Fala Produtor
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Hilário Casonatto Lucas do Rio Verde - MT 04/08/2016 13:39
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
Acreditar em conversa de alguns agricultores e causo de pescador é mais ou menos como ouvir conversa de político em véspera de eleição...
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wellington almeida rodrigues
Sucupira - TO
TAMBÉM DUVIDO, É CONVERSA MOLE SO FOR EM PIVÔ, AQUI NO TOCANTINS OS PIVÔS ESTÃO PRODUZINDO DE 90 A 105 SACAS POR HÁ, APENAS...
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Luiz Alfredo Viganó
Marmeleiro - PR
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salvador urbano santo angelo - RS 04/08/2016 12:21
As coisas nesse Planeta são o que são. O leite se valorizando porque muita gente desistiu, bom para quem resistiu. Na soja a mesma coisa, no café em todas as atividades agrícolas... igual... Resumo da ópera!!! ....Profissionais são poucos, aventureiros são efêmeros.... assim passam os séculos.....
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carlo meloni
sao paulo - SP
SALVADOR---A lei do mercado e' essa, os menos eficientes acabam caindo fora primeiro---Na lei de Deus acontece a mesma coisa, a evoluçao das especies acontece porque os mais fracos morrem----Darwin---- O espermatozoide mais forte
vence todos os demais----Entao o mundo nao mudou ; sempre foi assim.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Cácio Ribeiro de Paula Bela Vista de Goiás - GO 04/08/2016 10:16
LEITE: Os valores expressos pelo CEPEA encontram-se fora da realidade. Motivo (usando a expressao de um amigo): o CEPEA pergunta aos lobos os valores das ovelhas!!
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 04/08/2016 08:45
Numa coisa Bresser Pereira está certo, exportações de produtos primários pesam pouco no PIB, tem pouca ou nenhuma influência no cambio e boa parte do que é exportado pertence às multinacionais que, depois, mandam o lucro para suas matrizes. De resto, é só enganação..., a teoria economica já provou que cambio valorizado é bom para qualquer economia, e as afirmações começam mentirosas no momento que esquecem que o que é bom para a indústria, na questão do câmbio, é péssimo para os consumidores..., vem daí que temos essa indústria altamente dependente do Estado, quando não gerida por ele mesmo. Guerras cambiais existem sim, China, Japão, EUA, Europa, todos estão desesperados tentando manter suas moedas desvalorizadas, e como isso não iria impactar o Brasil? Deve ser porque tem gente que acredita no "Brasil potencia", celeiro do mundo e outras bobagens que andaram enfiando em nossas cabeças já há muito tempo.
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Rafael Garcia
Chapadão do Céu - GO
Nem quando este senhor foi ministro da área econômica, suas teorias funcionaram. Agora quer que acreditamos nele! Gente e só buscar no Google como foi o plano Bresser, um desastre. O sujeito para ter idéia de girico como se diz aqui na roça.
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Carlos William Nascimento
Campo Mourão - PR
Celeiro de nada. Não conseguimos nem alimentar nossa população. este ufanismo é ridículo. As áreas que temos ainda não exploradas pela agricultura são marginais. Restam alguns bons locais com pastos degradados e outros com canaviais. Não achem que tem muita terra boa ainda para ser aberta. Não tem .
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
e mesmo porque com a burocracia, impostos e insegurança jurídica esta difícil e insuportável continuar produzindo nas áreas agrícola já ativas.
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
Esse Bresser é lunatico?! Taxar importações???!!! Que tal olharmos para o ultimo idiota que fez isso, ou melhor a ultima, Cristina Kirchner com suas "retenciones". Só piorou ainda mais as condições do setor produtivo em seu país e esse idiota do Bresser quer repetir o erro aqui!
Ou é lunático ou delinquente mesmo!
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Guilherme Frederico Lamb
Assis - SP
corrigindo ( TAXAR Exportações e não importações como escrivi acima).
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Marcio Antonio Cezarotto
Santarém - PA
Não influencia PIB? Como não? E a indústria voltada para a atividade, a mais pujante! Só o óleo diesel consumido
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wellington almeida rodrigues
Sucupira - TO
Como aumenta produção num sistema desse, custos nas alturas fora de controle, combustível virou vilão de custo antigamente era irrisório, sementes de soja e milho, Deus me livre, soja 9 reais o kg, milho 650 reais o saquinho de 12 kgs, antigamente era de graça, impostos todo dia cria um novo, 5 meses do ano pagando imposto, 40% da renda do trabalhador para urubus sangrentos, peças de máquinas nem se fala , qualquer parafuso ou rolamento 100 reais, temos o judiciário mais caro do mundo, temos mais de 15 mil sindicatos o maior do mundo também, fretes de adubo nessa semana de São Luís MA era 130 reais por ton no caso de adubo, subiu numa pancada 50 reais por ton hoje se paga 180 reais, fora muito custos pequenos que se for relatar aqui vou ficar a noite toda, pelo amor de Deus se alguém souber a fórmula de aumentar área plantada aqui e ganhar dinheiro a não ser como diz o Rodrigo Pires encher bolso malandros, me informa porque não estou dando conta de fazer a lição de casa, e se vem com essa palhaçada de celeiro do mundo, não sei o que, blá blá blá, se nem ao menos temos mercado para isso só se fala em China, China , China, muda o disco, troca a vitrola, tem vários países doidos para comprar como índia, Paquistão, África , enfim, de uma coisa temos certeza, somos 7 bilhões de pessoas, após 50 anos se fala em 12 bilhões de habitantes, quem vai dar comida para esse tanto de gente, o Brasil sei que não é, os políticos, Ibama, multinacionais, não deixa, nos não podemos ganhar temos que ser escravos de fundos o resto de nossas vidas, putz não é fácil produzir nesse país é como disse um gaúcho esses dias tem que ser macho de saco roxo, e.....vocês sabem não posso falar!
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carlo meloni
sao paulo - SP
Seu Rodrigo dessa vez fica dificil concordar.===Produtos primarios , incluindo os agricolas sao aqueles que trazem bilhoes de dolares para casa todo mes---O ultimo saldo da balança foi mais de 4 bilhoes----E' o saldo de moeda extrangeira
que faz abaixar a cotaçao-----A QUEDA DAS IMPORTAÇOES E" O MOTIVO PELA ENORME SOBRA DE DOLARES--O Pererinha e' um bocô, depois que o Pao de Açucar botou ele pra fora a firma começou a melhorar.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Carlo, esse apelido (Pererinha) para o Bresser foi a cereja do bolo... PARABÉNS !!!
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Hilário Casonatto
Lucas do Rio Verde - MT
Aumentar a área de plantio no atual momento é um erro, plantar dentro das janelas das culturas, correr menos risco
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wellington almeida rodrigues
Sucupira - TO
Temos que diminuir mais a área de plantio, oferecer menos para recompôr preços de mercado e também arrebentar com esses fundos fila das puta, estão esmagando nós produtores rurais de todo o Brasil, plante menos 25% da área planejada, fazer com que o mercado nos veja com bons olhos, lei de oferta e procura ...
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Rafael Garcia
Chapadão do Céu - GO
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Rodrigo Mazur Imbituva - PR 04/08/2016 01:36
Na ultima safra que se passou a previsão era de muita chuva, El Niño de forte intensidade e o prof. Molion acertou sim, realmente choveu muito... faz uns 3, 4 anos que vejo chover demais no sul do Paraná, muitos aguaceiros fortes... mas nesses ultimos meses tem diminuido as chuvas por aqui e as temperaturas tambem..., então acho que esse quadro ja está mudando. (Mensagem de Roberto Cadore: Aqui na minha região também percebo isso Sr. Rodrigo...acredito que existe certa similaridade de clima entre o norte do RS e o sul do Paraná. Já estamos sentindo os efeitos desse La Nina, passamos por mais de 40 dias sem chuvas em algumas localidades, e mais, eu acredito muito no que o prof. Molion falou, pois quando ouvi há anos atrás, pessoas que hoje já são falecidas, dizerem que já haviam passado por 3 anos de secas consecutivas eu não acreditei ,até viver na própria pele entre 2002 e 2005. Espero que não voltemos a essa situação, mas se o prof. Molion estiver certo, tem-se que adotar estratégias que minimizem os impactos desse clima adverso para a nossa região).
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Roberto Cadore
Cruz Alta - RS
Aqui na minha região também percebo isso Sr. Rodrigo...acredito que existe certa similaridade de clima entre o norte do RS e o sul do Paraná. Já estamos sentindo os efeitos desse La Nina, passamos por mais de 40 dias sem chuvas em algumas localidades, e mais, eu acredito muito no que o prof. Molion falou, pois quando ouvi há anos atrás, pessoas que hoje já são falecidas, dizerem que já haviam passado por 3 anos de secas consecutivas eu não acreditei ,até viver na própria pele entre 2002 e 2005. Espero que não voltemos a essa situação, mas se o prof. Molion estiver certo, tem-se que adotar estratégias que minimizem os impactos desse clima adverso para a nossa região.
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Roberto Cadore
Cruz Alta - RS
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Rubens Dos Santos Silvestre Ourinhos - SP 03/08/2016 23:01
Maior produtor de milho do mundo??? Superarmos os Estados Unidos??? Com licença!!!...
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Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 03/08/2016 19:55
Senhor Cadore, peço licença para contribuir nesse debate. Produzir no Brasil é uma tarefa hercúlea, literalmente coisa pra Macho, com todo o respeito às Mulheres que atuam muito bem no Setor! Quero dizer que é uma atividade para gente preparada tecnicamente, com vontade de trabalhar e com nervos de aço. Não é coisa pra frouxos. Quando não são os impostos escorchantes, as distorções no mercado de insumos que tornam os preços mais elevados do que outros países competidores pagam, os juros excessivos, a falta de uma malha logística decente, a insegurança jurídica causada pelo Governo ou pelos \"Movimentos Sociais\", vivemos numa eterna incerteza se amanhã estaremos vivos ou não. Temos ainda por cima que saber como nos virar com os Caprichos do Clima. Acho que independentemente do Governo que assuma, essas questões continuarão em maior ou menor grau sempre presentes. No que se refere ao Seguro Rural, me parece que essa ferramenta essencial está sendo desvirtuada há muito tempo no Brasil, na tentativa nobre, mas inviável, de se estabelecer um \"Prêmio Justo\" que cubra as expectativas de Renda dos Produtores do Oiapoque ao Chuí. A dificuldade técnica disso é absurda. Imagine que uma Seguradora ganha dinheiro quando a quantidade de Sinistros ou de Coberturas que ela deve indenizar for menor do que os valores arrecadados na forma dos Prêmios. É assim que funciona no Mundo inteiro. Ao se pensar numa Política Brasileira de Seguro Agrícola que não leve em consideração os fatores de risco regionais, estaremos diante de Preços ou valores de Prêmios que apresentarão distorções muito sérias. Nos locais de baixo risco, os Prêmios simplesmente não serão interessantes para o Produtor porque estarão muito acima da sua capacidade de pagamento ou do prejuízo potencial que pode vir a ocorrer. Nos locais de alto risco de Sinistros, a disposição das Seguradoras sempre será menor de participar se elas não contarem com uma reserva bancada por outras fontes. A dificuldade de implementação do Seguro Agrícola olhando apenas por essas duas razões já é grande, sem falar quando se incluem outras questões na Balança. Por isso que me posiciono sempre contrário a tentativa de uma \"Cobertura de Renda\" a nível nacional, mesmo entendendo que a intenção é ótima, porque entendo que é uma Utopia. Na minha visão e (abordei isso num Artigo publicado aqui ontem), o Seguro Rural deveria ter um foco bem definido sobre o Custo de Produção determinado no somatório dos desembolsos dos Insumos, mais os outros componentes como Combustível, Mão de Obra e até o Pró-labore do Produtor. Dessa forma, se elimina o Risco do Agricultor ficar insolvente por falta de capacidade de honrar seus compromissos com terceiros, dito de outra forma, se evita a falência do Produtor e também de quem lhe forneceu Insumos ou Serviços. O Prêmio sobre essa exposição de Risco deve necessariamente ser menor do que é cobrado nas Apólices que levam em conta o Faturamento, pois se elimina a variável incontrolável desse cálculo que é o comportamento dos Preços e a variabilidade dos rendimentos agrícolas, de região para região e de propriedade para propriedade. De maneira simplificada, a Apólice seria semelhante a de um veículo que é proporcional ao valor de mercado do mesmo, no caso Rural se contemplaria o valor desembolsado individualmente pelo Produtor (que pode variar muito numa região) e levaria em conta a incidência de problemas climáticos de cada local. O Seguro sobre os Preços que afeta o Lucro do Produtor pode ser feito diretamente na Bolsa de Futuros & Opções, seja BM&F ou Chicago. Aí existem mecanismos eficientes e que podem ser operados a valores acessíveis para se garantir um nível adequado de Preços, conforme o plano de cada Produtor. Outra confusão conceitual que muita gente comete está relacionada a remuneração sobre os investimentos como um fator agregado dos custos. O \"Custo de Oportunidade\" é uma medida que todo Investidor ou Agricultor deve levar em conta quando avalia a conveniência ou não de plantar, comparando com outras opções de maior ou menor Risco. Decidir não plantar em anos desfavoráveis ou quando se está completamente descapitalizado é muito melhor do que planta de qualquer jeito. Ninguém obriga o Agricultor a plantar e tampouco diz o que ele deve fazer dentro da sua Propriedade, assim como não importa a absolutamente ninguém o Lucro que alguém tenha numa atividade lícita e muito necessária como a Agricultura. Dessa forma, me parece que também não podemos culpar a Sociedade quando os resultados não saem como esperado, tampouco exigir-lhes que participem do nosso Risco através de subsídios, subvenções ou medidas do gênero. Se o Lucro é sagrado e pertence a quem o gerou, o mesmo vale para o Prejuízo. Do contrário, estaremos fomentando a instauração de um Regime Comunista que irá interferir no quanto, como e quando iremos plantar e a que preço teremos que vender. Provocará o que o MST tanto deseja que é o extermínio do conceito de Propriedade. Deixo essas reflexões.
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Roberto Cadore
Cruz Alta - RS
Sr. Eduardo Lima Porto, agradeço sua contribuição com este excelente texto, que sem dúvida exigirá que façamos uma boa reflexão sobre o assunto.
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Roberto Cadore
Cruz Alta - RS
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wellington almeida rodrigues Sucupira - TO 03/08/2016 19:51
O sr Weider tem razão nesse caso, se não procurarmos uma saída bem rápido seremos esmagados pelos fundos..., eles estão aumentando muito, a cada ano, e com muita soja no papel..., para o mercado absorver essa quantidade demandará tempo para saber a realidade de quanto se tem de produto físico... no caso da soja e milho, o mercado trabalha com dados, ele é sensível, não está existindo mais demanda de oferta e procura..., vocês viram de sexta para segunda, o mercado subiu bem na sexta e despencou na segunda, o que é isso? Posição de fundos..., os senhores sabem muito bem, uma lavoura não muda de média para excelente em dois dias , todo mundo sabe deste detalhe..., a safra presente já está vendida talvez até 2018 -- dois anos para frente, entendem???, temos que nos unir para enfrentarmos essa situação..., sozinho não daremos conta, temos de achar uma saída..., os fundos não ligam se vendem soja de 60 ou 100 reais, certo, eles podem comprar a 67 reais e venderem semana que vem a 75 reais, o que importa que eles sempre ganham, não perdem, entendem???, fundos não plantam lavouras, eles usam sua soja e milho de abelhudo, é uma forma de ganhar muito lucro em pouco tempo, ficar milionários em nossas costas, e quem fica de sol a sol somos nós...., agora se vocês tiverem bem, ganhando dinheiro aí retiro tudo o que falei..., vamos por nosso cérebro para pensar: por que só usamos 10% de sua capacidade, podemos usar mais..., peço a todos que dêem sua opinião, talvez a sua pode estar certa!!!!!
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miguel moura abdalla piraju - SP 03/08/2016 13:33
A falta do café para abastecer o mercado interno e externo cada dia se consolida no total maximo de 47 milhões de sacas com a quebra pela metade da safra do connilon.
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 03/08/2016 11:03
O BraSil (com ÉSSE) volta nos eixos !!
O BraZil (com ZÊ... de Zorra) da era petista está voltando a ser um BraSil, cuja Pátria respeita e protege seus cidadãos dentro da legalidade, ou seja, um verdadeiro "Império da Lei", de interferências externas e internas.
Nesta data, o Estadão noticiou que a Justiça de Goiás com base na Lei 12.850, que tipifica Organizações Criminosas, mandou prender quatro militantes do MST.
É a primeira vez que a Justiça aceita denúncia do Ministério Público contra lideranças sociais com base na lei de 2013 sobre organizações criminosas, especialmente no artigo 2.º, que contou com a redação da Lei 13.260, a lei antiterrorismo, que começou a vigorar dias antes da prisão dos sem-terra.
A matéria está no link: http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,justica-usa-legislacao-antiterrorismo-para-prender-sem-terra,10000066632
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geraldo emanuel prizon Coromandel - MG 03/08/2016 07:56
Essas importações não me assustam, tendo que necessitaremos de importações da ordem de 5 milhões de toneladas. As perdas da safrinha são muito maiores que as anunciadas. (Uma curiosidade, quem souber responda: O Brasil tem logística (nos portos) para importação de milho em volumes elevados?)
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Carlos Alberto Erhart Sulina - PR 03/08/2016 06:28
Já estou de saco cheio dessas previsões desanimadoras, acho que todo mundo já está sabendo da possibilidade do la nina, más estão alardeando demais, e deixando nós agricultores com medo de plantar, muitas vezes erram a previsão prá semana seguinte, por isso resolvi não mais ouvir isso!
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Cassio Elyssa Carvalho
Alfenas - MG
Totalmente apoiado
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wellington almeida rodrigues
Sucupira - TO
Apoio 100%, seu comentário!!!!!
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Rodrigo Mazur
Imbituva - PR
a ultima safra que se passou a previsão era de muita chuva ,el nino de forte intensidade e ele acertou sim ,realmente choveu muito . faz uns 3 ,4 anos que vejo chover demais aqui no sul do Paraná ,muitas chuvas fortes e nesses ultimos meses tem diminuido as chuvas e as temperaturas tambem ,então acho que esse quadro ja ta mudando .
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Carlos William Nascimento
Campo Mourão - PR
estas previsões são para influenciar mercado. Confio mais na Mãe Dinah e no Valter Mercado.
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Cassio Elyssa Carvalho
Alfenas - MG
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Vilson Ambrozi Chapadinha - MA 03/08/2016 03:10
De jan a junho, segundo a Secex, exportamos mais de 12 milhoes de ton de milho, isso antes da safrinha. Se 40 por cento da previsão da safrinha está comprometida com contratos e a safrinha seria de 60 milhoes e, dos 40% comprometidos, 30 são com exportadores tem mais 18 milhoes para embarcar, certo? Entao, lá se vão este ano 30 milhoes pra fora. Logo entraremos em colheita em 2017 sem estoques, necessitando de 5 mi t por mes pro consumo interno. A safra verão vai ser devorada toda até junho. Mais consumo interno beirando 55 milhões de t seria a safra brasileira sem quebras. Como a quebra é muito maior do que o estoque inicial, talvez terão que ou buscar ou recomprar algo como umas 10 milhoes de ton. Isso pra começar o proximo ano zerados. Ai vem o Dr Molion e diz que a chuva vai atrasar no centro e que podemos ter geadas em abril e que o la niña entra em 2018 etc e tal...
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leandro carlos amaral
Itambé - PR
Isso tudo nao passa de bla,bla,bla,pois o nosso GOVERNO ao invez de tirar IMPOSTOS pra a produçao prefere incentiver as importacoes de milho,trigo,isso é uma vergonha,torno a repetir o certo é deixar 25% da area com cobertura, adubaçao verde para reduzi o custo de produçao ai esse governo aprende....
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Leandro o "GOVERNO" não é um ser alienígena que aterrizou em Brasilia para nos governar. NÓS SOMOS O GOVERNO !!! Pois toda a responsabilidade dos atos do poder público nos afeta diretamente, acho que o que estamos vivenciando com "as realidades" do famigerado governo petista é um bom exemplo. Não sei qual deve ser a ação para que essas barbaridades deixem de acontecer, mas que o "sistema" deve ser mudado ...Ah!... Isso deve !!!... Não é o governo que deve aprender... SOMOS NÓS !!!
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wellington almeida rodrigues
Sucupira - TO
Concordo sr Rensi, nós temos que aprimorar nossas atitudes, nossa capacidade de pensar e usar nossas habilidades em todos os sentidos, pararmos com esse medo de mercado, parar de ouvir esses analistas que não sabem de nada, igualmente falou nossos amigos produtores, se soubessem usavam para eles, você tem seu custo, você estima sua produção, tem seus gastos na sua mão, confio mais no sr Liones severo, ele tem os pés no chão, suas análises, são mais firmes, falar nisso ele tá sumido igualzinho ao mineirinho, só escutado e vendo caladinho, nós adaptamos a todas as situações que vem, então vamos nos adaptarmos a essa nova realidade, tudo isto que está acontecendo é simplesmente resultado dos votos do povo brasileiro desinformados , são a maioria que recebe bolsa família e todas as mordomias do governo, votam por votar e vende seus votos e não podem cobrar ninguém foi feito o negócio pronto, vamos nos aliar tirar proveito do que nós sabemos, mudar para melhor , seja humilde, se não sabe pergunta!!!
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leandro carlos amaral
Itambé - PR
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elcio sakai vianópolis - GO 02/08/2016 22:55
Sou produtor, e garanto que a minha estratégia de vendas é vender na alta..., com o milho neste preço venderei tudo que será colhido imediatamente após a colheita..., tenho certeza que não está havendo retração dos produtores, pode até haver algumas minorias, mas é certo que produtor especula quando o preço está em baixa e não na alta, como vem acontecendo.... Assim, não entendo porque tantos analistas falam em retração por parte dos produtores, a realidade é que a quebra é tão grande que analistas de mercado acham mais fácil culpar os produtores do que assumir que não temos milho suficiente no Brasil.
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Deni Saez Santo André - SP 02/08/2016 22:46
Receita de Lula frita
Ingredientes
1 1/2kg de lula pequena, limpa, sem pele e cortada em anéis
Azeite
3 colheres (sopa) de suco de limão
300g de farinha de trigo temperada com sal
2 ovos batidos
Limão em fatias
Tabela de conversão de medidas
Modo de preparo
Prepare uma marinada com 3 colheres de sopa de azeite e o suco de limão.
Deixe a lula nesse molho por 1 hora, virando-a de vez em quando.
Sacuda ligeiramente a lula para secá-la.
Passe na farinha de trigo, depois nos ovos batidos e novamente na farinha de trigo.
Frite a lula em bastante azeite quente por cerca de 3 minutos, ou até que a lula esteja crocante e dourada.
Escorra-a sobre papel absorvente.
Sirva quente, guarnecida com as fatias de limão.
Rendimento:4 porções
Tempo de preparo: 40 minutos
Dificuldade: Baixa
DUVIDO