Fala Produtor

  • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG 26/08/2016 06:15

    Que bolsa mais idiota, cada dia uma desculpa, isto não existe é melhor fechar esta porcaria...

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    • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG

      Quantidade de café não tem dúvidas, oferta já esta definida, safra do ano que vem

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    • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG

      comprometida pela geada...espera o que ...um terremoto...

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    • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG

      Também já venderam aquela sucata do Texas pra Petrobrás e já passaram a mão no Pré

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    • victor angelo p ferreira victorvapf nepomuceno - MG

      sal, a gente esperá o que...

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  • Nilton Cunha Santo Ângelo - RS 26/08/2016 00:50

    Caras pessoas que comentaram este artigo. Normalmente eu me contenho em tais publicações, porque respeito as mais variadas opiniões, mesmo que não concorde. Porém, no presente caso, como sequer uma criatura argumentou contrariamente, resolvi me manifestar.

    O cálculo está equivocado. Isso porque, se for considerada um receita bruta de R$ 16.221.345,00 como sendo a entrada de uma cooperativa, deve-se levar em consideração as legislações tributárias, que geralmente nas áreas prioritárias, como é a agricultura, ensejam uma exigibilidade de tributos não mais que 35% dos lucros brutos, sem acréscimos patrimoniais decorrentes de aplicações bancárias. Veja-se que exagerei bastante na tributação, pois tais empreendimentos possuem isenções fiscais.

    De outra perspectiva, vêm as despesas de próprio modo de produção agrícola, que, no modelo de produção orgânico são baixíssimos em comparação com o modelo tradicionalmente utilizado nas lavouras brasileiras. Não ultrapassando a ordem de 5% da receita bruta.

    Conforme, informações do próprio site, as sementes são produzidas, beneficiadas e fornecidas pela própria cooperativa, de modo que os gastos são ínfimos quando comparados ao sistema tradicional.

    Ainda, umas das principais informações a serem acrescentadas é que a cooperativa beneficia os produtos antes de repassá-los aos consumidores finais. Nessa linha, o beneficiamento agrega valor aos produtos que são produzidos sem biotóxicos, que se depositam nos lençóis freáticos e impregnam no solo durante anos.

    Diante disso, constata-se que, embora o cálculo tenha levado em conta os valores de comércio comumente utilizados para tais grãos, não há que se falar em lucro reprimido, haja vista que os produtos não são vendidos para serem beneficiados, mas já saem da cooperativa envasados e prontos para serem consumidos, tendo valor agregado. Esclareço que os produtos não necessitam de propaganda para venda, pois possuem os selos de grãos orgânicos, podendo serem vendido por altos preços e, ainda assim, encontrarem consumidores que os comprem, em razão do modo de produção utilizado.

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  • wellington almeida rodrigues Sucupira - TO 25/08/2016 20:28

    Concordo plenamente com você, Rogério..., sou de Itumbiara GO, hoje atualmente estou no estado de Tocantins, há 3 safras..., compramos adubo da yara nesta safra, vindo de São Luís MA, fiquei besta quando vi o valor do ICMS de uma das cargas que veio, 37 toneladas, sendo 19 de adubo e 18 de KCl, ficou no valor de R$ 4.112,86 de ICMS, R$ 111,15 por ton..., assim fica difícil ganhar dinheiro, pois tudo que ganhamos eles tomam de volta com impostos..., isso é insuportável, e, como você disse, um verdadeiro câncer de último grau..., o pior de tudo não vejo retornar em nada de benefícios a nós, produtores..., andamos em estradas de chão que tem três anos que não se vê uma patrola da prefeitura, uma verdadeira buraqueira, ponte de madeira quebrada..., e o estado falando que está quebrado, não tem dinheiro..., aqui está faltando alimentos nos hospitais, tem base, a sociedade está doando alimentos para os doentes, que situação é essa, à qual chegamos..., fica difícil, manter esses bezerros cabeludos mamando na teta do estado..., sem falar o ICMS do feijão que é 12 % no estado, igual ao Guilherme falou, e o sindicato querendo que se prejudique os importados..., receber mais e mais impostos, essa não é a saída, esse não é o modelo certo para quem produz, não temos condições de pagar mais impostos, não damos conta, está no gargalo, e se formos depender da sociedade, estamos fritos...!

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    • sandro roberto lautert condor - RS

      Caro Wellington. os impostos é que mantém a maquina Estatal. Salários de Governador, juiz, prefeito, vereador. e tantos mais. Nossos deputados tem a obrigação de ver o que está acontecendo. mas também recebem seus sala´rios e verbas dos impostos. Então vai lá a pergunta. Quem destes que eu citei aceita baixar vencimentos, cortar verbas e outros?

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  • Everson M. Danguy Tuneiras do Oeste - PR 25/08/2016 19:08

    O requião como gorvernador do paraná era contra a agricultura do estado, agora defendendo este governo ladrão do pt, alguma coisa há por trás disso, com certeza..

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  • carlo meloni sao paulo - SP 25/08/2016 16:39

    Achei muito interessante a foto compartilhada por J.B. Olivi, em seu facebook. A foto mostra a Dilma de costas, carregando a sua mala à beira da rodovia, e na placa o numero 171... lembrando o estelionato.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Dentre as crises que vivenciamos ao longo das nossas vidas, qual é a verdadeira razão dessas inúmeras crises e, cada qual sendo maior que a antecessora?

      O ser humano tem uma volúpia por poder e controle da vida alheia e esse desejo, penso que a cada geração tem aumentado. Deve-se fazer uma pesquisa para ver se os genes que formam essa característica são de alelos dominantes; pelos fatos não devem ser genes recessivos.

      Estamos em pleno século XXI, onde com um "clique", montanhas de dinheiro são transferidos a milhares de quilômetros, supercomputadores trabalham diuturnamente, para que ações de trabalho e capital apresentem resultados "eficientes" aos grupos empresariais.

      PORQUE OS GOVERNOS SÓ APRESENTAM "DÉFICIT FINANCEIROS" ???

      Na famosa "Reforma Política", não seria interessante que o candidato ao cargo eletivo devesse apresentar um mapa genético do seu DNA, comprovando que ele não possui esse "DESEJO" POR PODER E CONTROLE DA VIDA ALHEIA.

      Acho que seria um grande passo para que a gestão pública não nos presenteie com tantos espantos !!!

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      ESTELIONATO ELEITORAL

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  • Rogerio mendes lopes Morrinhos - GO 25/08/2016 13:54

    O ICMS é o câncer da produção brasileira, e apesar de ser tão injusto, não vejo nenhuma representação da sociedade lutar contra este mal terrível que o governo estadual aplica contra a população, já chegou a hora de atacar esse tributo injustíssimo!

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      CQD... Em nenhum momento o sindicato pede por mais liberdade e melhores condições para produção interna de fertilizante. Não! Ele quer "que prejudique os importados" para ficar ruim igual para todos, assim o consumidor não tem escolha e tem que comprar o que vai sendo impostos por esse sistema de capitalismo de compadrio. E a mesma logica de operação da PetroBras. Monopólio para estatal.

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    • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS

      Respeitosamente, me parece que o entrevistado traz uma série de informações distorcidas e que notadamente buscam induzir a um entendimento que não corresponde exatamente a realidade.

      Em primeiro lugar, o ICMS incidente sobre matérias primas e fertilizantes acabados é ZERO em todas as transações realizadas dentro dos Estados em que os estabelecimentos se encontram registrados. Nas vendas interestaduais, incide uma tarifa com 30% sobre a base normal, ficando em 8,4%.

      As matérias primas de Fertilizantes são importadas, quase que exclusivamente por Misturadores que se encontram próximos aos Portos de Descarga. Essas importações estão isentas de ICMS e PIS/Cofins quando nacionalizadas, transformadas e comercializadas dentro do Estado do Importador.

      A tributação sobre a Importação vai elevar de fato o custo final para os Produtores, na medida em que as margens dos Misturadores é bastante baixa.

      A propalada "autosuficiência" de Fertilizantes no Brasil há anos que se mostra inviável e vejamos algumas razões:

      1) Nitrogenados

      Dependem essencialmente de Gas Natural, cujo Monopólio é da Petrobrás.

      Há poucos anos atrás, quando um Consórcio de Cooperativas do Paraná se organizou para produzir Uréia recebeu a negativa do então Presidente da Petrobrás (Sergio Gabrielli) que teria argumentado que não garantiria o fornecimento contínuo de Gás Natural e que a proposta afrontava o interesse da Estatal de produzir em Três Lagoas, onde havia se iniciado um MEGA-PROJETO (que me parece estar paralisado). Na ocasião, enquanto no mercado internacional o Gás Natural era vendido por algo em torno de USD 2,50/MBTU, a Petrobrás repassava por algo próximo a USD 10,00/MBTU aos consumidores industriais.

      A Uréia depende totalmente desse insumo energético e o Brasil não tem a menor condição de competir com grandes produtores, como a Russia e outros;

      2) Cloreto de Potassio

      As ocorrências mais concentradas de Silvinita (mineral de onde se extrai a maior parte do KCl no Mundo) encontram-se na Amazonia, numa profundidade superior a 500m e aparentemente não possuem concentração viável para o aproveitamento competitivo em termos industriais. Contribuem para inviabilidade desses Projetos a distância das principais regiões de consumo, o que significa uma logística muito cara, além de problemas ambientais e necessidades de criação barreiras tarifárias para "equalizar" os preços com a paridade de importação;

      3) Fosfatados

      O Sr. Rodolfo Galvani, aparentemente, representa também os interesses do Grupo Galvani que detém posições estratégicas de fontes de Fósforo. Na mesma linha de raciocínio do Cloreto de Potassio, me parece que se o Fósforo no Brasil fosse realmente viável de ser explorado na escala que se necessita para cobrir o consumo da Agricultura, a falta de competitividade não estaria centrada na alíquota de ICMS, tendo em vista os custos logísticos que os produtos importados devem enfrentar para chegar até o Brasil.

      Se fossemos realmente competitivos nesse insumo, a desejada independência em relação a importação seria uma realidade claramente demonstrável em termos econômicos.

      Invertendo a discussão, imaginemos que nossos maiores compradores decidissem aplicar uma tarifa antidumping sobre a Soja produzida por aqui, alegando que temos custos menores, artificialidades como "subsídios" e que houvesse a necessidade de "equalizar" as contas para viabilizar o plantio local.

      Não podemos ser competitivos em tudo. Somos muito bons na produção de Soja porque contamos com as condições naturais que outros países não contam, entre outros aspectos, assim como não podemos simplesmente num rompante "nacionalista" substituir importações para atender a interesses muito concentrados de um pequeno Grupo de Industrias, sejam elas de capital brasileiro ou estrangeiro.

      Não represento interesses estrangeiros e como brasileiro realmente gostaria de ver a industria daqui forte, gerando empregos e riquezas.

      Entretanto, há que se ter muito cuidado com abordagens de cunho "socialista" que buscam reservas de mercado com o apoio estatal baseados em argumentos frágeis, os quais geram muito mais ônus coletivo do que benefício.

      Essa discussão é extremamente oportuna para que se libere integralmente a possibilidade dos Agricultores importarem os seus Insumos e reduzirem o Custo de Produção.

      Daí que virá a "independência" do Agricultor e não da reserva de mercado artificialmente criada para beneficiar um pequeno Grupo.

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Eduardo, permita-me fazer um comentário pontual na sua explanação. O MEGA-PROJETO em Três Lagoas-MS, da Fabrica de fertilizantes nitrogenados tem a "garantia" de fornecimento do gás natural boliviano. Sim o ramal do gás vindo da Bolívia, os tubos enterrados passam por Três Lagoas. Agora a garantia do Evo Morales, bem essa está nas nuvens das fumaças dos cachimbos de crack. Não podemos nos esquecer que todos esses investimentos foram durante os governos Lula/Dilma. Só faltou medir o "RISCO/CARÁTER" !!!

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    • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS

      Sr. Paulo muito bem observado.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      estive em 3 lagoas em 3/8/2015, o projeto esta abandonado mesmo, a cidade esta passando por sérios problemas, pois muita gente investiu e se mudou para o local contando com esse empreendimento e outros que também "micaram" por lá.

      O comércio estava todo em liquidação de estoques, economia parada, inclusive fui comprar pneus lá, pois estavam em um promoção imperdível.

      veja o titulo da noticia de um jornal regional

      Abandonada, obra da UFN3 em Três Lagoas pode virar a "Pasadena de MS"

      http://www.aguaclarams.com.br/noticias/2016/05/16/48539/abandonada-obra-da-ufn3-em-tres-lagoas-pode-virar-a-pasadena-de-ms-.html

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Abandonada, obra da UFN3

      pode virar a "Pasadena de MS"Fábrica está com construção paralisada já há cinco anos

      http://www.correiodoestado.com.br/cidades/tres-lagoas/abandonada-obra-da-ufn3-pode-virar-a-pasadena-de-ms/277906/

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Outro ponto citado na entrevista que não se configura em realidade na pratica, é que a tal restituição do ICMS pelo produtor, quem já lidou com isso na pratica e não tem um equipe especializada de contadores e advogados sabe que é desgastante e oneroso. Fora que não se resgata 100% do credito, como esse não volta em dinheiro, tem que ser trocado em produtos e nem todos estabelecimentos aceitam os créditos, os poucos que aceitam cobram um taxa. Quando troquei por um implemento agrícola em 2011, me cobraram 30% de taxa. A cada 1.000 reais de ICMS que eu tinha disponível, na conversão para o equipamento ele só valia em torno de 700 r$.

      Fora as taxas e custos para o contador liberar esse credito.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Em protesto, bolivianos ameaçam cortar fornecimento de gás ao Brasil: http://economia.uol.com.br/noticias/efe/2015/11/20/em-protesto-bolivianos-ameacam-cortar-fornecimento-de-gas-ao-brasil.htm

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  • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 25/08/2016 13:51

    Sr. Carlo, muito interessante o seu comentário sobre o Benzoato de Emamectina. Em 2013, no auge do ataque da lagarta Helicoverpa, publiquei alguns artigos a respeito.

    http://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-principais/123376-controle-da-lagarta-helicoverpa---custo-hectare-num-pais-serio.html#.V78anVehUsI

    Na ocasião, apenas uma empresa detinha o registro do produto no Brasil e acredito que continua exatamente igual. Enquanto isso, naquela época havia na China ao redor de 160 registros no ICAMA (órgão chinês vinculado ao Ministério da Agricultura) com formulações aprovadas para comercialização. O preço médio era uma fração do nosso aqui na mesma concentração de ingrediente ativo.

    Em artigo anterior a esse fiz uma paródia sobre a "Fusão da Lagarta com a Mosca Branca", o que supostamente teria aborrecido a algumas figuras importantes do setor: http://www.noticiasagricolas.com.br/artigos/artigos-geral/122836-mega-fusao-do-agro-sociedade-entre-a-lagarta-e-a-mosca-branca.html#.V78fq1ehUsI

    Conheci uma empresa muito grande em 2006 na China, dentre muitas outras que visitei por lá nos últimos anos, mas essa em especial me chamou muito a atenção pelo alto padrão tecnológico.

    Se chama Hebei Veyong. Essa industria está presente nos registros como fornecedora do Produto Técnico de algumas empresas brasileiras. Curiosamente, um dos fornecedores daqui que não sintetiza a molécula que vende, afirmava a campo na época que os produtos chineses não prestavam e que somente a referida empresa detinha a tecnologia "confiável" para o produto. Vi esse tipo de comportamento várias vezes ao longo dos anos aqui no Brasil, ora fruto da ignorância de vendedores afoitos, ora por má fé comercial diretamente.

    O fato é que as empresas chinesas que tenham se submetido às regras estabelecidas pela FAO são consideradas como tecnicamente seguras e deveriam ser autorizadas para exportar ao Brasil sem travas burocráticas.

    Seria muito mais inteligente que o Ministério da Agricultura no Brasil investisse na fiscalização da qualidade dos produtos aplicados a campo ao invés de submeterem o País aos caprichos de técnicos arrogantes, que creem deter conhecimento superior e que se postulam como julgadores de quem pode ou não atuar no mercado.

    Não estou nem falando da Mafia dos facilitadores de processo que orbita em torno da ANVISA e do IBAMA, cobrando fortunas para agilizar trâmites meramente burocráticos.

    Muito importante é ter a consciência de que no Brasil não existe a Síntese de Moléculas, mas sim a utilização de sais concentrados que são diluídos para aplicação no Campo.

    Em 2010 ocorreram episódios graves que comprovaram a adulteração de quantidades enormes de Agroquímicos por parte de algumas Multinacionais de renome. Se a Lei de Agrotóxicos houvesse sido cumprida naquela ocasião e não houvesse ocorrido um ABAFAMENTO escandaloso do assunto, algumas dessas empresas teriam sofrido a cassação sumária dos seus registros. O resultado é que até hoje permanecem no mercado com programas de marketing agressivos, ressaltando suas maravilhosas tecnologias e vendendo produtos genéricos a preços bem superiores aos praticados em lugares onde a legislação é mais simples e os procedimentos mais ágeis.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Ainda continua proibido?

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Sr. Carlo, sim a lei continua proibindo a terceirização de atividades diretas. O Pl foi aprovado na câmara dos deputados, agora esta aguardando apreciação do senado, onde tem que ser aprovado e enviado a sanção presidencial

      http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=267841

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  • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 25/08/2016 12:18

    Amigos, acabo de ver que o debate que nasceu despretensioso com o Sr. Guilherme Lamb adquiriu uma dimensão maior e está trazendo a participação de mais pessoas qualificadas, como o Srs. Rodrigo Pires e Carlo Meloni. Felicito ao Noticias Agrícolas por dar destaque a esse "Bate-Papo". Do meu lado, e acredito que dos Senhores também, não há interesses de ordem política ou comercial, buscamos simplesmente o aperfeiçoamento do setor pela via do conhecimento e da liberdade de ação. Essa discussão me despertou a curiosidade de buscar informações detalhadas sobre os "prós" e os "contras" do ponto de vista econômico da terceirização das atividades que envolvem o maquinário agrícola em comparação com o sistema tradicional. Tão logo obtenha dados confiáveis de forma organizada, terei enorme satisfação de compartilhar com os Amigos. Acho que podemos sugerir ao Noticias Agrícolas a criação de um canal permanente para debates desse nível, onde possamos compartilhar informações técnicas e análises sobre temas de interesse comum. O que lhes parece? Abraços, Eduardo

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Sr Eduardo, eu entrei no assunto porque estava procurando um comentario que

      dizia ter o Brasil um unico fornecedor de emamectina , e um amigo meu dono de uma grande empresa italiana se interessou em concorrer com esse fornecedor--Peço gentilmente o email do leitor que fez esse comentario me parece ser o sr Lamb----

      Com relaçao ao assunto TERCEIRIZAÇAO usei o exemplo da WEG catarinense que eu vivi de perto.----------Mas considerando o interesse que esse assunto despertou gostaria de acrescentar mais algumas observaçoes---Na decada de 70 a palavra terceirizaçao ganhou um impulso descomunal parecia o novo OVO DE COLOMBO-------Na Italia os beneficios socias recolhidos sobre a remuneraçao do trabalhador equivalem ao mesmo sistema existente no Brasil-------Os empresarios italianos para fugir ao sistema começaram a terceirizar a fabricaçao de todos os componentes e na fabrica so' restaram poucas pessoas que montavam e faturavam os produtos----Era uma alegria geral-----testemunhei na cidade de Lodi uma moça chegando ao trabalho as 10hs dirigindo o seu carro , retirou o seu capote ( pelliccia) e sentou para enrolar motores eletricos-------Os empregados ganhavam mais e os empresarios gastavam menos-------Na Italia em decorrencia dos successivos desmembramentos de propriedades por motivo de herança prevalece o minifundo e por causa disso torna-se obrigatorio terceirizar maquinas agricola---Para

      encurtar a conversa, veja a situaçao da Italia hoje-------Na penuria----- ENTAO MEU RESUMO DE QUEM JA" VIU MUITAS COISAS A TERCEIRIZAÇAO NAO PODE SER VISTA COMO ATIVIDADE IDEAL MAS COMO UMA ATIVIDADE SUPLEMENTAR A SER UTILIZADA EM DETERMINADAS CIRCUSTANCIAS MAS O MELHOR DE TUDO NA VIDA E" SER DONO DO PROPRIO NARIZ E PONTO FINAL---

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Sim Eduardo, uma conversa informal e despretensiosa, acabou tomando um rumo diferente e proporções "inimaginadas". Tanto é que acabou passando diversos erros de digitação da minha parte.

      Gostaria de pedir novamente ao TI do site para permitir a inserção de parágrafos nas mensagens que enviamos, e também o campo de digitação aqui as vezes se restringe ao espaço de uma linha, dificultando a verificação ortográfica

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Eu acabei me estendendo demasiadamente em detalhes durante minhas explanações, pois a questão é demasiadamente complexa.

      Mas tento resumir agora, o nosso problema da falta de terceirização de deve a problemas legais e estruturais de cunho político e ideológico, a falta dela no caso.

      A terceirização no Brasil não seria nenhuma panaceia para, nós visto que a falta dela não é causa e sim um efeito do problema. Todos esses custos que o produtor tem com as maquinas a empresas especializadas também vão ter (sendo a vantagem que em teoria seriam melhores diluídos na escala de "produção/utilização/operação" diante de alguns casos de maquinas particulares, como expliquei acima, mas não geral). Porém a partir do momento que essas empresas fossem formalizadas no Brasil, iriam sofrer com toda burocracia e carga tributária aqui vigente, custos trabalhistas, jurídicos e outros, o que já seria repassado ao custo do serviço. Praticamente os prestadores de serviço informal já cobram um valor que inviabiliza a terceirização em muitos casos, o que dirá quando acrescente os custos da "formalidade" da pessoa jurídica. A empresa vai cair nas mesmas condições insalubres de todas as outras que atuam no país. Então acaba ficando nas mesmas condições ruins que temos em outros setores.

      Aí entramos no campo burocrático, como exemplo o tempo gasto para se abrir uma empresa no Brasil é em torno de quatro meses, o que pode se estender por maiores períodos. Nos EUA 2 ou 3 dias: http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/no-br-sao-3-meses-para-abrir-a-empresa-no-exterior-sao-4-dias/

      Portanto, a questão é dar liberdade e boas condições econômicas para quem quer produzir e empreender, o resto as leis de oferta e demanda se encarregam de regular.

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    • FABIANO DALL ASTA Canarana - MT

      Grosseiramente falando , além dos problemas burocraticos e de custos , tem o fator confiança , honestidade e em muitas operaçoes agricolas podera haver problemas na tomada de decisão de fazer ou não , o momento de fazer e de que forma. Resumindo , é melhor ser o dono e ............ quiçá um dia , os preços das maquinas e dos custos baixarem.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      Sim Fabiano, essa questão cultural que predomina no Brasil, o caso do jeitinho, a malandragem que muitos praticam ate de forma "involuntária", subconsciente é um grande problema, alias pode ser uma das causas da nossa situação, visto que isso reflete diretamente nos nossos representantes políticos.

      aqui há esse cultura de achar que roubo de sinal de TV, de energia elétrica e de bens "intangíveis" é normal,

      Isso acaba se estendendo a outras coisas também, eu já ouvi casos de problemas com serviços agrícolas prestados, "sobras" de fertilizantes e sementes sendo desviadas por exemplo. Quem partir para terceirização vai deixar um fiscal acompanhando em tempo integral o prestador de serviço para saber se não esta sendo roubado, se o fertilizante esta realmente sendo aplicado na dose correta?

      Isso tudo vai inviabilizando as coisas no país.

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    • Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS

      Novamente o "Risco Caráter" torna-se o elemento que distorce um modelo consagrado em outros países. Estou de acordo com a visão exposta pelo Guilherme Lamb. É uma lástima realmente, mas é uma realidade.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      falando em comparações, o cadastro "positivo" ou o "Risco Caráter" como citou o Eduardo, é amplamente usado nos EUA, mas sem imposição estatal.

      As taxas de juros de mercado que já são muito baixas, e isso sem subsídios, ficam ainda mais baixas para que tem bom histórico de credito (bom Caráter).

      Por exemplo, a taxa padrão do Banco Chrysler para financiar veículos nos EUA de acordo com o site da Ram trucks (Dodge) é de 2,9%. Sendo que essa pode variar de acordo com o histórico de credito do cliente. JUROS ANUAIS PARA COMPRA DO VEICULO.

      Esses juros podem cair razoavelmente para bons pagadores.

      Aqui no Brasil algumas empresas já trabalham internamente com histórico de pagamentos dos clientes dentro do próprio estabelecimento para dar descontos, eu participo de um programa assim para compra de defensivos, porem devido ao custo Brasil, a margem para aplicar isso por aqui é estreita, limitada...

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  • Jeronimo Rigoni Jaguaré - ES 25/08/2016 10:42

    Meu amigo de São Gabriel da Palha (ES), para um produtor que sofreu com a seca (que deve ser o seu caso) e que ainda tenha água ainda para irrigar as lavouras, tudo bem... talvez o custo do connilon fique nos 50% com esses preços atuais na casa de 400 reais. Mas esse caso são a minoria dos produtores do ES que colherão uma safra boa.. o restante nem sabe se colherá safra em 2017 caso continue esse clima como está... Com uma produtividade peguena -- como é o caso da maioria dos produtores do ES -- o custo por saca sobe lá pra cima. Portanto, sua opinião reflete uma pequena minoria dos produtores do ES que possuem água ainda para irrigar suas lavouras.

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  • Diego J. bastos Abreulandia - TO 25/08/2016 07:59

    Oh gestaçao demorada! Ate que enfim chegou a hora do parto...

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 25/08/2016 07:58

    Gilmar Mendes pensa que pode evitar a desmoralização do STF, não pode, todos os brasileiros sabem que são desmoralizados pelo que praticaram e praticam. Ao querer defender o STF só faz escancarar a bandidagem e criminalidade dentro da instância máximo do poder judiciário, protegendo colegas que enriquecem ilicitamente participando das quadrilhas que assaltam o dinheiro do pobre contribuinte brasileiro.

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 25/08/2016 07:25

    https://criticanacional.wordpress.com/2016/08/25/urgente-esquerda-tenta-recriar-decreto-8243-dos-conselhos-populares/

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 25/08/2016 07:24

    Urgente: Esquerda Tenta Recriar Decreto 8243 dos Conselhos Populares (paulo eneas / 2 horas atrás) -- A esquerda é persistente e incansável em seus esforços para destruir a democracia, solapar as instituições, cercear as liberdades individuais e promover todo tipo de acirramento de conflitos na sociedade para desestabiliza-la, para em seguida oferecer soluções que se traduzem em mais estado e mais autoritarismo. Os anos de gestão petista foram marcados por essas práticas autoritárias, seja na implementação de políticas públicas, seja na tentativa de subverter o ordenamento institucional do país de modo a submetê-lo ao projeto socialista criminoso de poder representado então pelo petismo.

    Um dos episódios dessa tentativa recorrente do petismo, quando ainda estava no poder, de subverter o ordenamento institucional do país para colocá-lo a serviço de uma causa ideológica, foi a edição do famigerado Decreto 8243 pela ex-presidente Dilma Rousseff. O decreto representava um golpe nas instituições políticas nacionais, uma vez que sob o pretexto cínico e mentiroso de aprofundar a democracia, na verdade a enterrava, retirando poderes e atribuições do parlamento e do poder judiciário e entregando-o aos tais conselhos de participação popular. Conselhos esses que nada mais são do que um eufemismo para designar aparelhos e currais, travestidos de movimento sociais, controlados pelo partido.

    A falácia da democracia direta

    O Decreto 8243 tentava na prática instituir a chamada democracia direta. A democracia direta é a expressão que designa todas as tentativas de comunistas e socialistas de liquidar com a democracia representativa, a única que de fato existe e merece ser chamada como tal, e transferir o poder político diretamente para o partido. Este por sua vez se encarrega ele próprio de conferir uma pseudo legitimação a esse poder monolítico através de seus próprios militantes, usando para isso os chamados conselhos populares.

    Portanto, democracia direta nada mais é que sinônimo de um regime político de ditadura socialista de extração soviética. A esquerda no mundo inteiro, em suas várias matizes, aspira implantar um regime de ditadura dessa natureza, e com o petismo não foi diferente. A tentativa de golpe de estado petista por meio do Decreto 8243 encontrou reação e resposta à altura junto a sociedade civil, como se pode ver nesse vídeo do professor Hermes Nery ou nesse artigo do portal Mídia Sem Máscara.

    A pressão da sociedade em defesa da democracia surtiu efeito e a Câmara dos Deputados derrubou o decreto em uma sessão histórica realizada logo após a vitória fraudulenta do petismo no segundo turno das últimas eleições presidenciais. A derrubada do Decreto 8243 foi uma derrota para os socialistas e comunistas abrigados no petismo e por extensão uma vitória da democracia e da nação brasileira.

    A esquerda não desiste e a sociedade precisa se mobilizar

    A derrota do famigerado decreto, entretanto, não representou de forma alguma o sepultamento das ambições ditatoriais da esquerda socialista. No mesmo ano de 2014, o deputado Chico Alencar do PSOL apresentou o Projeto de Lei 8048/14 que retoma os mesmíssimos pontos do decreto anterior. Denominado Política Nacional de Participação Social, o PL 8048/14 foi votado e aprovado no final de julho desse ano na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, conforme mostrado aqui. O projeto cria instâncias supostamente consultivas através de conselhos populares que poderão "participar do processo decisório" em assuntos de gestão de políticas públicas.

    Em outras palavras, a esquerda tenta novamente trazer à cena política a figura da democracia direta como mecanismo para solapar a nossa já frágil democracia, já combalida pelos anos de delinquência institucional da era petista. O site oficial da Câmara informa que o PL 8048/14 tramita em caráter conclusivo, o que significa que ele pode ser votado apenas pelas comissões encarregadas de examiná-lo, sem a necessidade de ir à plenário. O regimento da Câmara estabelece que esse caráter conclusivo pode ser revogado se houver recurso apresentado por 51 deputados para que a matéria seja apreciada pelo plenário.

    Portanto, é imprescindível e urgente que a sociedade civil se mobilize novamente e pressione os parlamentares contra esse projeto autoritário e antidemocrático. Em primeiro lugar é necessário pressionar para que ao menos 51 parlamentares apresentem recurso exigindo que o projeto seja votado em plenário. Uma vez alcançado este objetivo, a demanda seguinte será pressionar para que o PL8048/14 seja rejeitado em plenário, para sepultar mais uma vez essa outra tentativa da esquerda de golpear a democracia brasileira.

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    • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP

      não desistem de tentar transformar o Brasil na venezuela do sul

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  • Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 25/08/2016 06:02

    Amigos, recomendo fortemente a leitura do terceiro comentário do Guilherme Lamb, leiam com atenção suas considerações, e não digam que todo mundo sabe disso, o ponto é... por que não muda? Afinal se sabemos e temos gente com capacidade de expressar isso de maneira correta, por que essas pautas nunca chegam nas discussões das bancadas? No mesmo comentário Guilherme aponta a solução, que diga-se, é evitada pelo próprio ministro da agricultura Blairo Maggi, que afirmou ontem que o governo precisa arrecadar "para manter as coisas funcionando". Mediocridade é apelido para isso, pois é justamente para evitar que as coisas funcionem que existem impostos. Tirem os impostos e já não haverá politicagem com funcionalismo público devido à algo muito simples, não haverá dinheiro para isso, para manter as coisas funcionando. É isso, o Sr. Blairo Maggi é o maior representante do crony capitalism, me desculpe se escrevi errado Guilherme pois nem falar inglês falo, mas do capitalismo de compadres, e por isso finge estar ao lado dos produtores, quando na verdade quer salvar as empresas penduradas no BNDES para não desmoralizar de vez todo o novo governo. Não dá para fazer as duas coisas ao mesmo tempo. No final da propaganda politica, quando começa a ser pressionado pelos repórteres alinhados ao funcionalismo público, foge vergonhosamente, pois sabe que as medidas anunciadas não resistem cinco minutos ao escrutínio, mesmo dos produtores rurais, por isso faz referência a casos isolados, falando de carimbos, de unhas encravadas, de desburocratização, mas muito espertamente sai de fininho quando indagado a explicar quais são essas "coisas" que devem ser mantidas funcionando.

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