Fala Produtor
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André campos Luis Eduardo Magalhães - BA 05/04/2017 09:06
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André campos
Luis Eduardo Magalhães - BA
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Rodrigo Augusto Queiroz
Guarapuava - PR
Concordo com o Sr André nas carboxamidas. Ainda é a melhor alternativa, mas discordo dos ditos multissitios, nunca agregou nada.
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André campos
Luis Eduardo Magalhães - BA
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BARTOLOMEU ROGERIO RODRIGUES NETO Jataí - GO 05/04/2017 08:49
Já pararam pra pensar que todos os anos esse discurso é o mesmo..., por que quando o produtor adquire os insumos para safra já não trava seus custos ? ou seja, custo de produção "X" e preço do produto "X"..., ele já tem essa conta feita, dai é só preocupar em produzir..., acredito que isso evitaria transtornos nessas incógnitas que o mercado pode oferecer..., feito isso dai é só especular e esperar o melhor momento para travar os restante da produção..., mas produtores tem medo do que pode acontecer com clima, vai chover ou não..., isso não importa, os custos para produzir já estão feito, ou seja, chovendo ou não chovendo, ele já tem essa obrigação a cumprir..., estou dizendo isso porque todos os anos eu ouço esse discurso de alguns produtores.
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Roberto Cadore
Cruz Alta - RS
Sr. Bartolomeu, concordo em parte com o que diz, agora, dizer que "se vai chover ou não ...isso não importa" aí eu sou obrigado a discordar, pois como vamos cumprir Contrato de Entrega Futura se não temos o produto físico para entregar...Não sei na sua região, mas aqui no RS em anos de seca, as produtividades são muito baixas e em alguns anos passados, chegou a haver perda total das lavouras em alguns locais. E mais, volto a dizer, na maioria dos anos, o preço de venda de soja nos Contratos de Entrega Futura, foi inferior ao preço do dia. Cada ano é um ano, nessa safra quem fixou no cedo, se deu bem, na safra passada, quem fez isso perdeu. Por isso, essa estratégia de vender para cobrir os "custos" apenas garante o preço de uma parte da produção, mas não significa que sempre será vantajoso economicamente.
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
A maioria enxerga a relação comercial como um "ganha/perde" e vice-versa.
Como vamos mudar o entendimento?
Você só vende alguma coisa a partir do momento em que ela foi produzida.
No mundo financeiro você "contrata" um dever ou direito futuro de realizar uma operação comercial com valores pré-acordados.
Qual o valor que devemos dar para cada fase do processo de produção e comercialização dos bens que produzimos?
Alguns têm opinião de que a fase da produção é mais importante e, que as fases seguintes o "Estado" deve atuar protegendo-o de possíveis adversidades, ou seja, entra aí o "ganha/perde". O que fazer?
A "MUDANÇA" de mentalidade é urgente !!!
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Roberto Cadore
Cruz Alta - RS
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LEDENIR PRESA são miguel do iguaçu - PR 04/04/2017 23:12
Aos 57 anos realizei meu sonho de ser agricultor, pois sempre tive terras e nunca as tinha explorado ( estavam arrendadas) e assim estou empolgado em ser agricultor..., entretanto, já notei que todas as empresas de insumos, sementes, etc., querem que aumentemos a produtividade... aí, pergunto: onde fica nossa rentabilidade? Planilhado item por item, cheguei à conclusão de que posso fazer investimentos altos, médios e baixos e o resultado final será quase sempre o mesmo,... e o risco estará sempre presente uma vez que o "São Pedro" ninguém consegue controlar.
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 04/04/2017 20:36
Um amigo visitou o Paraguai semana passada. Disse que a quantidade de soja safrinha é absurda. E que estão amarelando igual gema de ovo. Coisa linda de se ver. Tenho muita curiosidade em saber qual fungicida eles usam. Existe um trabalho da Embrapa, de uns 5 ou 6 anos atrás, que dizia que segundo estudos, a possibilidade de resistência da ferrugem da soja á mistura de fungicidas triazóis e estrubirulinas era quase nula. Hoje não podemos usar mais estes produtos. Temos que usar as carboxamidas, que são muito caras. Agora, além destas porcarias, teremos que usar os mancozebs da vida, do tempo da polvilhadeira de BHC. Mas agora eles são multi ação, e vão custar outra fortuna. Se tiver algum produtor do Paraguai lendo esta mensagem, por favor nos diga o que vocês usam para controlar ferrugem. Desconfio muito que a mistura triazol-estrubirulina da China ainda funcionam. Notaram também como condenam a soja safrinha? Quem é que paga este Eagle Team? Um monte de phd e colocam este nome?
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Fernando Engler
Palotina - PR
Concordo em número e grau, Sr. Carlos... Mas os produtos do Paraguai são os mesmos antigos nossos (triazóis + estrobilurinas), a diferença é a utilização quando eles atingem a ferrugem, que acontece somente quando se planta a soja em setembro e janeiro/fevereiro (no caso do PY)... A soja cresce pouco e a calda de pulverização atinge toda a planta, ao contrário das áreas onde a doença parece não ter controle, mas o problema não está nos produtos mas no porte elevado das plantas que impede a calda de pulverização de atingir a totalidade das folhas, provocando falha de controle por deficiência de aplicação e não do produto em si...
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Fernando Engler
Palotina - PR
E digo mais... Vamos supor que os pesquisadores estejam certos, que a ferrugem está ficando incontrolável... Aí eles estão cometendo um erro primário de querer impor medidas de erradicação à doença... Vamos fazer uma analogia ao milho BT, não precisamos deixar as áreas de refúgio para multiplicar as lagartas suscetíveis??? Então... No caso da ferrugem deveríamos partir para as mesmas recomendações: 1) Deixar os fungicidas ineficientes no mercado (área de refúgio para os esporos suscetíveis) 2) Liberar o plantio em qualquer época (a ferrugem ficaria incontrolável e os agricultes plantariam apenas nas épocas boas, mais produtivas e de menor incidência da doença); 3) Liberar a soja tiguera (área de refúgio para aumentar a quantidade de esporos suscetíveis); 4) O mais importante, quebra da patente dos produtos mais eficientes (protioconazol, picoxystrobin e benzivindiflupir) para montar misturas não disponíveis atualmente com produtos multissítio (afinal, a recomendação de mistura de tanque com produto multissítio é ilegal perante a lei de agrotóxicos)...
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Carlos William Nascimento
Campo Mourão - PR
Fernando, o principio ativo usado no Paraguai é o mesmo, mas o fabricante não é o mesmo do Brasil. Nosso vizinhos trazem produtos da China. Será que os produtos vendidos no Brasil tem o que prometem? Não é curioso como temos que aumentar as doses ao longo dos anos? A dose que funcionava dois anos atrás não funciona mais. Será que fazem fiscalização? Alguém já ouviu falar em lote de defensivo recolhido por irregularidade? Neste país tudo é possível. Os defensivos daqui são os mais caros do mundo.
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Luiz Antonio Lorenzoni
Campo Novo do Parecis - MT
Logo, um iluminado da "academia" deverá propor a solução definitiva... estender o período de vigência do vazio sanitário até 31/12...
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Paulo Roberto Vielmo
Nova Esperança do Sul - RS
Fernando
Concordo com sua resposta ao Carlos, porque de fato, a eficiência dos fungicidas está diretamente ligada à qualidade da sua aplicação e no caso de soja com porte baixo, como é o caso da soja safrinha do Paraguai, isto se verifica.
Nesta safra usei as duas primeiras aplicações com Fox, a terceira com Aproach mais Previnil e a quarta com Aproach mais Cypress e tive um bom controle da ferrugem, melhor até dos que usaram as carboxamidas.
Já quanto a sua analogia entre lagartas e fungos, não posso concordar, uma vez que são organismos completamente diferentes e não obedecem aos mesmos princípios.
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Oscar Heriberto Carballo Morinigo
Colonia Panambi - Raul A. Oviedo
Bom dia Carlos
Apesar da regiao agrícolas do Paraguai é pequeno, há variações no clima e solo, especificamente a pressão de falar ferrugem é mais intenso no sul. Existem duas razões: 1) elevada percentagem de soja safrinha 2) maior humedade e elevedad gama de temperatura (quente - frio). Devemos dizer que a pressão ferrugen é alta em todo o país.
Medidas de gestão culturais para alcançar maturacao fisiológica satisfatório: 1) o uso de variedades precoces do ciclo 2) baixa altura da planta, a densidade correcta 3) inicio cedo de semeadura 4) Medidas de prevenção de doenças com fungicidas.
O controle químico:
Semeaduras en epocas inicias é de 3 aplicações.
Semeaduras en epocas finais 4 a 5 aplicações.
Em relação à utilização de fungicidas, un bom programa de controle de doencas inclui apliación preventiva (R1) de um produto à base de carboxamida ou protioconazole em combinação com estrobilurinas. O uso de mancozeb está a aumentar. As seguintes aplicações depende da eficiência do primeiro e é baseado no monitoramento. Há uma percentagem que é repetido nos primeiros produtos ou rotar entre eles, e outras usam misturas traizol + estrobilurinas e ??podem aumentar a dose pelo baixo custo de ambos, tanto original como genérico.
Cada vez mais observado que o controlo químico menos eficiente, e cada vez mais caros.
Em algum tempo se tera que aumentar o período de vazio sanitário, observando que onde existem soja safrinha, há uma maior pressão.
Essa é uma questão complexa, porque o produtor quer fazer soja safrnha, eo vendedor quer vender produtos químicos. Mas põe em risco o maior comoditie de renta, que é a soja safra.
(desculpem o portugues, soy Paraguayo)
Oscar Carballo - Engenheiro Agrônomo.
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Fernando Engler
Palotina - PR
Sr. Paulo... O princípio que propus entre ferrugem e lagartas é o mesmo... O uso excessivo de determinado produto seleciona os organismos resistentes e aumenta a porcentagem destes dentro da população, seja de lagartas ou de ferrugem; em algumas gerações (e são várias por ano agrícola) a participação dos resistentes aumenta consideravelmente dentro da população total... Desta forma, as medidas propostas em larga escala no Brasil estão aumentando a pressão de seleção de ferrugem resistente, o que é um erro estratégico, precisamos de áreas de refúgio para multiplicar a ferrugem suscetível...
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Adamastor Silverino Pinho
Formosa do Oeste - PR
Fernando e colegas. A preocupação de todos com esta questão é algo muito bom e uma pena que nem todos os produtores compactuem deste mesmo sentimento. Porém devo dizer que as práticas sugeridas aqui, como por exemplo refúgio de esporos, é uma barbárie agronômica. Não existe respaldo nenhum a não ser o achismo para tal argumento e, caso esta seja a postura a ser adotada para a nossa agricultura, sinto muito, mas a perda da eficiência das moléculas será o nosso menor problema. O princípio da mutação sugerido na ideia é correto, porém a forma de manejar o desenvolvimento da resistência não é o mesmo. Esporos não são insetos, a disseminação não é a mesma, o mecanismo e a taxa (esporos) de reprodução dos patógenos é extremamente altíssima e mais rápida quando comparada com as pragas. No que vejo a campo não há necessidade de novas moléculas, o que é necessário é o uso correto do que se tem disponível e convenhamos, quem faz uso de carboxamidas para controle de fungos necrotróficos não sabe para que serve cada molécula e essa postura precisa acabar.
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Fernando Engler
Palotina - PR
Sr. Adamastor, leia lá onde está escrito "vamos supor que os pesquisadores estejam certos..."... não acredito nesta balela de perda de eficiência dos fungicidas, até porque não uso os mais modernos e a ferrugem nunca apareceu!!! Mas a questão do refúgio que brinquei continua valendo caso os "pesquisadores estiverem corretos", e também naquilo que você descreveu, sobre a disseminação e a taxa de reprodução dos esporos de fungos, pois é, quanto maior a disseminação e a reprodução mais rápido é o surgimento dos resistentes e mais longe será a distribuição destes patógenos resistentes, o que exige muito mais área de refúgio para que a quantidade de esporos resistentes seja mínima na população final do fungo, o que garante a vida dos fungicidas (novamente se os pesquisadores estiverem certos e não estão)... Mas entendo a preocupação quanto ao refúgio, algumas regiões plantam em épocas bastante propícias ao desenvolvimento da doença, e quando temos áreas de refúgio elas serão constantemente abastecidas com novos esporos, porém, vamos lembrar, quando a cultura é manejada corretamente, com porte baixo e com proteção das camadas de folhas adequadamente, não será problema...
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Adamastor Silverino Pinho
Formosa do Oeste - PR
Fernando, obrigado por clarificar seu ponto de vista. Concordo em partes com seu ponto de vista. Fico na dúvida sobre muitos dados de perda de eficiência das moléculas, uma vez que a metodologia é três ou quatro aplicação do mesmo princípio, porém este é o método. Ainda mantenho a opinião de que o manejo com estas moléculas é mau feito em grande maioria, prova disso é sim o fato de termos fungicidas com performance muito baixa comprovada, como alguns benzimidazóis. Fato que podemos agravar pela pressão que algumas empresas fazem em usar seus produtos de maneira repetitiva no ciclo da cultura, sendo uma pressão comercial e não técnica.A questão do refúgio eu acabei por não entender se você defende ou não, mas acredito que no último recado você diz não. No mais, protegendo plantas com aplicações preventivas desde o fechamento da entre-linha já é um avanço e continuando com a rotação e uso adequado dos ativos disponíveis, não precisaremos de moléculas milagrosas novas para o controle.
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Carlos William Nascimento
Campo Mourão - PR
Obrigado pela sua resposta Oscar Heriberto.
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Fernando Engler
Palotina - PR
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Eduardo Barsella Presidente Dutra - MA 04/04/2017 19:46
Meu presidente para 2018. Ta garantido. Só tem que se cuidar com exemplos como eterno Enéias, Eduardo Campos... e outros tantos que ameaçaram dar oportunidade pro povo brasileiro. Que iam melhorar a vida de quem trabalha e tem família. É a única chance que nós temos. Aliás digo logo que o remédio desse país é um forte chá de BOLDO (BOL [bolsonaro] DO [dória] ) bolsonaro e doria é o super chá de BOLDO que esse país precisa. Se não for será uma eterna dor de barriga.
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Roberto Cadore Cruz Alta - RS 04/04/2017 17:28
Como fazer essas operações de compromisso de entrega de produto físico, se nós aqui no RS esperávamos por um verão de La Nina, conforme alguns especialistas anunciavam. Então, agora fica fácil dizer o quê deveria ter sido feito antes, mas eu lanço um desafio aos especialistas...vamos falar do futuro...faz de conta que eu já reservei para pagar o custeio, e o restante da minha produção, o quê fazer, vender agora ou esperar?...
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Cassiano aozane
Vila nova do sul - RS
Bem falado seu Cadore,eu também não fiz compromisso porque em 2005 tive comprar soja de outro produtor para honrar meu contrato ,com ágio ,depois do jogo jogado e fácil mostrar as cartas,mas nunca vamos ganhar de maioria ,pois os agentes do mercado como os fundos têm muito mais influência e poder pra mudar as posições. Quem ta na chuva se molha .
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FABIANO DALL ASTA
Canarana - MT
Minha opiniao é que deve trabalhar com relacoes de troca.
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FABIANO DALL ASTA
Canarana - MT
Quando as mesmas sao muito boas , deve fixar uma parte. Esse ano quêm nao fixou no minimo 30 % foi incompetente. Errou. Nao adianta ficar achando desculpa pra si mesmo. Milho a 40.00 em Carazinho ? Milho a 25.00 em Canarana ? Soja a 90.00 em Passo Fundo ?
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FABIANO DALL ASTA
Canarana - MT
A maioria de nós errou. O engraçado é que voce pergunta aos nossos colegas produtores. Ai se ouve : eu tava pescando. Eu estava colhendo milho. Eu estava viajando. Eu estava no sul. E por ai vai.
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FABIANO DALL ASTA
Canarana - MT
Cadore. Agora ta facil. Pode esperar que tem mais chance de subir 15,00 do que cair 15.00. Facil de fazer essa análise.
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FABIANO DALL ASTA
Canarana - MT
Vou exemplificar oquê aconteceu aqui na minha cidade. A Bungee ofereceu contrato de milho a 25.00 em meados de julho de 2016. Tinhamos custos todos definidos. Nesse preço a safrinha é muito remuneradora. Era só fixar no minimo 50 %. Mas 5 % vendeu.
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BARTOLOMEU ROGERIO RODRIGUES NETO
Jataí - GO
Já pararam pra pensar que todos os anos esse discurso é o mesmo, porque quando o produtor adquirir os insumos para safra já não trava seus custos ? ou seja, custo de produção "X " e preço do produto "X", ele já tem essa conta feita, dai e só preocupar em produzir, acredito que isso evitaria transtornos nessas incógnitas que o mercado pode oferecer, feito isso dai é só especular e esperar o melhor momento para travar os restante da produção, mas produtores tem medo do que pode acontecer com clima, vai chover ou não, isso não importa os custos para produzir já estão feito, ou seja, chovendo ou não chovendo ele já tem essa obrigação a cumprir, estou dizendo isso porque todos os anos eu ouço esse discurso de alguns produtores.
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Roberto Cadore
Cruz Alta - RS
Sr. Bartolomeu, há maioria dos travamentos antecipados de soja no RS, ao chegar no vencimento, tem preços inferiores aos preços do dia, então na maioria dos anos, quem travou antecipado, perdeu. Isso é fato. Tínhamos seca anunciada, e isso desmotiva os produtores a fechar esse tipo de contrato por medo de não ter todo o produto para entregar e ser penalizado com multa. Nesse ano, tenho soja travada a R$84,00 para 28/04/17 e também a R$80,00/sc. Mas e quanto ao futuro, sugere especular e esperar o melhor momento, concordo, mas sei que o melhor momento só se vê pelo retrovisor, ou seja, o melhor momento só é apontado no passado, nunca no futuro.
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Cassiano aozane
Vila nova do sul - RS
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Eduardo Henrique Lamers Correntina - BA 04/04/2017 17:18
Prezado Amigo Dalzir Vitória, com o devido respeito, faltou analisar a situação um pouco mais a fundo. O produtore rural, com empregados, paga a contribuição previdenciária igual a qualquer outro empregador do país, com desconto da parte do trabalhador na folha e com sua contribuição mensal. Não recolher esta contribuição, a depender do caso, tipifica inclusive ilícito punido na esfera criminal.
Se não é de conhecimento de Vossa Senhoria, informo que o direito tributário deve seguir princípios básicos como, por exemplo, o da isonomia. Neste caso, sob a ótica deste princípio, seria justo (e constitucional) exigir uma bitributação do produtor rural, uma incidente na folha e outra na comercialização bruta do produto? Outrossim, sob a ótica da seletividade, teria o produtor rural uma renda tão acima da média para justificar ser mais tributado do que bancos etc? Me parece que não.
Então, com o devido respeito ao seu posicionamento (pois ao invés de criticar, temos que amadurecer a discussão), penso que sua crítica carece de uma análise mais profunda dos aspectos envolvidos na discussão.
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carlo meloni
sao paulo - SP
E' claro que não pode haver bitributação----Quem recolhe o FUNRURAL não precisa recolher na folha-----O FUNRURAL conta como tempo de contribuição, pelo menos foi assim que minha esposa se aposentou------Agora se o senhor quiser se aposentar com valores superiores ao FUNRURAL o senhor precisa recolher em folha mas não e' obrigatório fazer os dois recolhimentos---
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carlo meloni
sao paulo - SP
Outra coisa eu entendi a posição do sr DALZIR diferente da sua---Leia atentamente o comentário do Sr DALZIR e perceba que e' dirigido as pessoas que querem se aposentar sem pagar o FUNRURAL pois a opção de recolher em folha e' uma opção exclusivamente sua---
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carlo meloni
sao paulo - SP
O sistema FUNRURAL so' da' direito a um salario mínimo, seria interessante que o senhor esclarecesse com alguém experto em INSS se uma pessoa que recolhe o FUNRURAL e concomitantemente recolhe em olha, se e' permitido somar o rendimento de um salario mínimo a aposentadoria percebida via desconto em folha de pagamento----
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carlo meloni
sao paulo - SP
O FUNRURAL e' exclusivamente patronal, e visa cobrir especificamente os agricultores familiares----A alíquota e' de 2,3% 2% INSS 0,1% RAT 0,2 % SENAR---- A CNA recebe para manter o SENAR entenderam----Da' para entender porque votou a favor----Ja' ouviram dizer que decisão do STF não se discute, SE CUMPRE----Entao aqui esta' mais um ponto a favor do sr DALZIR, que induz ao seguinte ::::para que todo esse rebuliço das associações, se sabemos de antemão que deveremos cumprir a sentença----E" para enganar trouxa??
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carlo meloni
sao paulo - SP
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domingos de souza medeiros Dourados - MS 04/04/2017 15:56
Nossa lideranca politica tem ser agil neste assunto. Patabens senador Caiado.
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Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 04/04/2017 14:28
Caro João Batista...cade a democracia do seu site!!!! quando contrariam o que site pensa voce glosa....se manifeste..ou esta fazendo igual ao LULA>>DILMA>>aquela anta presidente da petrobras que não sabia de nada...
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carlo meloni
sao paulo - SP
DALZIR ao contrario de você eu agradeço o Joao Batista ou para alguma outra pessoa que corta os meus comentarios -----As vezes perco a esportiva e ai eles cortam----Eu agradeço porque depois de excrever de forma destemperada eu me arrependo--
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carlo meloni
sao paulo - SP
DALZIR por exemplo se uma pessoa gasta um dinheiro para pintar a casa e logo em seguida vai um espirito de porco pichador, eu não aguento e se tivesse uma arma na mao atiraria ----Mas o espaço Noticias Agrícolas nos ensina a comer sapos porque assim e' a vida
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dejair minotti
jaboticabal - SP
Acredito efetivamente em desenvolvimento tecnológico em todas as áreas mas desde que tenha dados comprobatórios,para dar crédito ao entrevistado teria que desconsiderar o que a ciência agronômica me ensinou,como por exemplo:
1º A cana de açúcar esta como outras assentadas em um tripé solo-planta -clima,penso que foi produzida em um ambiente A, em B,C, D seria o mesmo?.
2º Houve delineamento estatístico?, com quais outras variedade e qual testemunha?
3º O mercado de energia é muito comentado,tipo temos duas Itaipu dentro dos canaviais,penso que a usina tem sua cogeração e vender no mercado aberto não garante as vezes o custo/ beneficio do investimento, o governo prefere acionar as termas e dar faturamento à Petrobras do que influir no preço do megawatt.
-Outras considerações:
78 toneladas é uma média hoje de no minimo 5 cortes,a variedade citada inicia com quantas toneladas no primeiro corte?,é colhida em toletes ou inteira?.
- Qual o PUI desta variedade, mantém o brix campo caso seja médio ou longo?
- Quem lhe garante que ficara exclusiva a sua variedade,deve ter um exército vigiando seus 10.000 hectares.
- Quando o Roberto Rodrigues falou que deveria ser divulgada tecnologia para sociedade,num primeiro momento como todas as pesquisas é para sociedade agrícola, no caso da sua empresa é um segredo tecnológico e só interessa economicamente ao seu grupo.
- Sua entrevista foi muito evasiva,sinceramente não sei a quem empolgou.
- Desculpe mas na minha ignorância poderia usar o trocando em miúdos,quer dizer......
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Sr. Dejair, não seria uma "fake news" ? Está na moda ultimamente...
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dejair minotti
jaboticabal - SP
Paulo,estamos fartos de tabloides sensacionalistas,não sei se vamos sair deste buraco com cidadãos querendo imitar políticos,o tempo passa e continua tudo como antes no quartel de Abranches.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 04/04/2017 14:25
Agora o oportunista apareceu..pois como brasileiro..produtor rural..não concordo em que produtores rurais não pagem a previdencia igual aos demais trabalhadores do país..mas querem os mesmos direitos..as demais empresas pagam incluso aí as rurais...logo quem vai cobrir este burraco onde a parte da previdencia do empregador rural pessoa física não paga o sua parte!!!!!pensem nisto...depois não falem da roubalheira...não falem de dinheiro de imposto mal empregado..não falem de cunha..lula..dilma..palossi etc...estão fazendo igual..ah deixaram de pagar muito tempo...o rombo é grande..deviam ter pensado antes..agora dar uma de MIGUÉ...ora parem de reclamar dos ladroes do país..
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BARTOLOMEU ROGERIO RODRIGUES NETO
Jataí - GO
Dalzir que eu saiba, o produtores que não querem recolher o funrural, são aqueles que possui funcionários com carteira assinada, que já recolhem os impostos devidos, os pequenos produtores que não possuem funcionários recolhem normalmente o funrural, ou seja, não haverá aumento no rombo da previdência como você está dizendo.
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Laiz Ciceri
Caarapó - MS
O Problema é que a arrecadação é muito maior do que será devolvido um dia (e se conseguir) e pode procurar em qualquer lugar do país se tem algum agricultor aposentado com mais de 2 salários mínimos.
Roubo é esses deputados, governadores, que se aposentam com vários salários.
A realidade do brasileiro é outra!!! A maioria se aposenta com 1 ou 2 salários.
Seria justo se fosse uma cobrança justa. Agora, chamar de contribuição um valor tributado no faturamento bruto, que nunca será revertido, isso é imposto!!
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Giseli Fatima Machado Wenning
santiago - RS
o PRODUTOR EM QUESTÃO QUE É O QUE POSSUI EMPREGADOS RECOLHE INSS TODOS OS MESES DE SEUS FUNCIONÁRIOS ALÉM DE NÃO POSSUIR DIREITO DE SE APOSENTAR PELO FUNRURAL. Não é justo recolhermos 2,3% de previdencia sobre frete, maquinas e insumos que transformamos na renda bruta. Justo é recolher sobre a folha de pagamento que contribui para parte da renda bruta, é parte do custo de produção. Ao taxar 2,3% sobre a receita bruta se penaliza o produtor que gera empregos, recolhe inss dos funcionários, recolhe mais 2,3% e não possui direito nem de se aposentar com um salário minimo. São dois pesos e duas medidas...uma para o empregador urbano outra para o empregador rural. E se fosse taxado em 2,3% da receita bruta dos bancos, industri, comercio, etc ???? ESSA COBRANÇA NÃO PODE PERMANECER ...PODE SER LEGAL DE ACORDO COM O STJ MAS NÃO É JUSTO POIS DÁ PESOS DIFERENTES PARA EMPREGADORES NO MESMO PAÍS
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leandro carlos amaral
Itambé - PR
Se 2.1% da produçao faz falta para o grande,faz falta para o pequeno produtor tambem....um ex.um produtor de 20.000 ha tem que pagar pois nessa mesma area dava para ter 40 familias de 500 ha pagando.....procurem sader quem sao os maiores devedores da PREVIDENCIA.....
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leandro carlos amaral
Itambé - PR
Esse grande produtor depende de funcionarios para tocar sua fazenda,pois o mesmo funcionario se machuca ou fica doente,muitas vezes sao mandados embora ficando encostados na previdencia o pequeno produtor tambem nao é obrigado a ficar pagando essa conta...
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eduardo bonetti
campinas - SP
ja pagamos 42% de impostos em nossas empresas Basta de novos impostos e aliquotas Nos EUA se paga 10% direto e tudo funciona Aqui os politicos so roubam e nada funciona Mobilizacao geral Chega Basta
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Raul Puinelli
Sinop - MT
Façam um cálculo de 2,1% sobre o preço da produção total de cada agricultor e vejam quanto isso representa para o funrural. A aposentadoria de um agricultor é de um salário mínimo: 937 reais. Com décimo terceiro teremos um montante de 12.181,00/ano. Aí vem a pergunta ao governo: onde fica o restante que foi arrecadado pelo agricultor? Quem não arrecada nada ou não produz, não é problema de quem está produzindo.
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Raul Puinelli
Sinop - MT
A forma como é cobrado o imposto, ao ver ver é injusta e inadequada. Isso é preciso que nossos representantes resolvam perante o governo. Pois se ficar por conta do governo é claro que irá inviabilizar o agronegócio, pois o negócio dele é arrecadar para manter seus altos salários, mordomias, viagens, e outras coisas mais. A classe produtora rural precisa se levantar e não permitir essa "agressão" que está sofrendo.
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BARTOLOMEU ROGERIO RODRIGUES NETO
Jataí - GO
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Arlindo Pontremolez Varalta Ibirarema - SP 04/04/2017 11:58
Somente para terminar o pensamento do comentario passado!!
Estimados amigos agricultores!!!
Sabem o mais de tudo!!!????
E que para que tenhamos esperanza de algo ,melhor para nossa atividade em termos de precos , estamos orando pela desgraça doso outros países produtores de soja!!
Sem darnos conta, depois de cada safra de precos baixos desejamos a maldição de nossos irmãos agricultores americanos argentinos e que lhes va mal nas suas safras !!
Isso e maneira de ter esperança de ir melhor na minha atividade!!??? na minha maniera de viver!!???
Para que eu prospere devo desejar o fracasso , a quebra de outros!!?
De nao fazermos nada como agricultores,nao unirmos , tristemente sera la unica maneira que vamos ter q andar com essa esperanza maligna para que possamos ter sucesso no nosso negocio!!
Propaguemos a ideia através da mídia , sindicatos e meios de comunicação em geral , de diminuir a área de cultivo de soja no Brasil para a próxima safra.
Contamos com o bom senso e sentido de logica e bom senso que sempre norteo , o NOTICIAS AGRICOLAS a traves do JOAO, para difundir essa ideia!!
So movimento dessa natureza a nivel nacional , ja farão que Chicago responda com altas!!.
Convoquemos os países vizinhos para fazer o mesmo!!
No unamos com os americanos para que facam o mesmo!!
Qualquer agricultor por menos culto que seja, entende, que quanto mais produzirmos sem uma demanda adequada menor serão os preços pagos a eles!!
Se nao podemos aumentar a demanda , tenemos que diminuir a produção!!
O mercado e soberano existe excesso , preços serão baixos!!
Pouca oferta , ou oferta justa e os preços decentes!!!
Acordemos para um futuro melhor!!
Unamo nos para um futuro agrícola diferente
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Arlindo Pontremolez Varalta Ibirarema - SP 04/04/2017 11:33
Estimado amigos agricultores, ... Sei que de repente, ao parecer de muitos, isso pode ser uma loucura , mas o unico setor de tontos no Brasil se chama agricultura.
Enquanto todos os setores de commodities da economia mundial se unem para impedir as quedas de precos, vide petroleo, adubo, aco, etc etc, dimuindo a producao para garantir o ganho minimo decente para a sobreviviencia do negocio, nos agricultores " perffeitos idiotas da economia " vemos a forma de aumentar nossos custos com mais adubo, mais tecnologia, mais area plantada , cortrendo todos os riscos climaticos , colocando todo o nosso lucro na proxima planta e mais ainda o dinheiro emrpestado , endividando nos ate o pescoço , lutando contra ventos e mares , para que nosso produto valha cada vez menos em Chicago!!
Nossos especialistas em mercado e técnicos somente falam de aumentar produtividade!!
No ritmo de crescimento de tecnologia e aumento de produtividade em que vamos seguindo coim um crescimento assustador da produtividade ,mais a pergunta e " a que custo",!!!????
Consequentemente a produção mundial , crescendo numa velocidade espantosa , vide o brasil , saindo de 80 milhoes de toneladas para 106 milhoes de toneladas , em 3 anos , de igual maneria EUA, Argentina e Paraguai en dois ou trs anos mais nao vamos ter aonde enfiar a nossa soja!!!
Quem ganha com tudo isso???
O agricultor!!???
Nao quem ganha com isso sao os países importadores China e Cia , que estao dando de comer a milhões de pessoas a preco de banana!!
Quem mais ??Os intermediarios que ganham como seja o seu filao de comissao nao importanto os precos que recebam o que media fizeram os agricultores!!
Nesse ritmo em caso de uma demando menor da China ,porque qualquer problema que possa a vir a acontecer na sua economia e o seu crescimento seja menor do que 4 ou 5% a soja vira a 6 ou 7 dolares o bushel e estaremos quebrados .
Nao seria melhor e mais saudavel para os agricultores que somos os que colocamos em risco o nosso capital a cada safra, controlassemos a area de plantio de soja que se mobilizasse o brasil par tal.
Suponhamos uma diminuição da area de plantio da orden de 15 a 20% a nivel brasil.
Estarimaos falando de diminuir 20 milhoes de toneladas na producao mundial.
Essa area se faria outro cultivo secundario , ou pousio, enfim qualquer coisa menos soja!!
Com uma diminuicao dessas seguramente chicago iria para 12 ,13, quem sabe 14 dolares por bushel o que daria um ganho nos ingresos dos agricultores por diferenca de precos de 26 a 47% sobre a area plantada. 20%.
Porque o aumnbeto do preco seria sobre o volume semeado coo o custo e o mesmo teriamos um lucro liquido sobre cada ha plantado superior a area nao plantada!
!!
Enquanto nos agricultores suamos a camisa de sol a sol de janeiro a janeiro , os economistas , brokers,atravessadores, chineses, bancos , emrpresas de agroquimicos e tecnologia se fazem cada vez mais ricos , fazendo nos pensar que produzir mais nos faram mais ricos e felizes!!.
Agricultura e um negocio e como tal deve andar ao lado da matematica da economia caso contrario seremos eternos empregados do pessoal que nos faz de escravos , fazendo nos pensar que o melhor lugar do mundo e a senzala!!
Enquanto o tatu nao conseguir olhar opara cima , vai pensar sempre que o melhor lugar do mundo e o buraco!!!,
Sou agricultor, cansado de ter que andar atras da tecnologia para fazer aumentar a produtividade, e embaixo dos pes de Chicago e Cia.
Atte
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Caro Arlindo...o produtor de comoditie..tem que saber que nesta atividade se ganha por volume com margem apertada..quem não quer produzir comoditie deve produzir alho..cebola..batata..mandioca..feijao..veja na década de 70 quantas empresas que trabalhavam com soja...e veja quantas tem hoje..4 ou 5...ou seja empresas com estrutura para atuar com altos volumes e margens apertadas..aliás esta 4 ou 5 sao as mesmas no mundo....
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Paulo Roberto Rensi
Bandeirantes - PR
Alguém se lembra da visita do George Bush ao Brasil. O Lula bradava que iria transformar o etanol numa commoditie, pois é, os EUA num piscar de olhos elevaram sua produção anual de etanol de milho para mais de 18 bilhões de litros, vindo, inclusive, exportar etanol para o Brasil. ... Seria essa a intenção do Sr. lula? ... Abrir o mercado par o etanol americano?
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carlo meloni
sao paulo - SP
nesta estória do etanol so' podemos chegar a uma conclusão :::O LULA E" UM SEMIANALFABETO ALÇADO A UM PATAMAR INCOMPATIVEL PELO VOTO DE OUTROS SEMIANALFABETOS
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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Dalzir Vitoria Uberlândia - MG 04/04/2017 10:26
Tiraram meu comentario desta materia..que feio Joao Batista....democracia só quando dão opinião igual a do site e seus amigos..depois reclaman dos outros..
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Tinha feito naquela reportagem da cana da alta produtividade mais ou menos assim...Barbaridade TCHE...axei que a IMBRAPA é qui tinha pisquizado..ahhhhh isquici que a imbrapa é aquela que custa muito..gasta muito e faz muito pouco...e o Joao Batista glozou o comentario
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
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LUIZ CARLOS RODRIGUEZ Atibaia - SP 04/04/2017 09:29
MOBILIZAÇAO JÁ E VOTO NULO
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LUIZ CARLOS RODRIGUEZ Atibaia - SP 04/04/2017 09:29
O GOVERNO FAZ CARIDADE COM O CHAPEU DOS OUTROS. O PRODUTOR RURAL JA PAGA SEUS IMPOSTOS. O PROBLEMA É QUE OS GOVERNANTES QUE ROUBA O bRASIL, QUEREM QUE O POVO TRABALHADOR, SEJA ELE DA AGRICULTURA,PECUARIA,INDUSTRIAS, OU DO COMERCIO, SEJA RESPONSAVEL POR ISSO. ATÉ CONCORDO EM PARTES, POIS SOMOS UM GADO CONDUZIDO PARA O ABATE SEM RECLAMAR. MOBILIZAÇAO JA, E VOTU NULO
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Caro Luiz..a industria..o comercio..e pessoas jurídicas rurais pagam a previdencia a parte da empresa...o produtor rural pessoa física tinha uma lei que obrigava a pagar..entraram na justiça e agora terão que pagar..ora todos são iguais perante a lei..ou estou errado!!!!
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LUIZ CARLOS RODRIGUEZ
Atibaia - SP
concordo, na verdade todos, menos o governo e uma casta dos funcionarios publico. nao sou contra a aposentadoria do trabalhador rural que trabalha no sol até mais dos 60 anos. Alias nós sabemos que o problema do inss, nao é a iniciativa privada sim funcionarios publ. estaduais municipais ,federais e principalmente politicos. sera que todos sao iguais perante a lei. A agricultura segura a economia do Brasil a quantos anos. agora mesmo tives uma seca na bahia, perderam mais de 40% da sua safra.. Mas tem uma saida, sair da fisica e ir para juridica. Os governos sao muito gulosos. Nossa carga tributaria ja é um absurdo. agora mais essa, mais icms sobre a carne e outros impostos que ha de vir. enquanto isso, no paraiso da dinamarca, nao acontece nada. o que nos queremos para os nossos netos, filhos. um Brasil de pessoas espertas, ou pessoas inteligentes e propera. O produtor rural tem seus prestadores de serviços e paga por isso, paga IR Meu amigo na verdade, imposto deveria ser pago sobre resultado positivo, e mais meus colaboradores, meus filhos, netos tirassem proveito disso, com boas,segurança, escola,saude e educaçao. desculpe sao tantos impostos. um forte abraço amigo
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Dalzir Vitoria
Uberlândia - MG
Chega ser um insulto à classe agronômica ler que fungicidas são "sistêmicos". Há quantos anos observamos resistência da ferrugem (Phakopsora sp.) aos triazóis e, mesmo assim, usamos produtos com o mesmo em sua formulação? Claro, não estamos usando em misturas isoladas..., realizamos um manejo integrado para controle de doenças, rotacionamos ingredientes ativos, realizamos-se mistura dos mesmos, utilizamos multissítios..., tudo isso está dentro de um manejo. Em meu ponto de vista percebo que as carboxamidas ainda são as ferramentas mais eficientes no manejo (preventivo) da ferrugem.