Fala Produtor
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SAULO ANTONIO MELO SIQUEIRA Cássia - MG 18/12/2019 18:06
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Vinícius de Araújo Aguiar
Sarandi - RS
O produtor Brasileiro vendeu café a R$ 500,00 a saca no ano de 2.000. Hoje olha o preço do café 20 anos depois. Não tem produtor de café capitalizado para conseguir manter as lavouras alta. Também não acredito nessa safra cheia. Rodei muitas lavouras e não vejo essa produtividade alta .
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Vinícius de Araújo Aguiar
Sarandi - RS
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Merie Coradi Cuiaba - MT 18/12/2019 12:43
Etanol de milho... Imaginem o mercado que se abre para o MT abastecer todo nordeste brasileiro, além do Estado do Amazonas, Pará, etc. E imaginem em quanto baixará os preços na hora em que a legislação permitir a venda do etanol direto da Usina para os Postos, ... barateou, o consumidor só vai consumir etanol local.
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Elvio Zanini
Sinop - MT
Muito boa a noticia sobre o etanol; Nós que estamos em Sinop-MT desde o ano 1978 pudemos conhecer a maior usina de etanol de mandioca do mundo; Contudo o projeto foi sabotado, e hoje chegou outra empresa que produz 1 milhão de litros dia; O QUE DEVE SER FEITO PARA MELHORAR A SITUAÇÃO DOS PEQUENOS PRODUTORES??? Há somente uma saída ? Formar uma micro cooperativa de produção de etanol de milho, batata doce e mandioca... obteríamos as seguintes vantagens: tratores e utilitários movidos à Etanol, e o resíduo serviria para o trato de animais além do fertilizante para melhoria dos solos. Sem tributação para o consumo próprio.
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Elvio Zanini
Sinop - MT
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Andre Luis Mariani 18/12/2019 10:13
CHEGA A SER FALTA DE RESPONSABILIDADE UM COMENTÁRIO DESTES, IGNORAR TODA A DIFICULDADE DO INICIO DA SAFRA, ATRASOS GERAIS, O ÍNDICE DE REPLANTIO, É MUITO TENDENCIOSO !
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Frank Scanavachi Guapé - MG 18/12/2019 06:06
A alta do preço do café está muito aquém do que o produtor necessita! Custo cada vez mais alto! Produção prejudicada pelo clima na florada e ainda temos o temor do sol escaldante de janeiro! Ainda tem muita água pra passar debaixo da da ponte até que estejamos com o café limpo pronto! O ano de 2020 já foi afetado e para 2021 ainda corremos o risco de enfrentar problemas em um inverno e dois verões!
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elcio sakai vianópolis - GO 18/12/2019 01:54
Estimativa de produtividade de soja anual sempre será alta..., imaginem se vendêssemos a ideia de quebra e de incertezas na cultura da soja??!!. O caos iria se instalar e todos os produtores que plantam soja iriam querer se adaptar à nova situação da agricultura brasileira. Pras firmas venderem seus produtos (defensivos, adubos, sementes, implementos, tecnologias, etc), tem que mostrar que a agricultura dá muito retorno financeiro pros agricultores, mesmo que seja no papel. O custo de uma lavoura de soja está alto, independente se estivermos no sul do Rio Grande do Sul ou se estivermos no Norte de Roraima, esse custo tem pouca margem de manipulação ou maquiagem..., já na produção agrícola há uma variação enorme, um leque gigantesco e cheio de oportunidades pra quem quiser manipula-los. Lembrem que tem produtores que preferem viver na utopia das mídias, do que aceitar a própria realidade. Se a média de produtividade no seu estado estiver variando em torno de 55 sacas de soja por hectare, qualquer notícia acima disto é pura manipulação. Não tirando os créditos de quem produz seus 60,70,80,90,100 sacas de soja por hectare.
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Gilberto Rossetto Brianorte - MT 17/12/2019 17:41
Dificil entender isso, ... mas em uma conta rápida dá R$ 100,00 para cada brasileiro. Deve ter muita coisa errada.
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Luiz Alfredo Viganó Marmeleiro - PR 17/12/2019 15:20
O otimismo na produtividade é que chama a atenção, 75 sacas por hectare não é para qualquer região produtora. Itambé com certeza se destaca em produtividade em todo Brasil!!
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Fernando Romagnoli Rosseto
Primavera do Leste - MT
75 sacas, senhor! Nao se pode nem cogitar em reclamar no globo rural????????
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Vilson Ambrozi
Chapadinha - MA
estou humilhado pelos Itambeienses da soja.
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Fernando Romagnoli Rosseto
Primavera do Leste - MT
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Eduardo Lima Porto Porto Alegre - RS 17/12/2019 11:02
Os frigoríficos são meros prestadores de serviços. Não são industrias na medida em que não realizam, na maior parte das vezes, uma transformação efetiva da matéria prima em algo diferente da sua natureza inicial. Realizam tão simplesmente uma decomposição em partes daquilo que recebem.
Dito isso, levando em conta os métodos técnicos disponíveis, me parece correto que se desconte a umidade do animal a fim de se ajustar o valor pago com o peso líquido adquirido. Esse tipo de questão obedece a uma lógica simples e não deveria ser motivo para maiores polêmicas ou tentativas de judicialização. Há que se desconfiar dos procedimentos levados a cabo no resto do Brasil, pois é possível que o desconto cobrado esteja disfarçado sob outras denominações.
Tal situação escancara, por outro lado, que o setor pecuarista continua acomodado. É preciso que os bons produtores assumam ativamente o papel de gestores da cadeia de agregação de valor de forma associativa e profissional. A época áurea dos "gigolôs de vaca" já passou faz tempo.
A institucionalização da picaretagem só ocorre quando encontra uma grande quantidade de otários dispersos e desorganizados.
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Rodrigo Milani Fett
É lamentavel o comentário do nobre patricio. Pelo jeito, se a questao é de entender correto o desconto pela umidade da carcaça bovina processada pela industria frigorifica que transforma um animal vivo em peças imóveis de alimento penduradas em ganchos, voltemos a época das charqueadas. Aí sim pode ser que perceba que a perda pela umidade seja mais considerável. Quero saber qual elo da cadeia pagara o produtor rural pela morte fortuita de um animal no campo? O pecuarista não pode arcar com uma perda interna insita do processo industrial. É lamentável essa situação, mas mostrará o caminho para as soluções que virão.
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Fernando Cardoso Gonçalves
Santiago - RS
O senhor Eduardo Porto quer justificar uma prática covarde de mercado, se agarrando na justificativa técnica do que acontece com a matéria prima que a indústria recebe. Negativo! Todos os processos industriais de transformação imputam modificações na matéria prima. Não exclusividade da Indústria da Carne. Isso ocorre na Madeira, Minérios, Química etc. Todos alteram a matéria prima, inclusive quem produz o gado. Um exemplo simples, com relação direta ao que se discute é a utilização de ração para a alimentação do gado. Todo o alimento que se fornece ao gado pode ser medido em "NDT" (Nutrientes Digestiveis Totais). O Milho, por exemplo possui 85% de NDT. O que significa que 15% são perdidos. Então, fazendo uma correlação com o que o Sr. Eduardo expôs acima, o pecuarista que quisesse comprar 100 sacos de milho, poderia descontar 15 porque não serão aproveitados pelos animais. Mas isso não acontece!!!! Acontece o inverso, o Pecuarista SABE que haverá um aproveitamento relativo do alimento a ser fornecido para os animais e ninguém o fará receber pelos 15% "perdidos". A industria sabe disso. Agora temos que analisar porque é tão importante terminar com o desconto? Em primeiro lugar, pela TRANSPARÊNCIA do negócio. Em segundo lugar, para poder ter uma possibilidade de COMPARAR o desempenho dos animais no sistema produtivo. HOJE o sistema de MELHORAMENTO ANIMAL está completamente comprometido em função da falta de padrão na tomada de dados dos animais abatidos. Isso prejudica o sistema de seleção e faz com que a própria indústria da carne perca a médio e longo prazo. O sistema de produção poderia trabalhar em animais de MELHOR CONVERSÃO ALIMENTAR e MELHOR QUALIDADE DE CARCAÇA e MELHOR PERCENTUAL DE DESOSSA. E ficamos patinando em números INCOMPARÁVEIS E INCONFIÁVEIS. Nossa indústria precisa entender que o melhoramento genético é fundamental para aumentar a RENTABILIDADE tanto da indústria como do produtor, além de proporcionar ao consumidor um produtor de MELHOR QUALIDADE.
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Rodrigo Milani Fett
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Jorge Estevão Rossato sari Cachoeira do sul - RS 17/12/2019 10:38
João Batista, gostaria que o senhor desse uma pesquisada onde anda o dinheiro do plano Collor para os produtores, pois é causa ganha e até agora nada...
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carlo meloni
sao paulo - SP
Prezado Jorge entrei na justiça em 1990, ganhei mas me pagaram o valor sem correçao e juros... Ate' hoje nao recebi um tostao, apesar do advogado afirmar que esta' na boca do forno... Gilmar Mendes suspendeu tudo há dois anos.
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carlo meloni
sao paulo - SP
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dejair minotti jaboticabal - SP 16/12/2019 18:31
Incrível nossas semelhanças com a Argentina..., alguns estados já querem taxar commodities produzidas pelo agricultor, apesar do que passa no porto já foi retido do produtor pelas traders... O governo federal deve a compensação da lei Kandir aos estados produtores mas não repassa, o governo federal está deficitário, mas não ataca o âmago da questão (e o Toffoli não está preocupado, não mexendo com eles tudo bem)...Temos que nos preparar pois o efeito Orloff pode ocorrer.... O neto disse para avó turca: Vó quando crescer vou explorar à agricultura, e ela respondeu: Nada disto você vai explorar o agricultor.Dito e feito.
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Merie Coradi
Cuiaba - MT
De uma coisa podemos ter certeza: a Receita Federal e o SEFAZ já estão com o dossiê nas mãos .... "olha a Argentinha e o Paraguai cobram impostos na exportação, então vamos cobrar também". Para que esse efeito Orloff não pegue em nós, produtores brasileiros, a saída é uma só: sair dos escritórios e ir prá rodovia, gritar e espernear .... se deixamos para as entidades, tipo CNA, Aprosoja, Sindicatos ... vamos ser taxados, sim!!! Basta ver o Fethab .... triplicou, morremos confiando que as entidades nos salvariam de um Governo explorador.
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Merie Coradi
Cuiaba - MT
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CESAR AUGUSTO SCHMITT Maringá - PR 16/12/2019 14:44
Não há recomendação técnica da Embrapa para aplicação em V51...
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Renato Luiz Hannisch Santa Maria - RS 16/12/2019 14:43
Que estudo interessante. Nunca havia lido algo que tão didático e que demostra que houve uma pesquisa muito profunda.
Não consegui perceber quem é o autor do artigo/estudo divulgado.
É parte de uma tese?
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Célio Azevedo 16/12/2019 14:32
Mais reformas já, Bolsonaro!
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Marcelo Castilho Sao carlos - SP 16/12/2019 12:59
Quanta bobagem. EUA injetou 1 trilhão para evitar uma crise maior em 2008, com OBAMA, agora sobre taxa todas as importações Chinesas e recentemente os minérios de Brasil e Argentina. EUA é liberal quando lhe convém. No sentido de que é cada um por si na questão da saúde, da universidade privada. Mas quando tem a chance protege o setor da laranja, do minério e por ai vai. Não foi a China que iniciou a guerra comercial com os EUA. MISES BRASIL. Até o FMI tem escrito ser anti este liberalismo todo. Que a teoria liberal quebra países como o Brasil. Me desculpe, mas este foi o pior artigo que já vi um, economista produzir. Se é que foi um economista que escreveu pelo MISES BRASIL.
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Tiago Gomes
Goiânia - GO
Marcelo Castilho, é evidente que temos de tornar o Brasil mais liberal do ponto de vista econômico. Mas por outro lado há um discurso utópico neo liberal que virou moda no Brasil, é um discurso que muito se assemelha em seu romantismo e fantasia aos discursos utópicos daqueles socialistas que vínhamos muito no Brasil na década de 80 e 90, evidentemente por outro viés, mas o romantismo é o mesmo. Nos dois casos, pouco enxergam o caso concreto, que é a realidade brasileira e como se adequar esses fundamentos a ela para obter a mudança. Não sei o que o Brasil vai colher ou deixar de colher com essa onda liberal, mas temos de observar isso melhor a médio e longo prazo, toda mudança gera efeitos colaterais, mas o importante e ver se o saldo foi positivo para a sociedade. Sim, o que temos nos EUA e no Brasil é o liberalismo por convêniencia, inclusive a conveniência de se privilegiar determinados setores em detrimento a outros. O que é natural, só não podemos esquecer disso.
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Luiz Antonio Carneiro
A diferença de infraestrutura da Alemanha comparada a da Florida é enorme. Em educação e saúde a diferença é maior ainda, os americanos vivem bem menos. Esses números não mostram a verdade, o cuidado com o meio ambiente é muito melhor no país europeu. Quanta bobagem para pregar o liberalismo.
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Tiago Gomes
Goiânia - GO
A safra brasileira de café em 2.020 baterá recorde? Só se for negativo. É muita irresponsabilidade e desconhecimento de analistas (aliás só erram por superestimar safras. Será por que?)... É só dar uma voltinha nas regiões produtoras de café no Brasil. As lavouras, com raríssimas exceções, estão em condições desfavoráveis com baixíssima produção para o ano que vem. Ora, se não têm o que falar fiquem calados, pois estas previsões além de totalmente erradas atendem interesses de quem? De produtores e do Brasil não são.