERVIDÃO !!!

      0
  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:35

    Minha apólice é de julho de 2015, contratada compulsoriamente dentro do banco do Brasil, o gerente me garantiu que teria subvenção para meu caso, gerente que ja foi transferido para outra agencia também... Tinha que acabar esse obrigatoriedade de seguro agrícola definitivamente, já que no meu caso eu dou bens em garantia para fazer o custeio.

    0
  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:25

    No final o negocio é fugir de banco (estelionato oficial), procurar o mercado para custear os insumos, sai muito mais em conta.

    O seguro agrícola no Brasil continua sendo uma piada de mau gosto..., se é obrigado não é bom! abaixo postei as noticias sobre o seguro rural onde o congresso derrubou o veto da terrorista na lei que obrigava a contratação de seguro rural.

    Pelo visto sempre dão um jeito de impor (imposto) sobre nós custos extras sem beneficio algum.

    0
  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:20

    Acaba obrigatoriedade de Seguro Rural:

    http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-agricola/174139-acaba-obrigatoriedade-de-seguro-rural.html#.V5-ErjUwCDm

    0
  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 01/08/2016 14:16

    a Lei diz que seguro rural não pode ser condição para liberação de financiamento:

    http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/politica-agricola/175662-lei-diz-que-seguro-rural-nao-pode-ser-condicao-para-liberacao-de-financiamento.html#.V5-DvTUwCDl

    0
  • miguel moura abdalla piraju - SP 01/08/2016 13:18

    CAFÉ: Caro produtor miserável (por falta de políticas publicas) e defensores do setor... Com um ano totalmente complicado (pela falta de estoque) e uma safra menor do que esperado (na faixa de 47 milhões de sacas), só nos resta a não vender o café que estamos colhendo pois o estoque interno não suporta 20 dias de desaforo dos produtores... Sejam forte por uns dias...

    0
  • Angelo Miquelão Filho Apucarana - PR 01/08/2016 10:35

    O famigerado seguro agrícola só vai fazer sentido quando realmente cobrir os interesses dos produtores, e não apenas os das instituições financeiras, cooperativas e lojas de insumos! Será que é tão difícil fazer ou entender, que o agricultor precisa sobreviver da renda de suas lavouras? Precisamos de um seguro de renda que possa garantir a nossa continuidade na agricultura, pois qualquer outro sistema que ignore isso não é digno de ser contratado! Pagamos as contas, e dai, ficamos a pão e água? Cadê a bancada ruralista, cadê o pessoal da confederação, estão de férias com nosso dinheiro?

    0
    • Valdomiro Rodante Junior Porangatu - GO

      Vivi isto na pele este ano, pois a nossa região a perca foi enirme com a falta de chuva, e para completar o governo não pagou a subvensão , tive que pagar com juros e correção , nenhuma entidade vai atras para nos defender , o governo promete e não cumpre..., sabe que não temos representação , por isso que não pagam o que é prometido( subvensão)

      0
  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 01/08/2016 09:36

    Este pisca-pisca da bolsa não é normal... Amanhã cai depois sobe... alguém está ganhando com isto... Antigamente o mercado tinha mais credibilidade... Os Departamentos do Governo eram sérios e transmitiam seriedade... Hoje o sujeito vê a corrupção campeando, complô de toda especie aproveita da situação... Cadê um levantamento sério dos estragos causados pela geada??? Outro dia saiu um texto aqui mesmo dizendo que o frio não prejudicou a produção do Triangulo Mineiro... Ora, primeiro que não foi frio e sim geada e a produção que vai ser prejudicada será a do ano que vem... Quer dizer, uma notícia tendenciosa publicada aqui mesmo neste Site que se diz pro produtor rural... Em tempos normais o café com estas intempéries porque está passando já deveria com os preços muito elevados...pena o café não falar inglês como a soja, porque esta sim segue verdadeiramente aquela lei que infelizmente não esta sendo aplicada no café...

    0
  • Mateus Lopes Camacho - MG 01/08/2016 09:20

    Será que o café vai subir acima R$ 500 a saca esse ano??!!.

    1
  • Paulo Roberto Nicola Santiago - RS 01/08/2016 08:40

    A soja e o custo de produção -- Para a maioria dos produtores passou "a lo largo" a hora fixar os custos da lavoura para a próxima safra e garantir um resultado satisfatório. Certamente os mais capitalizados já o fizeram.

    Hoje no RS, para quem produz soja com média similar a média do estado, aferida nos três últimos anos (47,32 sc/ha), e pagam um arrendamento equivalente a 12sc/há ao ano, o custo para produzir um saco de soja é de R$ 70,39.

    ?O preço estabelecido pela Agropan (Cooperativa Agrícola de Tupanciretã) para contratos futuros - maio de 2017, é de R$ 80,00/sc de soja, o que resulta para o pequeno e médio produtor um lucro bruto 13,65% sobre o faturamento. Historicamente foi de 27%, o dobro da lucratividade de hoje.

    Hoje o PAB, índice que serve de referência ao preço da soja, indica uma sobrevalorização de 6% no preço atual. A tendência da soja é recuar e estabilizar-se em R$ 74,26/sc. Para um custo de R$ 70,39? Complicado.

    Com a redução na margem de lucro, mais do que nunca deveremos estar atentos à venda de nossa produção. Perspectivas de redução de estoques elevam significativamente o preço por algum período. É onde uma boa gestão pode identificar esses momentos e melhorar a lucratividade.

    Preocupam as previsões que indicam precipitações de chuva abaixo da média para a próxima safra. Baixa lucratividade e alto risco não deveriam andar juntos, ainda mais na agricultura.

    ?Outro fator a ser levado a sério em época de vacas magras é o custo de subutilização do maquinário. Em áreas plantadas menores de 400 ha, o custo por hectare vai aumentando significativamente. Custo invisível, pesado demais para atividades de baixa lucratividade. Que o digam os profissionais da indústria. É o pesadelo em épocas de crise.

    Na média a soja sempre foi uma atividade excepcionalmente lucrativa e certamente continuara a ser lucrativa, porém com margens bem menores, mas para tanto se faz necessário uma gestão financeira um pouco mais técnica e um pouco menos intuitiva.

    Mais do que nunca uma rotina bem definida para a aquisição de insumos e para a comercialização da safra se faz necessário.

    Grandes mudanças na economia exigem grandes mudanças na gestão financeira e uma reavaliação de procedimentos. Houve épocas em que a paridade entre o saco de adubo e o saco de soja determinava o momento ideal para a compra desse insumo. Foram épocas em que os fungicidas, mão de obra com seus encargos e os juros altos não representavam tanto no custo da lavoura.

    É, foram grandes as mudanças...

    A planilha com os custos e o índice PAB se encontram no site do autor.

    1
  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 01/08/2016 07:33

    O problema do Trigo (que é de décadas, e a EMBRAPA tão propalada e nada resolveu até hoje) não é durante a fase vegetativa e na fase final de floração e formação dos grãos... motivadas por geadas.. e chuvas em excesso que provocam doenças fúngicas que afetam a produtividade e a qualidade dos grãos... conheço isto desde ontem... ontem foi em 1975.. e a embrapa fez o que durante estes anos todos?? ..nada.. nada e nada.. e olha que a conta trigo pesa na balança comercial brasileira...

    3
  • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 01/08/2016 07:28

    A tal demanda no primeiro dia útil do mes..se escafedeu..mudou..parem de chutar..parem de viajar na maionese...é histórico(salvo algumas exceções)sobe nos últimos dias..os fundos fecham seus balancetes e cai..é so prestar atenção..

    6
    • Dalzir Vitoria Uberlândia - MG

      Fiz este comentario as 7,28 da manhã...olhem a despencada neste momento...dias atraz teve um gaucho de Passo Fundo que me chamou de adivinho...e acertou...adivinho mesmo e principalmente quando afirmo que os tais analistas chutadores e jornalistas neófitos e principiantes falem que na quinta e na sexta subiu pela DEMANDA...agora inventam outras desculpas esfarrapadas pela queda...sinal que os porquinho as galinha e os boizinho entraram em greve de fome hoje..e a demanda despencou !!!!!!!!!!acordem..

      2
  • Lindalvo José Teixeira Marialva - PR 31/07/2016 13:46

    Nosso tempo, nosso clima..., esse é o maior inimigo da produção de alimentos... Respeitar e ser respeitado, quem zela tem sempre... Temos que aprender a estocar água, tanto no solo como nas represas..., água que vai, não volta... Tem produtor plantando de morro abaixo, assim, além da água, vai embora o solo, o adubo, vai tudo..., absurdo? pastagens, quantas tem conservação de solo??? Energia solar para irrigação??? Centro do Brasil tem sol o ano inteiro. Estamos gastando óleo diesel para tocar sistema de irrigação. Tem muita coisa para melhorar, somos amadores em sustentabilidade. Bom, de uma coisa não podemos reclamar, nossa terra é boa e nossa gente melhor ainda. Análise???

    0
    • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO

      Falei em um dos meus comentários no dia 30 a situação da Bahia e do Tocantins, sobre falta dágua em suas represas e rios, a situação é preocupante Lindalvo, que é o mesmo que você está se referindo, nós mesmos estamos destruindo nossas reservas de água, sabe porque? Vou falar o que vejo em meu estado, tenho visto aqui no sul do estado de Tocantins, várias represas sem mata ciliares e sem APP, e as mesmas estão secando, vejo os solos totalmente sem palha e com pactados , não tem reserva de água nem nos solos e nem nas represas e rios, a fazenda que arrendo e moro atualmente tem uma represa de + ou - 10 há de lâmina dágua, mas em seu redor e em sua nascente existe mais de 50 há de mata, até agora com mais de 3 meses de seca intensa e ela está saindo água em seu canal de escoamento de excesso, isso mostra que podemos ser produtores, não só de alimentos mas também produtores de água..., o nosso solo por si só já é uma caixa dágua natural, mas precisa ser descompactado, e também plantar palhas, são solos degradados e de vários anos de pastagem sem renovações, podemos mudar tudo isso , temos que nos concientizar deste grave problema, falta de água, só depende de nós mesmos, pense nisso com muito carinho, depende da vontade de cada um dos produtores é o nosso futuro que está em jogo...!

      1
    • geraldo emanuel prizon Coromandel - MG

      Estocar água, esse é o grande problema em Minas... Não se consegue licença para se fazer barragem em Minas, pois em sua grande maioria as represas estariam em áreas de veredas. É uma legislação burra, pois onde se pode observar, as barragens construídas em veredas não afetam o ecossistema, ao contrário, em seu entorno a fauna e a flora são exuberantes. As barragens existentes são antigas, boa parte delas não seriam construídas hoje devido a esse problema. Aqui temos que literalmente observar as águas correrem pro mar sem poder usá-las. Minas que destino.... sem água e sem mar...

      0
    • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC

      Sr. Geraldo, será que a legislação é burra? Ou é eficiente para atender a outros interesses? O ambientalismo é uma indústria que fatura muito dinheiro público. O interesse dessa gente não é discutir aspectos técnicos dos sistemas de produção e melhora-los, o objetivo é fazer muito dinheiro através do terrorismo e da chantagem, transformando a sociedade em vitima e os produtores rurais em algozes. Todas, repito, todas as medidas tomadas pelo Estado, com o auxilio e colaboração da bancada ruralista, não visam de maneira alguma resolver aspectos técnicos para preservação do que quer que seja, o alvo final é sempre os cofres públicos, para isso precisam convencer a sociedade da veracidade de suas acusações. Essa gente vive de fraude.

      1