Fala Produtor

  • Carlos William Nascimento Campo Mourão - PR 12/03/2019 16:10

    Infelizmente o problema com a qualidade da semente de milho não ocorre somente em Querância, No Mato Grosso. Aqui no Paraná são inúmeros relatos de agricultores com o mesmo problema. Quando compramos ou reservamos nossa semente de milho , lá pelo mês de setembro e outubro, nos prometem o céu, mas na hora de entregar começa o golpe. São sementes de safras antigas, tipo 2017, sementes com peneira de tamanho impossível de achar um disco que sirva. Tem produtor que disse que as sementeiras ficaram sócias das fábricas de plantadeiras á vácuo. Brincadeira á parte, o problema é sério. Eu mesmo senti na pele, quando fui retirar minha semente. Na hora da compra, a cooperativa prometeu semente nova, mas na entrega não havia. Disseram que a sementeira não tinha nada de semente nova e que se eu quisesse, teria que pegar aquela mesma. Me garantiram que estava boa de vigor e germinação. Perguntei se haviam feito teste, mas disseram que não. Então como sabem se está boa ou não? Cometi a burrice de retirar e plantei. Pra começar. existia uma variedade muito grande no tamanho das sementes. Pelo menos 10% delas não eram do mesmo tamanho das outras. Como escolher um disco decente. Feito o plantio, notei que algumas plantas ficavam para trás , com tamanho reduzido e baixo vigor. Pelo menos 10% das plantas estavam assim. Vocês já conseguem imaginar o prejuízo. As plantas mais fracas serão sombreadas pelas maiores e terei perda de produtividade. Todos os agricultores com que conversei e compraram da mesma semente relataram a mesma coisa. Tem um comentário na praça que esta empresa pegou sementes velhas e misturou com algumas mais novas, para não ficar no prejuízo. Se é verdade eu não sei, mas a presença de sementes de tamanho diferente me deixou desconfiado. Ao que parece, as sementeiras estão entregando lotes com germinação próxima do limite, que é de 80%, e com vigor fraco. A cooperativa que comprei a semente me informou que não fazem o teste de germinação e vigor nas sementes de milho como fazem na soja. Fica aqui meu apelo para que na próxima safra, este testa seja exigido das sementeiras, com validade máxima de 3 meses. Poderia até virar lei.

    Já pagamos uma fortuna pela semente, e recebemos uma porcaria . Depois reclamam que o agricultor queira produzir sua própria semente.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Nada impede que o senhor publique a marca da semente---Fizeram isso porque sabem que tem gente que prefere nao brigar e engole o sapo facil----Publique, bote a boca no trombone, mostre as fotos na disparidade das plantas-----Gente, precisamos lutar todos contra as sementeiras irresponsaveis ...

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  • Carlos Rodrigues 12/03/2019 15:35

    E que tal um imposto a todo o café que seja exportado?? para apoiar os pequenos produtores... sim, porque são os comerciantes brasileiros aqueles que mais ganham no meio do jogo... isso rapidamente vai levantar os preços, pois vai desincentivar exportação a preços miseráveis...mais vale destruir o excedente de café, assim os preços voltam ao seu lugar..

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    • Ivanir Matos Espera Feliz - MG

      Eu acho que a única solução é impor o preço do nosso produto. Precisamos reunir cerca de 50 por sento dos produtores e não vender o café ... acho que resolvia a situação.

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  • Jose Wilde 12/03/2019 15:19

    Uma bela de uma noticia. Parabens...

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  • carlo meloni sao paulo - SP 12/03/2019 15:01

    Muita gente criticou Bolsonaro, por melindrar a China----- Entao eu pergunto ao inteligente professor Sandri :::::::MAS NAO E" A CHINA QUE TEM ACORDO COMERCIAL COM OS EUA ??? ENTAO POR QUE EU NAO POSSO FAZER O MESMO ????

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  • Carlos Rodrigues 12/03/2019 14:46

    Café = desgraça...

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  • carlo meloni sao paulo - SP 12/03/2019 14:44

    NAO SEI PORQUE O PAULO GUEDES NAO AUMENTA OS IMPOSTOS DAS ASSINATURAS DIGITAIS DE JORNAIS----A BIBLIA DIZ OLHO POR OLHO DENTE POR DENTE----VAMOS CORTAR O COMBUSTIVEL DA MESMA FORMA QUE FOI FEITO PARA OS SINDICATOS---

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  • eder valdomiro de carvalho Franca - SP 12/03/2019 11:13

    Há 6 anos vendi café a 400 R$.....após 6 anos o café continua neste mesmo preço... custos elevadissimos, produção, insumos caríssimos... Onde vai parar isso? Vejo que historicamente o café foi assim....fica 3 anos bons, 6 ruim....entra governo, sai governo e nada muda.

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  • Danilo Pianezzola Anta Gorda - RS 12/03/2019 11:11

    Conab a campo, não acredito...se estiver acontecendo isso é inédito, devem estar com medo de perder o emprego, eles gostam mesmo é de ar condicionado....realmente o Brasil pode ter jeito. Quem sabe possam divulgar números mais precisos...

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  • Silvio Spera Sinop - MT 12/03/2019 11:11

    Muito atual, pertinente e importante, o comentário da professora Marie Bartz...

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 12/03/2019 06:02

    Saiu uma notícia de que Bolsonaro vai rever acordo que Lula assinou com o Paraguai, sobre o valor que o país vizinho paga sobre a energia gerada em Itaipu.

    Só para esclarecer, o petista Jorge Samek esteve à frente da binacional de 2003 a 2016. Fala-se que em 2009 Lula com os interesses do Foro de São Paulo, assinou com o bispo Fernando Lugo, presidente paraguaio, acordos onde o Paraguai deveria pagar US$ 8,00/Kwh de toda a energia marginal gerada de Itaipu. A energia marginal seria aquela que foi gerada acima das expectativas, devido a maior volume de chuvas, por exemplo. No caso o "parceiro" BraZil ficou SÓ com a opção de consumir a energia mais cara.

    Segundo consta o custo de geração é de US$ 48,00/Kwh. Daí dá para imaginar a vantagem concedida. Além do aumento ao pagamento da energia comprada anualmente que era de US$ 120 milhões, reajustado para US$ 360 milhões ao ano. Projeto este, apresentado pela então senadora petista Gleisi Hoffman em 2011.

    Acho que você já ouviu falar da quantidade de empresários brasileiros que estão transferindo suas industrias para o Paraguai, em função do custo reduzido da energia e, trabalhistas. Lá um funcionário para ter direito a um mês de férias, deve trabalhar SETE anos na empresa.

    Essa é a realidade que a mídia não mostra.

    Ah! O bispo Fernando Lugo, foi eleito em 2016 senador. Ou seja, os interesses "energéticos" do bispo não devem ter cessados. Temos que ficar de olho, para não ficarmos de bolsos vazios.

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  • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 12/03/2019 05:28

    O assunto não é de cultivo de vegetais, ou de criação de animais domesticados, mas, sim, de um cultivo de "cultura" com o objetivo de "domesticar" desejos de classes sociais.

    Qual é a capacidade de um político?

    Faço a pergunta pois, vejo que existem famílias que se especializam em exercer a atividade. Mas, o que essa atividade exige daqueles que a praticam?

    Não vou aqui citar nomes e sobrenomes das famílias que tomaram para si a virtude do altruísmo, ou seja, trabalhar em prol do povo.

    Ocorre que, antes, todos sem exceção, resolvem suas necessidades financeiras e de seus seguidores mais próximos, para depois aplicar o que restou do dinheiro público. O país tem um problema crucial. O custo da estrutura das instituições públicas são maiores do que se arrecada. Quando vejo na televisão os prédios públicos de Brasília e, de outras capitais do país, penso, estamos vivendo em algum país socialista? Sim, pois essas construções mostram um verdadeiro esbanjamento de recursos nas suas construções, com um detalhe. Aqueles que vão trabalhar, ou melhor, desfrutar desses ambientes, sentem-se verdadeiros deuses.

    A realidade do país é que o poder público está cada vez mais, física, psicologicamente e, principalmente no aspecto financeiro, longe do povo.

    Saiu um estudo recente, onde cita que 60% da classe média alta é composta por funcionários públicos. Veja que não vale mais a pena empreender nesse país, a realidade é que já são maioria. O foco é fazer um concurso público e, adentrar a um mundo de berço esplêndido.

    Quanto à pergunta em que cito país socialista, isso quer dizer o seguinte: a elite burocrática representa uma classe dominante e, através do corporativismo de classe, mantem o "Status Quo".

    Deve-se buscar a quebra da cultura da "estabilidade" suprema no funcionalismo público. Isso é um dos maiores males da nossa sociedade e, que muitos ainda não entenderam como prejudica o desenvolvimento do país.

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  • Carlos Rodrigues 12/03/2019 04:57

    Já sabemos vamos ter que pagar para levarem o café...

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  • Celio Azevedo Rio de Janeiro - RJ 11/03/2019 21:41

    Excelente!

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  • Hilton C Fraboni 11/03/2019 21:35

    Terras suficientes para zerar a pobreza nacional e desafogar os centros urbanos.

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      Se eu fosse a ministra Teresa Cristina faria a reforma agraria ao longo de todos os rios brasileiros ocupando estrategicamente o territorio nacional ---Distribuidos em grupo de quatro, com cada um tomando conta de 400 hectares (4 modulos)... Utilizando o rio para gerar energia eletrica com equipamento flutuante----Utilizando o rio como estrada para levar a criançada na escola---

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    • Victor Hugo Pinheiro Cunha Goiânia

      Nem todos os nossos rios são navegáveis.. E de fato ninguém respeita as matas ciliares.

      As nascentes dos rios foram degradadas e estão secando...

      Os rios estão assoreando com areia e poluição...

      O Brasil está precisando é de um monarca, tirano, ditador, que confisque todas as terras 1 km nas margens dos rios e expulsem todos de lá exceto as populações ribeirinhas que vivem da pesca sustentável sem degradar as matas... Ou então vamos acabar é ficando sem água, sem rios, sem nada.

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  • carlo meloni sao paulo - SP 11/03/2019 18:27

    Mas que bela situação... Se Chicago nao vende (por causa da sobretaxa), acaba abaixando o preço... --E o resto do mercado regula por ai ???---Ta' louco meu !! Vá pela bolsinha da Santa Rosa...

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    • Edmundo Taques Ventania - PR

      Caro Carlo, não sei por vc, mas eu estou me sentido roubado (no sentido literal da palavra).... Todo dia empresas da minha região ligam no escritório atrás de soja, ai quando oferecem o preço, coisa de USS 9,50/bushel/maio (com premio embutido), para não ser deselegante eu falo: "Olha, a soja nesse preço ouvi falar que tem 24 milhões de toneladas dando sopa lá nos EUA, o problema é que vc tem que mandar o navio pra Nova Orleans e, se for com destino à China, pagar um espeto de impostinho de 25%, portanto, nesse preço, vai firme que vc acha lá"... E voltando a minha primeira assertiva, sim, é assim que me sinto, porque o mercado já deveria estar TOTALMENTE descolado de Chicago e simplesmente não descola.. e por isso não tem como apagar esse sentimento, de que alguém, em algum lugar desse mundo, está ganhando muito nas nossas costas....

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    • Edmundo Taques Ventania - PR

      Em resumo caro Carlo eu li uma vez: "We going to be the race , to witness of how many $500,000.00 machines we can leverage to harvest 1970 priced commodities" - Nos seremos o tipo de pessoas, que irá testemunhar quantas maquinas de R$ 2.000.000,00 (Dois milhões de reais) nos conseguiremos alavancar para colher commodities com preços dos anos de 1970 - Fantástico!!!

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    • Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR

      Sr. Edmundo. Ainda bem que você traduziu para nós. Esse texto em inglês é muito longo para a gente tentar traduzir...

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    • carlo meloni sao paulo - SP

      EDMUNDO, uma boa noticia de hoje e' que o Trump enviou ao congresso o orçamento de 2020 retirando os subsidios agricolas--- Vamos torcer...

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    • Edmundo Taques Ventania - PR

      Sr. Paulo, o texto na verdade eu li num site americano há uns seis meses,... ou seja bem no meio da guerra comercial dos EUA com a China, onde o articulista explanava justamente sobre os efeitos dessa guerra no dia a dia do produtor, em especial sobre o custo dos implementos, custo da lavoura, media de produção e preço media das commodities, tudo com gráficos e etc.. Realmente era bem interessante, mas achei perfeito a conclusão do artigo, onde graficamente ele demonstra claramente que a principal discrepância se encontra justamente no valor que os implementos agrícolas tiveram nos últimos 50 anos e a correlação com a produtividade e o preço médio que as commodities tiveram de incremento. Por isso a conclusão de que seremos testemunhas do quanto ainda poderemos utilizar equipamentos de ponta a um custo muito alto, tendo ainda como receita valores e produção de commodities que sequer chegam perto desse incremento (aumento dos valores dos implementos).

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