Fala Produtor
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luiz ricardo lacerda Goiânia - GO 01/06/2017 17:55
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Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 01/06/2017 16:37
Gostaria de fazer um comentário sobre o milho safrinha. Muitos analistas que recebem um jabaculê dos grandes usuários de milho estão gritando que teremos umas super safra, que irá inundar todo o hemisfério ocidental com grãos. Bem, aqui na região que moro a situação não é muito boa. Faz tempo que não vemos o sol. Muito tempo mesmo. As doenças estão "derretendo" as folhas das plantas de milho. Tem muitas lavouras que estão com folhas mortas, secas, e as espigas verdes. Estes hibrídos modernos são muito doentios e precisam de 2 ou tres aplicações de fungicidas. Mas quando olhamos o preço do milho e o preço do fungicida, desistimos de comprar o fungicida.. Então tem muita lavoura com uma ou nenhuma aplicação. Quando casca as espigas, observa-se muitos grãos chochos na ponteira. Isso não vai produzir milho de qualidade e em quantidade.
Para piorar, a previsão é de mais uns 12 dias de chuva. Então prestem atenção quando forem dar entrevista e falarem na latinha do microfone. Supersafra já era. Estamos caminhando para um super mico.
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Euclides de Oliveira Pinto Neto Duque de Caxias - RJ 01/06/2017 14:59
Mais uma grande mentira !!! Manipulações não conseguem modificar a real situação economica do país - em profunda recessão !!! Não adianta ficar tentando enganar o povo, nem os empresários... todos sabem que o país não caminha enquanto o atual governo continuar... as autoridades que pensamos responsáveis mostram a sua cara... ou seja, inteiramente comprometidos com os bandidos que tomaram o poder... é desanimador... só o povo tem condições de virar o jogo... mas precisa de coragem e audácia, não ficar esperando que "Deus nos ilumine..."
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diogo ferreira moura Uberlândia - MG 01/06/2017 12:52
Quem não possui, já passou da hora implantar o seu, vale verificar a fundo cada provedor, seu tempo de mercado, qual sua posição atual e futura.
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Franciele Cristina da Silva Moreira
Patos de Minas - MG
Quando você diz "cada provedor", existem outras ferramentas que se assemelham ao FieldView?
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carlo meloni
sao paulo - SP
A MONSANTO QUE DE SANTO NAO TEM NADA
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Franciele Cristina da Silva Moreira
Patos de Minas - MG
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Paulo Severo Tupanciretã - RS 01/06/2017 12:32
Realmente deve-se aumentar a área de plantio , pois o estoque mundial é baixo e os preços estão atrativos!!! Rsss. Essas lideranças do nosso Agronegócio são uma piada.
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Paulo Severo
Tupanciretã - RS
O produtor deveria esse ano era reduzir a área de plantio em até 6% e plantar culturas para recuperar a fertilidade das áreas mais fracas , pois a grande maioria das propriedades tem um percentual de áreas que não produzem a produtividade esperada é olhar um mapa de colheita.
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Paulo Severo
Tupanciretã - RS
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Edmundo Taques Ventania - PR 01/06/2017 12:31
Parece um pouco reflexo de uma noticia que li aqui no NA, alguns meses atras de que o consumidor médio chines estava mudando padrão de consumo, não querendo mais consumir derivados de trangenicos. Os Chinas querem convencional, eu tenho aqui na fazenda. Querem que o produtor brasileiro plante mais essa tipo de soja, ok nós temos capacidade pra isso. Mas ponham na conta todo o custo de adaptação/produção/segregação e o trabalho (muito maior) para produzir esse tipo de produto e não me venham com esse ridículo bônus de 13-15% oferecido hoje, porque nesse percentual não compensa. Pessoal quer file a preço de coxão duro!
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carlo meloni
sao paulo - SP
ESSAS NOTICIAS SAO JOGADAS COMERCIAIS , ENTAO ACONSELHO O SENHOR A JOGAR JUNTO COM ELES,, ISTO E" A NOSSA JOGADA E" JOGAR NO LIXO---
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carlo meloni
sao paulo - SP
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Liones Severo Porto Alegre - RS 01/06/2017 11:53
Quem conhece a dinâmica deste negócio na China, nem deveria se importar com esse tipo de noticias que muito provavelmente foi construída por leigos e por alguém interessado em aviltar os preços da soja brasileira. Embora os Chineses estejam recebendo muita soja, os estoques de soja nos portos desta semana são críticos. Façam o mesmo exercício sobre a margem de esmagamento das indústrias brasileiras e depois perguntem se eles irão pagar de processar a soja. Justo agora que os preços ensaiam recuperação com forte abandono de área de plantio das lavouras americanas, principalmente no cinturão leste onde os produtores estão optando pelo seguro, contrário do que dizem não irão optar pelo plantio da soja.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 01/06/2017 11:29
Pessoal, vou fazer uma distinção aqui entre governo e Estado. Governo é o presidente da república, os politicos, os ministros. Estado são as instituições, governo é uma instituição que faz parte do Estado, a Justiça, a saúde, a educação, são instituições de Estado. No caso do Brasil, não existe essa distinção, o governo usa o Estado para fazer politicagem e como meio de praticar crimes, financeiros, eleitorais, etc... Tamanha a interferencia dos sucessivos governos nos órgãos do Estado. Se fossemos uma democracia verdadeira, as instituições do Estado não sofreriam interferencias politicas e seriam as reguladoras da ação do governo. O objetivo de nossos politicos é o poder total, de onde provém o termo totalitário.
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Luiz Carlos Ciarini
tangara da serra - MT
Rodrigo eu analiso da seguinte forma nossa situação atual divido em setor público e Estado onde o setor público são os políticos e o funcionalismo público que tomaram conta do Estado se encheram de privilégios e altos salários estabilidade aposentadorias absurdas e nós o Estado cidadãos pagadores de impostos ficamos inertes vendo tudo isso sem reagir nossos impostos não são mais suficientes para cobrir tamanha saciedade do setor público então querem sempre falar em aumentar impostos taxas etc impostos esses que são consumidos para manter a máquina publ j cá funcionando sem se preocupar em prestar um serviço a altura para o contribuinte e nem pensam em usar o dinheiro dos impostos para investir em infraestrutura que nos daria mais competitividade algo precisa ser feito!!!!
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
Sem dúvida o problema é o aparelhamento do Estado, não podemos mais permitir que politicos se sirvam das instituições, colocando cupinchas em cargos chave para fazer lobby, como certos amigos do ministro da justiça que sorrateiramente estão ocupando cargos no ministério da agricultura, e que através de lobby conseguiram uma usina de etanol no MT. E fica todo mundo com cara de paisagem, como se não houvesse nada. É a chamada pika invisivel, o sujeito não vê por que já está dentro.
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Rodrigo Polo Pires
Balneário Camboriú - SC
ministro da justiça não, da agricultura.
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Luiz Carlos Ciarini
tangara da serra - MT
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Mauricio Michalowski Ponta Grossa - PR 01/06/2017 11:19
"Para Caiado, os produtores deveriam ser anistiados em relação ao passivo."
Caso tenha remissão para os produtores que não tiveram descontado o Funrural, acho que, nada mais justo para aqueles que recolheram, é ter a restituição dos valores descontados.
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Ronaldo Zambianco
Arapoti - PR
Eu conheço o projeto do Caiado porém por causa desta bandidagem que somente sugaram o nosso país acho que o benefício deles do funrural é o de menos se comparado ao que pegaram sem garantias do BNDES
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Ronaldo Zambianco
Arapoti - PR
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Edmundo Taques Ventania - PR 01/06/2017 10:07
Tomara Miguel!!! Fibonacci a parte, tem a teoria do Velho Alaor, meu faleicido pai, que trabalhou 50 anos em lavouras sendo perto de 40 com soja. A teoria dele era a dos 5 anos: "Meu filho lavoura é ciclo de 5 anos, nesses 5 anos, vc vai ter 1 super safra, 3 safras na media e 1 safra que vc vai colher bem abaixo da média". Faz qtos anos os americanos não tem uma safra ruim mesmo?? Conhecimento dos antigos, dito popular ou não uma hora a batata desses caras vai assar!! A nossa já foi ano passado, Abs
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Ronaldo Zambianco Arapoti - PR 01/06/2017 07:13
Bom dia. Percebo cada vez mais que os bons pagam pelos ruins. Esta agora de não favorecer o setor rural com um benefício que o agricultor teria o direito por causa destes (marginais), pois é o setor responsável diretamente pelos grandes resultados da balança do país e é tributário na fonte em tudo que compra e vende acho que deveria ter tratamento diferenciado, ou que o BNDES arrume dinheiro na mesma proporção sem garantias, e que com certeza estes mafiosos não vão devolver.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 01/06/2017 04:03
A unidade nacional somente pode ser construida através de uma identidade nacional. Quem somos, o que queremos e como queremos, devem representar as expressões dos produdores. Termos como "dar a cara a tapa" devem ser excluidos do vocabulário dos agropecuaristas conservadores. Devemos aprender a usar nossos próprios termos, ou jamais conseguiremos falar com propriedade quais são nossos anseios. Fala Produtor.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 01/06/2017 03:47
Parabéns Aleksander, fez muito bem em não tirar o microfone da cara do senador, quando ele tentou um golpe baixo, não funcionou por isso. No mais, foi excelente, como manda a boa educação e no tom certo, chegou ao âmago da questão, desviando da lorota de que vão discutir uma maneira de cobrar a JBS sem atingir o produtor rural. Caiado também falou em nome da FPA, então sabemos de antemão quem cobrar, pois não dá prá ter uma liderança com discurso que agrada a platéia, enquanto na prática são submissos à qualquer governo que esteja de plantão. A FPA pode sim fazer oposição ao presidente da república, não existe essa "politica" de que o senador fala, onde o presidente faz o que quer, nós sabemos que não é como o senador diz. A prova foi essa questão do Funrural, onde os deputados colocaram todos na roda e no cafofo das lideranças em Brasilia. Parabéns Aleksander.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 01/06/2017 03:25
O último dado que lembro sobre o valor das exportações de soja brasileira é de 80 bilhões de dólares, 240 bilhões de reais. Quando vejo que o valor de apenas 2 "contribuições" somam 20 bilhões de reais, começo a entender por que há tanta pobreza no Brasil. É preciso antes de comparar os valores, saber que 240 bilhões de reais da soja, são um valor bruto. Quanto mais é arrecadado pelo governo em cima dessas exportações? Alguém sabe me dizer? Apesar de não saber o valor, ouso dizer que deve ser aproximadamente o mesmo valor que sobra efetivamente no bolso dos produtores rurais. Não sei, mas esse valor dá para sustentar todos os jatinhos que andam pelos aeroportos do país, e fora dele. Desse valor precisamos descontar os subsidios, devemos dizer, que são usados em sua maior parte pelos muito ricos e poderosos. Poder aqui entendido como a capacidade de rolagem de dividas, e por que não? Não pagamento. Aos pagadores esse subsidio, quando conseguem empréstimos do BNDES, fica diluido no pagamento dos altos impostos sobre máquinas e equipamentos, que coincidentemente, apenas coincidentemente são os objetos de tais financiamentos. O resto o governo proíbe quase tudo, e quando não proibe os juros da iniciativa privada são absurdos. Uma pessoa tem que ser muito burra para não entender que sucessivos governos brasileiros, montaram e utilizam uma estrutura estatal feita sob medida para impedir que os negócios privados andem, para impedir que a população brasileira seja independente financeiramente, e a elite economica brasileira, por motivos que escapam ao meu raciocinio, apoia e bate palmas às lideranças que representam esse sistema. Só quando sao prejudicadas financeiramente reagem, e a reação é sempre a de tirar dinheiro da população pobre do Brasil para manter economicamente seus negócios. Essa é uma das maiores imoralidades do país, pois essa é uma das maneiras com que o governo usa o Estado para controlar com seus tentáculos toda a economica nacional, não só os frigorificos, mas tudo aquilo que possa dar subsistencia aos brasileiros através do trabalho.
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Rodrigo Polo Pires Balneário Camboriú - SC 01/06/2017 02:57
Uma excelente reportagem na Gazeta do Povo, de Fernanda Trisotto, mostra como o Sistema S arrecada quatro vezes mais do que o imposto sindical, sem a devida transparência. No entanto, esse vespeiro nem sequer é mexido na reforma trabalhista. Seguem alguns trechos:
O sistema é composto por nove entidades voltadas ao ensino e capacitação do trabalhador e à oferta de serviços culturais e de lazer, entre elas o Senai, o Sebrae e o Senac. Em 2016, sua arrecadação ? que vem de um porcentual cobrado sobre a folha de pagamento das empresas ? foi de quase R$ 16 bilhões. Esse valor equivale a 4,5 vezes o arrecadado com o imposto sindical, que somou R$ 3,5 bilhões no ano, na soma dos repasses a sindicatos trabalhistas e patronais.
A falta de transparência sobre a gestão da cifra bilionária é o que impulsiona a polêmica. "Recurso público ou contribuição que é compulsória tem de ter prestação de contas. No mínimo. Depois, pode-se até discutir se está prestando contas e se o serviço está surtindo efeito", argumenta Sérgio Firpo, professor do doutorado do Insper.
Na mesma toada, o economista da XP Investimentos Gustavo Cruz lembra que a discussão sobre essa contribuição obrigatória é antiga. Há quem defenda a "privatização" do sistema S ? hoje o dinheiro é arrecadado pela Receita Federal e em seguida repassado às organizações. O então ministro da Fazenda Joaquim Levy quis reter 30% dos recursos para cobrir o déficit público, mas desistiu após a reação das entidades. No Senado, um projeto de lei e uma emenda à reforma trabalhista buscam alterar o financiamento do sistema.
"A gente vê que vai e volta essa discussão e continua com zero transparência de como esses recursos são aplicados", avalia Cruz.
Sejamos sinceros: apesar de menor em magnitude, o imposto sindical é mesmo muito pior, e por isso deve ser o alvo prioritário. Afinal, vimos bem na quarta-feira passada o que esse nefasto imposto financia: o quebra-quebra, o crime, o vandalismo da extrema-esquerda, pois os sindicatos são braços armados do PT. É o trabalhador financiando compulsoriamente os sindicalistas safados, o PT e o PSOL. Isso tem que acabar!
Mas, em seguida, faz todo sentido atacar o Sistema S também. Não é preciso negar qualquer benefício da Sebrae da vida, ao contrário da CUT, que não serve para nada de útil. Os cursos profissionalizantes são uma boa alternativa para o mercado de trabalho, até porque sabemos que nem todos devem estudar em universidades, e que nem todos saem delas com conhecimento útil, aplicável no mercado.
Dito isso, não há razão alguma para manter esse troço nas mãos do estado. Alguém está mesmo disposto a defender que a iniciativa privada não é capaz de oferecer tais cursos de forma mais barata e eficiente, se o estado sair do caminho? Quem entende o mínimo do liberalismo sabe que essa ideia é absurda.
Logo, vamos acabar já com o imposto sindical, que só traz mazelas para o país. E depois vamos acabar com o Sistema S também, que mantém muito sindicato patronal no luxo, mas apresenta fracos resultados concretos. Tudo, aliás, que diz respeito a sindicatos deveria vir anexado ao conceito de voluntário. Não faz sentido extrair à força recursos do trabalhador para bancar esses serviços. Se eles quiserem, eles podem comprá-los por livre e espontânea vontade.
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claudio dos santos mattos
São Miguel do Iguaçu - PR
Sr Rodrigo sempre mtu proveitoso seus comentarios ,se nosso povo tivesse seu raciocinio teriamos com certeza futuro brilhante ,mas infelismente nosso povo e mtu pobre de cultura eu penso que a inveja do sucsso alheio e a maior causa .
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domingos de souza medeiros
Dourados - MS
Este assunto venho acompanhando desde um pronunciamento do Senador Ataides de OLIVEIRA , que durtante uma hora descreveu as barbaries do sitema "S". Sugiro enviar esta copia sua para ele e manifestar nosso apoio na tentativa de abrir a caixa preta do sistema, que conforme disse ja faz mais de 5 anos esta tentanto no senado, sem sucesso, devido as poderosas "forcas ocultas". Parabens pela causa.
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claudio dos santos mattos
São Miguel do Iguaçu - PR
Já que os pecuarists não querem vender direto para a JBS a mesma se delicia na BMF. Pra variar derrubando os preços. Infelizmente no Brasil os velhacos sempre tem uma maneira de enganar os ingênuos. Espalham o pânico.