Fala Produtor

  • Dário José Magnani Pranchita - PR 14/08/2007 00:00

    Oi Jo&atilde;o tudo bem? Aqui ta mais dez. Lembra que em fevereiro eu te mandei um e-mail dizendo que eu ia vender o soja a 18 d&oacute;lares? J&aacute; deixei de vender nesse pre&ccedil;o porque esta no meu armaz&eacute;m e vai subir mais porque vai faltar soja no mundo, que nem est&aacute; faltando trigo, pode crer. <br />Quer outra? O mercado acion&aacute;rio est&aacute; procurando um argumento pra cair porque est&aacute; super valorizado e vai achar argumento. Te segure que as a&ccedil;&otilde;es v&atilde;o cair e muito delas est&atilde;o muito valorizadas no mundo inteiro e o mercado quando quer encontrar argumento ele encontra qual quer um &eacute; motivo pra cair ou subir e chegou a vez de cair, e no Brasil essas reservas de d&oacute;lares que temos algo entorno de 160 bilh&otilde;es isso &eacute; troco se a crise chegar. Quer mais? O d&oacute;lar vai a 2,10. Jo&atilde;o um grande abra&ccedil;o do teu amigo e admirador e que Deus te ilumine. <br />

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  • Jesus Adelungue Domingos Poços de Caldas - MG 14/08/2007 00:00

    <p>Como pode uma atividade n&atilde;o produtiva lucrar tanto as custas das atividades PRODUTIVAS, estamos h&aacute; muito tempo transferindo renda sem que ningu&eacute;m fa&ccedil;a alguma coisa , estou apavorado, assustado ao ver a lucratividade do banqueiros a nossas custas veja: Banco Brasil 2,5 bilh&otilde;es, Ita&uacute; 4.016 bilh&otilde;es, Bradesco 4.007 bilh&otilde;es, Unibanco 1.422 bilh&otilde;es , estes s&atilde;o apenas os quatro 1&deg; Bancos sem contar os demais <br />e somente no primeiro semestre, voc&ecirc; pode me dizer quantas loterias seria necess&aacute;rias para conseguir isso? <br />Quando baixa o d&oacute;lar eles vendem ao governo com um lucro fant&aacute;stico quando sobe eles antecipadamente j&aacute; sabem e compram, lucro astron&ocirc;mico, as taxas de servi&ccedil;os s&atilde;o as mais caras do mundo, os juros s&atilde;o os mais caros do mundo, a lucratividade dos Bancos brasileiros supera a dos EEUU, e ningu&eacute;m fala nada, e n&oacute;s agricultores, nem sequer conseguimos uma prorroga&ccedil;&atilde;o satisfat&oacute;ria , pois eles os banqueiros pressionam o Governo, (e n&oacute;s Agricultores produtores, pagamos) at&eacute; quando? <br />Por gentileza fa&ccedil;a seu coment&aacute;rio, pois &eacute; o &uacute;nico canal que podemos falar a verdade sem interfer&ecirc;ncia da m&iacute;dia (comprada) que somente divulga aquilo que interessa aos banqueiros e ao Governo. <br />Na campanha o Sr. Luizinho, dizia vou acabar com esta farra dos banqueiros, e agora Jos&eacute;?</p>

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  • Antônio Tarcízio Rezende Belo Horizonte - MG 14/08/2007 00:00

    Caro Comentarista e jornalista Jo&atilde;o Batista. Grande maioria dos telespectadores do seu progama, sentiram sua falta durante sua mais que merecidas f&eacute;rias. Nesta maioria me incluo h&aacute; muito tempo que n&atilde;o perco seu progama. Seja bem vindo ao Mercado &amp; Cia, estamos felizes, voc&ecirc; sem a menor d&uacute;vida estimula com garra e muita luta a for&ccedil;a do campo. Na sua primeira apresenta&ccedil;&atilde;o ap&oacute;s per&iacute;odo de f&eacute;rias, ouvi mencionar carinhosamente sobre a cidade de Sacramento MG, sinceramente me emocionou n&atilde;o nasci naquela pequena e aconchegante cidade sou nascido na vizinha Conquista. Entretanto tenho um grande carinho tamb&eacute;m pela Sacramento cidade fundada pelos meus anntepassados nos meados do c&eacute;culo XIX dezenove. Possui um museu em homenagem ao seu fundador Vigario Herm&oacute;genes. Tenho amigos por l&aacute; e sempre nas minha ida a fazenda no munic&iacute;pio de Conquista n&atilde;o deixo de passar por Sacramento. Era o que desejava lhe informar. Pela aten&ccedil;&atilde;o meu muito obrigado.

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  • João Fernando Taques castro - PR 14/08/2007 00:00

    Caro joao, vai aí um pedido, para que no seu programa, seja passado aos ouvintes os valores dos prêmios, sendo isto muito importante na formaçao do preço da soja

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  • José Fernando Sanson Pimenta Bueno - RO 13/08/2007 00:00

    Fa&ccedil;amos os seguintes c&aacute;lculos: 1) uma r&ecirc;s gorda para abate (boi ou vaca), tem na pra&ccedil;a de SP, pre&ccedil;o em torno de R$ 60,00 reais por arroba. O que equivale a R$ 900,00 por cabe&ccedil;a, em media -- isso ap&oacute;s 42 meses (da concep&ccedil;&atilde;o ao abate), numa condi&ccedil;&atilde;o &oacute;tima. Dividindo 42 por 900, teremos R$ 21,40 de renda bruta por m&ecirc;s, sem computar o valor da propriedade (exce&ccedil;&atilde;o aos bois do Renan, que d&atilde;o 70% de renda l&iacute;quida). N&oacute;s, os demais mortais, teremos, numa situa&ccedil;&atilde;o muito boa 15% de renda l&iacute;quida, ou seja, R$ 3,21 por m&ecirc;s. Portanto, com um plantel de 1.000 cabe&ccedil;as, teremos uma &ldquo;bela&rdquo; renda l&iacute;quida de 3.210 reais por m&ecirc;s. Gostaria que aparecesse algum especialista que me provasse o contr&aacute;rio.

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  • Polan Lacki Curitiba - PR 13/08/2007 00:00

    O que os agricultores mais reivindicam nem sempre &eacute; o que eles mais necessitam. Se os agricultores me pedissem sugest&otilde;es para resolver seus cr&ocirc;nicos problemas eu lhes diria algo muito diferente do que eles est&atilde;o acostumados a ouvir. Em primeiro lugar lhes recomendaria que n&atilde;o continuem esperando que os problemas da agricultura ser&atilde;o solucionados pelos seus governos atrav&eacute;s de cr&eacute;ditos abundantes e baratos, subs&iacute;dios, redu&ccedil;&atilde;o de impostos e ped&aacute;gios, melhor cota&ccedil;&atilde;o do d&oacute;lar e garantias oficiais de comercializa&ccedil;&atilde;o de suas colheitas; e lhes insinuaria que se o cr&eacute;dito rural fosse t&atilde;o eficaz n&atilde;o ter&iacute;amos tantos agricultores t&atilde;o endividados. Em segundo lugar lhes sugeriria que considerem como muito remotas as probabilidades de que os governos dos paises ricos deixar&atilde;o de subsidiar e proteger os seus agricultores; porque eles t&ecirc;m poderosas raz&otilde;es internas, al&eacute;m de muitos d&oacute;lares, euros e yenes, para continuar fazendo-o. Em terceiro lugar mencionaria que estas duas ajudas externas &agrave;s suas propriedades, embora desejadas, n&atilde;o s&atilde;o t&atilde;o imprescind&iacute;veis como os agricultores imaginam; pois existe uma outra ajuda, ou melhor dizendo, uma auto ajuda, que produz resultados econ&ocirc;micos muito mais eficazes com a vantagem de que n&atilde;o s&atilde;o ef&ecirc;meros nem espor&aacute;dicos e sim permanentes e at&eacute; definitivos. <br /><br />Concluiria as minhas sugest&otilde;es dizendo que eles necessitam tornar-se t&atilde;o eficientes e profissionalizados a ponto de prescindirem das ajudas paternalistas dos seus governos e de serem menos vulner&aacute;veis aos subs&iacute;dios e &agrave;s medidas protecionistas adotados pelos paises ricos. Afirmaria, com extrema honestidade e franqueza, que os pr&oacute;prios produtores rurales ter&atilde;o que solucionar os seus problemas e que dever&atilde;o faz&ecirc;-lo, corrigindo ou eliminando as suas pr&oacute;prias inefici&ecirc;ncias. Diria categoricamente que a globaliza&ccedil;&atilde;o dos mercados (estejamos de acordo com ela ou n&atilde;o) est&aacute; impondo aos nossos agricultores os seguintes desafios, reais e concretos: <br /><br />a. os produtores rurais ineficientes simplesmente n&atilde;o sobreviver&atilde;o na agricultura; e n&atilde;o sobreviveriam mesmo que lhes fossem proporcionadas as duas ajudas externas analisadas no primeiro par&aacute;grafo deste artigo. <br /><br />b. sobreviver&atilde;o economicamente apenas os agricultores muito eficientes. Assim considerados como aqueles que sejam capazes de adotar de maneira correta a maioria das seguintes medidas tecnol&oacute;gico-produtivas, gerenciais, organizacionais e comerciais. <br /><br />---incrementar os rendimentos por unidade de terra e de animal para reduzir os custos por quilo produzido; <br /><br />---diversificar as esp&eacute;cies cultivadas e integr&aacute;-las com a produ&ccedil;&atilde;o pecu&aacute;ria para reduzir a excessiva e as vezes desnecess&aacute;ria depend&ecirc;ncia do cr&eacute;dito rural; e tamb&eacute;m para evitar riscos de pragas, de clima e incertezas de mercado; o milho, o sorgo, a soja, a mandioca e a alfafa que eles colhem nas suas propriedades n&atilde;o deveriam vend&ecirc;-los ao primeiro intermedi&aacute;rio e sim deveriam &quot;vend&ecirc;-los&quot; &agrave;s suas pr&oacute;prias vacas, galinhas, frangos e su&iacute;nos com a finalidade de reduzir os custos das ra&ccedil;&otilde;es balanceadas; <br /><br />---Realizar a reconvers&atilde;o produtiva substituindo esp&eacute;cies menos rent&aacute;veis por outras mais rent&aacute;veis ( diferenciadas, mais sofisticadas ou de maior densidade econ&ocirc;mica ); devido &agrave; globaliza&ccedil;&atilde;o dos mercados &eacute; dif&iacute;cil que um pequeno agricultor possa sobreviver economicamente produzindo mandioca, algod&atilde;o, milho, batata, feij&atilde;o ou arroz; especialmente se os vende tal como os colheu ( sem adicionar valor ) e se o faz ao primeiro intermedi&aacute;rio que lhe compra diretamente na propriedade; <br /><br />---melhorar a qualidade dos bens produzidos e, sempre que poss&iacute;vel, submet&ecirc;-los a um m&iacute;nimo processamento inicial ( limpeza, classifica&ccedil;&atilde;o, secagem/desidrata&ccedil;&atilde;o, fracionamento, etc ) visando obter melhores pre&ccedil;os na comercializa&ccedil;&atilde;o e, especialmente, <br /><br />---organizar-se com os seus vizinhos para realizar em conjunto e com menor intermedia&ccedil;&atilde;o a aquisi&ccedil;&atilde;o dos insumos, a comercializa&ccedil;&atilde;o das colheitas e a realiza&ccedil;&atilde;o daqueles investimentos que, devido ao seu alto custo e baixa freq&uuml;&ecirc;ncia de utiliza&ccedil;&atilde;o, economicamente n&atilde;o se justifica faz&ecirc;-los individualmente.. <br /><br />Infelizmente muitos agricultores, mesmo que quisessem, n&atilde;o poderiam adotar estas medidas &quot;eficientizadoras&quot; do seu neg&oacute;cio agr&iacute;cola porque n&atilde;o foram formados nem capacitados para saber e poder faz&ecirc;-lo. Por esta raz&atilde;o, os produtores rurais dever&atilde;o abandonar definitivamente as ing&ecirc;nuas utopias paternalistas que os mant&eacute;m esperando por humilhantes migalhas governamentais; e, em substitui&ccedil;&atilde;o, dever&atilde;o adotar uma atitude mais construtiva de organizar-se para exigir e participar ativamente na ado&ccedil;ao e implanta&ccedil;&atilde;o de algumas medidas mais concretas, eficazes e definitivas que os emancipem das depend&ecirc;ncias e vulnerabilidades &agrave;s quais est&atilde;o submetidos na atualidade. Entre outras, as descritas a seguir: <br /><br />1. A agricultura brasileira necessita, em car&aacute;ter de prioridade e urg&ecirc;ncia, de algo que os agricultores quase nunca reivindicam: um renovado servi&ccedil;o de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica e/ou extens&atilde;o rural -SATER. Renovado no sentido de que seja &aacute;gil, &quot;desburocratizado&quot;, descentralizado em sus decis&otilde;es e opera&ccedil;&otilde;es, &quot;despolitizado&quot; e, especialmente, muito eficaz na solu&ccedil;&atilde;o dos problemas concretos e cotidianos dos produtores rurais. Com tal fim dever&aacute; ser capaz de manter os seus extensionistas permanentemente no campo e dot&aacute;-los de conhecimentos e habilidades para que tenham real capacidade de ensinar aos agricultores algo t&atilde;o elementar como o seguinte: o que e como os produtores rurais dever&atilde;o fazer para que possam solucionar os seus problemas de maneira mis aut&ocirc;noma ou aut&aacute;rquica. Isto &eacute;, que possam resolv&ecirc;-los sem depender das cada vez mais improv&aacute;veis ajudas dos seus empobrecidos, burocratizados e inoperantes governos. No entanto, para que tal autonomia/emancipa&ccedil;&atilde;o seja poss&iacute;vel, os extensionistas dever&atilde;o estar realmente aptos a ensinar-lhes, em primeiro lugar, a identificar e a utilizar plena e racionalmente os recursos que os produtores rurais realmente possuem e, em segundo lugar, a aplicar de maneira correta tecnologias de baixo custo a fim de que sejam compat&iacute;veis com os esassos recursos que est&atilde;o dispon&iacute;veis nas suas propriedades. Muitos dos atuais extensionistas t&ecirc;m baix&iacute;ssima produtividade porque permanecem burocratizando nos escrit&oacute;rios e nas poucas vezes que v&atilde;o ao campo, difundem &quot;receitas&quot; para cuja ado&ccedil;&atilde;o os agricultores n&atilde;o disp&otilde;em dos &quot;ingredientes&quot; necess&aacute;rios. Este renovado SATER dever&aacute; ser co-financiado pelo Estado e pelos integrantes das cadeias produtivas da agricultura; e dever&aacute; ser administrado por uma organiza&ccedil;&atilde;o privada e sem fins de lucro, pertencente aos pr&oacute;prios integrantes das mencionadas cadeias. Dever&aacute; ser privado e &quot;despolitizado&quot; para que esteja imune &agrave;s mudan&ccedil;as de governos e &agrave;s perniciosas interfer&ecirc;ncias pol&iacute;tico-partid&aacute;rias na designa&ccedil;&atilde;o dos seus dirigentes e na execu&ccedil;&atilde;o dos seus programas. Entretanto, a fim de que este novo servi&ccedil;o seja realmente eficaz ser&aacute; necess&aacute;rio..... <br /><br />2. Capacitar os milhares de profissionais e t&eacute;cnicos em c&igrave;&ecirc;ncias agr&aacute;rias, que est&atilde;o desempregados ou trabalhando com baix&iacute;ssima efici&ecirc;ncia e produtividade, porque n&atilde;o possuem os conhecimentos nem as habilidades necess&aacute;rias para corrigir os erros mais freq&uuml;entes que a maioria dos agricultores normalmente comete. &Eacute; inaceit&aacute;vel que tenhamos tantos extensionistas desempregados ou improdutivos enquanto os produtores rurais n&atilde;o conseguem fazer uma agricultura rent&aacute;vel, exata e coincidentemente, porque lhes faltam os conhecimentos agron&ocirc;micos, zoot&eacute;cnicos e veterin&aacute;rios que os referidos profissionais e t&eacute;cnicos deveriam proporcionar-lhes. Felizmente esta incoer&ecirc;ncia pode ser atenuada, atrav&eacute;s de uma medida emergencial de f&aacute;cil execu&ccedil;&atilde;o e baixo custo, proporcionando-lhes uma capacita&ccedil;&atilde;o eminentemente pr&aacute;tica, a fim de que dominem as t&eacute;cnicas fundamentais de produ&ccedil;&atilde;o, administra&ccedil;&atilde;o rural e comercializa&ccedil;&atilde;o; e tamb&eacute;m os m&eacute;todos e meios de extens&atilde;o rural para que adquiram maior efici&ecirc;ncia na difus&atilde;o das suas recomenda&ccedil;&otilde;es aos agricultores e consigam que eles as adotem de maneira correta. Os capacitadores destes extensionistas dever&atilde;o partir da premissa de que a grande maioria dos produtores rurais disp&otilde;e de recursos financeiros muito limitados para adquirir insumos de alto custo e para realizar investimentos. Devido a estas restri&ccedil;&otilde;es, a capacita&ccedil;&atilde;o dever&aacute; ser gradual ou paulatina, iniciando com aquelas medidas corretivas de baixo custo e m&iacute;nima depend&ecirc;ncia de ajudas externas &agrave;s suas propriedades. Atrav&eacute;s de cursos intensivos com 2 ou 3 meses de dura&ccedil;&atilde;o, eminentemente pr&aacute;ticos, realizados diretamente nas propriedades eficientes, nas comunidades organizadas e nos mercados rurais, e adotando o m&eacute;todo de &quot;ensinar e aprender fazendo&quot;, ser&aacute; poss&iacute;vel transformar profissionais desempregados e improdutivos em extensionistas eficientes e altamente produtivos. Depois que os agentes de extens&atilde;o rural receberem esta capacita&ccedil;&atilde;o gradual, as suas recomenda&ccedil;&otilde;es iniciais ser&atilde;o t&atilde;o elementares e de t&atilde;o baixo custo, que poder&atilde;o ser adotadas por todos os agricultores, por mais escassos que aparentemente sejam os seus recursos produtivos. Estes extensionistas tecnicamente auto-suficientes, devidamente &quot;renovados&quot; e &quot;energizados&quot; dificilmente continuar&atilde;o desempregados porque encontrar&atilde;o muitos empregadores &aacute;vidos de contratar os seus &uacute;teis e produtivos servi&ccedil;os de assessoramento t&eacute;cnico. Entretanto, n&atilde;o &eacute; razo&aacute;vel que o SATER seja obrigado a corrigir, ano ap&oacute;s ano, as inefici&ecirc;ncias de forma&ccedil;&atilde;o das faculdades de ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias, tendo que capacitar os profissionais j&aacute; formados em conhecimentos e habilidades que eles deveriam ter adquirido enquanto estavam realizando seus estudos universit&aacute;rios. Por este motivo se recomenda &quot;cortar o mal pela raiz&quot; adotando a sugest&atilde;o descrita no pr&oacute;ximo item. <br /><br />3. Em boa medida o pragmatismo recomendado no item anterior para a capacita&ccedil;&atilde;o dos extensionistas j&aacute; formados, tamb&eacute;m dever&aacute; imperar na forma&ccedil;&atilde;o dos atuais estudantes das faculdades de ci&ecirc;ncias agr&aacute;rias, porque elas est&atilde;o formando profissionais t&atilde;o te&oacute;ricos que, reconhecida e categoricamente, est&atilde;o sendo recha&ccedil;ados pelos empregadores. As mencionadas faculdades devem reconhecer que o elevado desemprego dos seus egressos se deve muit&iacute;ssimo mais &agrave; inadequada oferta dessas institui&ccedil;&otilde;es educativas que &agrave; insuficiente demanda do mercado de trabalho; igualmente devem reconhecer que as oportunidades de emprego nos organismos p&uacute;blicos/estatais s&atilde;o cada vez mais limitadas. Por estas duas raz&otilde;es elas devem formar egressos com um perfil mais criativo, executivo, pragm&aacute;tico e empreendedor pois s&atilde;o estas as &quot;qualidades&quot; que o grande empregador da atualidade ( o setor privado ) deseja encontrar nestes profissionais. Para form&aacute;-los com este perfil, as referidas faculdades dever&atilde;o &quot; desurbanizar-se&quot; e oferecer uma forma&ccedil;&atilde;o mais pr&aacute;tica e com maior viv&ecirc;ncia dos problemas cotidianos que ocorrem nos distintos elos do neg&oacute;cio agr&iacute;cola; conseq&uuml;entemente a forma&ccedil;&atilde;o dos profissionais dever&aacute; ser realizada muito mais nas propriedades, nas comunidades e nos mercados rurais que nas salas de aula, nos computadores e nos laborat&oacute;rios urbanos. Elas devem adotar o m&eacute;todo de &quot;ensinar e aprender fazendo&quot; com a finalidade de estimular a criatividade e a engenhosidade t&atilde;o necess&aacute;rias aos engenheiros; e tamb&eacute;m com o objetivo de desenvolver as suas habilidades manuais que s&atilde;o necess&aacute;rias para a eficiente execu&ccedil;&atilde;o ( e demonstra&ccedil;&atilde;o aos agricultores) das pr&aacute;ticas agron&ocirc;micas, zoot&eacute;cnicas e veterin&aacute;rias. Entretanto, n&atilde;o ser&aacute; suficiente formar e capacitar adequadamente os extensionistas se os seus futuros clientes/usu&aacute;rios/benefici&aacute;rios ( os alunos das escolas fundamentais rurais ) continuarem recebendo uma educa&ccedil;&atilde;o de m&aacute; qualidade e com conte&uacute;dos curriculares inadequados &agrave;s necessidades imperantes na agricultura e nas comunidades rurais; pois o processo de ensino-aprendizagem ser&aacute; realmente eficaz e produtivo quando os extensionistas souberem ensinar e os agricultores souberem aprender. Para que ocorra esta sinergia entre educadores e educandos se requer a ado&ccedil;&atilde;o da medida descrita no pr&oacute;ximo item. <br /><br />4. Efetuar uma profunda modifica&ccedil;&atilde;o nos conte&uacute;dos curriculares das escolas fundamentais rurais. Se elas s&atilde;o rurais dever&atilde;o &quot;agriculturalizar-se&quot; e &quot;ruralizar-se&quot;. Se recomenda extirpar dos seus programas o ensino &quot;decoreba&quot; dos conte&uacute;dos de escassa ou nula relev&acirc;ncia para as necessidades de vida e de trabalho imperantes no campo ( e tamb&eacute;m nos centros urbanos ), como por exemplo: a hist&oacute;ria do Imp&eacute;rio Romano e Bizantino, a hist&oacute;ria de Luis XIV, Luis XV y Luis XVI, os fara&oacute;s e pir&acirc;mides de Egito, os Jardins Suspensos da Babil&ocirc;nia, a hist&oacute;ria da Mesopot&acirc;mia, as guerras de Napole&atilde;o e de outros &quot;her&oacute;is&quot; de pa&iacute;ses long&iacute;nquos, as altitudes do Everest e das Montanhas Rochosas dos EUA, a extens&atilde;o do Rio Nilo, etc. Em vez de ensinar sobre o Rio Nilo estas escolas dever&atilde;o ensinar como proteger as nascentes/vertentes e n&atilde;o contaminar o rio da sua comunidade. Em vez de ensinar sobre os Jardins da Babil&ocirc;nia dever&atilde;o ensinar &agrave;s crian&ccedil;as como instalar hortas caseiras e motiv&aacute;-los a plantar &aacute;rvores frut&iacute;feras nas suas propriedades para melhorar a ingest&atilde;o de vitaminas e sais minerais das sus fam&iacute;lias. Em vez de ensinar sobre os &quot;her&oacute;is&quot; que promoveram guerras em pa&iacute;ses distantes dever&atilde;o ensinar &agrave;s crian&ccedil;as a hist&oacute;ria dos her&oacute;is das suas comunidades que se destacaram como produtores rurais muito eficientes, bons pais e m&atilde;es de fam&iacute;lia que outorgaram uma educa&ccedil;&atilde;o exemplar aos seus filhos, que contribu&iacute;ram ao desenvolvimento da comunidade, etc. As escolas fundamentais rurais dever&atilde;o incluir nos seus curr&iacute;culos conte&uacute;dos utiliz&aacute;veis pelos futuros agricultores e suas fam&iacute;lias, como por exemplo: conceitos e no&ccedil;&otilde;es b&aacute;sicas sobre produ&ccedil;&atilde;o agr&iacute;cola eficiente, administra&ccedil;&atilde;o rural, preven&ccedil;&atilde;o contra perdas pos-colheita, incorpora&ccedil;&atilde;o de valor agregado, organiza&ccedil;&atilde;o das comunidades para comercializar e solucionar em conjunto outros problemas de interesse comum, educa&ccedil;&atilde;o familiar, higiene, preven&ccedil;&atilde;o de enfermidades e cuidados com a sa&uacute;de, produ&ccedil;&atilde;o e uso de ervas medicinais, primeiros socorros em casos de acidentes rurais, intoxica&ccedil;&otilde;es com pesticidas, picadas de serpentes, etc. Igualmente dever&atilde;o form&aacute;-los para que adquiram valores de aplica&ccedil;&atilde;o permanente e universal, como honestidade, disciplina, pontualidade, responsabilidade, desejo de supera&ccedil;&atilde;o para triunfar na vida atrav&eacute;s do trabalho honesto e bem executado, solidariedade e associativismo, cumprimento dos seus deveres como membros da fam&iacute;lia e da comunidade, respeito pelos direitos de terceiros, a pr&aacute;tica da poupan&ccedil;a, do investimento e da previs&atilde;o para a velhice, etc. Estas escolas dever&atilde;o advertir as crian&ccedil;as sobre os riscos e perigos das drogas, do alcoolismo, da viol&ecirc;ncia, da delinq&uuml;&ecirc;ncia, das pr&aacute;ticas sexuais prematuras, imprudentes e irrespons&aacute;veis, etc. Dever&atilde;o proporcionar-lhes uma educa&ccedil;&atilde;o que eleve o ego, a auto confian&ccedil;a e a autoestima dos futuros agricultores, ao demonstrar-lhes o quanto eles s&atilde;o importantes para o desenvolvimento econ&ocirc;mico e social do munic&iacute;pio e do pa&iacute;s; tamb&eacute;m dever&atilde;o demonstrar-lhes que as atividades agr&iacute;colas e pecu&aacute;rias oferecem reais oportunidades de prosperidade econ&ocirc;mica e de realiza&ccedil;&atilde;o pessoal para quem trabalha com dedica&ccedil;&atilde;o, efici&ecirc;ncia, honestidade, coopera&ccedil;&atilde;o e profissionalismo. Sempre que poss&iacute;vel, as suas atividades educativas dever&atilde;o ser realizadas fora das salas de aula, em primeiro lugar para que as crian&ccedil;as conhe&ccedil;am, vejam e vivenciem procedimentos, atividades e comportamentos positivos adotados por outras fam&iacute;lias e propriedades existentes na sua comunidade que possam servir de excelentes exemplos a serem seguidos pelos alunos; e em segundo lugar para que possam aplicar e executar na pr&aacute;tica os conhecimentos te&oacute;ricos e abstratos que est&atilde;o adquirindo na escola. <br /><br />5.Capacitar e adequar a forma&ccedil;&atilde;o dos professores das escolas fundamentais rurais. A reformula&ccedil;&atilde;o dos conte&uacute;dos curriculares e dos m&eacute;todos pedag&oacute;gicos destas escolas exige que os atuais professores rurais tamb&eacute;m sejam capacitados e que as faculdades de educa&ccedil;&atilde;o/pedagogia passem a formar os futuros professores rurais com conhecimentos e viv&ecirc;ncias da realidade agr&iacute;cola e rural. Enquanto esta medida n&atilde;o for adotada os professores simplesmente n&atilde;o saber&atilde;o o que e como dever&atilde;o ensinar &agrave;s crian&ccedil;as rurais. Em outras palavras, &eacute; recomend&aacute;vel adotar com os professores das escolas fundamentais rurais, atuais e futuros, medidas de capacita&ccedil;&atilde;o e forma&ccedil;&atilde;o similares &agrave;s que, nos itens 2 e 3 deste artigo, se prop&otilde;e adotar para os extensionistas agr&iacute;colas, <br /><br />Textos gratuitos que descrevem como levar &aacute; pr&aacute;tica as sugest&otilde;es deste artigo est&atilde;o dispon&iacute;veis nos sites http://www.polanlacki.com.br e http://www.polanlacki.com.br/agroesp

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  • Cláudio Sérgio Pretto Água Boa - MT 08/08/2007 00:00

    Um abraço ao João Batista Olivi e sua equipe, obrigado pela visita ao vale do Araguaia(Canarana, Água Boa, Nova Xavantina e Barra do Garças).<br />

    Volte sempre, será sempre bem vindo.

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  • Guilherme Frederico Lamb Assis - SP 08/08/2007 00:00

    &Eacute; um absurdo esse governo, que nos afeta por todos os lados, ainda por cima manipular, distorcer, confundir e nos roubar... Leiam esta reportagem sobre um caso grav&iacute;ssimo: <br />(publicada na Rural Business): <br /><br />Milho &ndash; Brasil (7/8/2007 14:03:44) - Conab amplia proje&ccedil;&atilde;o de estoques em mais de 90% em 10 meses, iludindo o mercado e pressionando os pre&ccedil;os -- O mercado de commodities agr&iacute;colas opera com uma triste coincid&ecirc;ncia no Brasil: quanto mais o consumo em quest&atilde;o tem seu dom&iacute;nio no mercado interno, maior a manipula&ccedil;&atilde;o para que o quadro de oferta e demanda do pa&iacute;s permane&ccedil;a frouxo, sem qualquer amea&ccedil;a ao abastecimento. <br /><br />Para os analistas de mercado da Rural Business, tal fato &eacute; bastante f&aacute;cil de ser entendido. &ldquo;Basta deixar um pouco a ingenuidade de lado para perceber a realidade dos fatos e a profunda manipula&ccedil;&atilde;o para se manter os pre&ccedil;os os mais achatados poss&iacute;veis aos produtores&rdquo;, diz T&acirc;nia Tozzi. <br /><br />Um caso cl&aacute;ssico est&aacute; no mercado do milho, dominado por poucas empresas e onde tudo se faz para manter os estoques em cen&aacute;rio altista, numa tentativa de se mostrar que h&aacute; grande sobra de mercadoria e nenhum fundamento para qualquer press&atilde;o nos pre&ccedil;os. <br /><br />Para se ter uma id&eacute;ia, nos &uacute;ltimos 10 levantamentos referentes &agrave; safra 2006/07, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) ampliou em 90,5% suas estimativas de estoques finais para o Brasil, contra um aumento de pouco mais de 17% nas proje&ccedil;&otilde;es de produ&ccedil;&atilde;o. &ldquo;E isso tudo indicando hoje um volume de exporta&ccedil;&atilde;o quase 67% maior que o apontado em novembro do ano passado&rdquo;, enfatiza Tozzi. <br /><br />A matem&aacute;tica &eacute; f&aacute;cil: apesar de todo o crescimento na produ&ccedil;&atilde;o de carnes, bem como dos demais setores que dependem do gr&atilde;o para sua subsist&ecirc;ncia, o consumo interno brasileiro continua sendo previsto hoje na casa de 39,50 milh&otilde;es de toneladas, praticamente o mesmo de dois anos atr&aacute;s. Para o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), este consumo j&aacute; estaria no patamar de 41,50 milh&otilde;es de toneladas em 2006/07, devendo chegar a 42 milh&otilde;es na pr&oacute;xima temporada. <br /><br />Em oito anos (1999/00 a 2006/07) o governo brasileiro aponta um crescimento de 60% na produ&ccedil;&atilde;o brasileira de milho, contra um aumento de consumo interno inferior a 15%, o que teria gerado uma amplia&ccedil;&atilde;o de quase 154% nos estoques no per&iacute;odo. <br /><br />Vale destacar que segundo os dados da pr&oacute;pria Conab, a produ&ccedil;&atilde;o de carne de frango, que em 2001 era de 6,567 milh&otilde;es de toneladas, deve dar um salto de quase 50% em 6 anos e fechar 2007 na casa de 9,821 milh&otilde;es de toneladas. Enquanto isso, a produ&ccedil;&atilde;o de ovos deve crescer 63% neste mesmo intervalo; a de carne bovina cerca de 56% e a de carne su&iacute;na outros 8,9%. <br /><br />Atualmente, as proje&ccedil;&otilde;es da Conab indicam que o Brasil finalizar&aacute; a atual safra 2006/07 com estoques de 9,112 milh&otilde;es de toneladas de milho, os maiores de uma s&eacute;rie hist&oacute;rica de 8 anos, enquanto para o USDA estes ficar&atilde;o em 5,370 milh&otilde;es, o que revela uma diferen&ccedil;a de 3,742 milh&otilde;es de toneladas, ou 70%. <br /><br />Para T&acirc;nia Tozzi, a&iacute; vem a pergunta que n&atilde;o quer calar: por que tanta diferen&ccedil;a e o que levaria o produtor nacional a aumentar de tal forma sua produ&ccedil;&atilde;o, sem ter em contrapartida uma amplia&ccedil;&atilde;o de demanda?! <br /><br />Para a analista, todos os dados s&atilde;o colocados de forma a iludir o mercado de que os estoques do gr&atilde;o s&atilde;o enormes e que, portanto, n&atilde;o h&aacute; a menor necessidade do comprador ampliar suas indica&ccedil;&otilde;es de pre&ccedil;os para conseguir o produto. <br /><br />Tozzi lembra que um levantamento realizado pela Rural Business, tendo como base os pr&oacute;prios dados da Secex (Secretaria de Com&eacute;rcio Exterior) provam que em todo o ano de 2000 e praticamente 2005 h&aacute; erros nos dados de exporta&ccedil;&atilde;o, at&eacute; hoje n&atilde;o corrigidos, a fim de que a demanda se mantenha abaixo da realidade, pressionando para cima os estoques. <br /><br />&ldquo;Se pegarmos o volume de faturamento registrado pela Secex em fevereiro de 2000, por exemplo, de US$ 886,86 milh&otilde;es, e dividirmos pelo volume apontado de embarques, na casa de 478,83 toneladas apenas, vemos que o exportador brasileiro conseguiu a fa&ccedil;anha de vender uma tonelada de milho por mais de US$ 1.852, um verdadeiro espet&aacute;culo frente a m&eacute;dia registrada neste ano de 2007, quando mesmo com pre&ccedil;os internacionais muito acima da m&eacute;dia, o setor opera com cota&ccedil;&atilde;o na casa de US$ 162,81 por tonelada&rdquo;, enfatiza Tozzi. <br /><br />&ldquo;&Eacute; um absurdo&rdquo;, diz Tozzi, que enaltece que a &ldquo;Rural Business j&aacute; entrou em contato com a Secex e com a Conab, e at&eacute; mesmo com a CNA (Confedera&ccedil;&atilde;o Nacional de Agricultura e Pecu&aacute;ria do Brasil), que deveria pressionar para que tais dados fossem revistos para n&atilde;o modificarem de forma negativa o quadro de oferta e demanda aos produtores, mas al&eacute;m de nada ter sido feito, sequer recebeu retorno sobre o assunto&rdquo;. <br /><br /><a href="https://www.ruralnetwork.com.br/noticia.asp?numero=146678&amp;secao=3">https://www.ruralnetwork.com.br/noticia.asp?numero=146678&amp;secao=3</a>

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  • Donizete Candido de Figueirdedo Ivaiporã - PR 08/08/2007 00:00

    A situa&ccedil;&atilde;o dos produtores de trigo est&aacute; dif&iacute;cil de engolir. Veja o exemplo: para se adquirir um saco de semente de 50 kg paga-se cerca de 45 reais; mas quando vamos negociar uma saca do nosso produto na cooperativa o pre&ccedil;o pago n&atilde;o ultrapassa a faixa de 26 reais. Por qu&ecirc; essa diferen&ccedil;a t&atilde;o absurda??? Tamb&eacute;m quero deixar claro para o Governo do Brasil que &eacute; grande a indigna&ccedil;&atilde;o do triticultor brasileiro em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; situa&ccedil;&atilde;o do mercado nacional do trigo, devido &agrave;s importa&ccedil;&otilde;es de trigo da Argentina. Na verdade, o Brasil vem se tornando a cada dia uma vergonha... Primeiro o caos a&eacute;reo e, junto, vemos a fal&ecirc;ncia completa da agricultura brasileira -- que &eacute; quem sustenta esse Brasil nas costas e ningu&eacute;m d&aacute; valor. Infelizmente esse &eacute; o nosso governo...

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  • Renato Ferreira Rezende Jatai - GO 07/08/2007 00:00

    &Agrave; reda&ccedil;&atilde;o do Noticias Agr&iacute;colas. Se v&ecirc; falar muito em prorroga&ccedil;&atilde;o da divida dos produtores, sabemos que &eacute; muito dif&iacute;cil a situa&ccedil;&atilde;o. Gostaria de saber em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s revendas, se h&aacute; um estudo do governo para pagamento das d&iacute;vidas dos produtores para com as revendas. Em Jata&iacute;-GO est&atilde;o passando por muitas dificuldades por motivo de grande inadimpl&ecirc;ncia.

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  • Maurício Gardin Cruzeiro do Sul - PR 07/08/2007 00:00

    Todas essas mudan&ccedil;as na economia v&ecirc;m tirando renda do produtor, em torno de 35% ao ano. Da&iacute; a raz&atilde;o do endividamento rural. O Governo tem culpa sim... Por isso estamos pedindo aos agricultores se unirem. N&oacute;s s&oacute; conseguiremos nossos objetivos se nos mantivermos unidos. Vamos defender nossa classe com for&ccedil;a e com coragem. N&atilde;o podemos esmorecer. Sem pre&ccedil;o correto para nossos produtos n&atilde;o teremos renda. E sem renda, n&atilde;o poderemos pagar nossas d&iacute;vidas. Isso todos j&aacute; entenderam, mas ningu&eacute;m faz nada. Cad&ecirc; a CNA?? Cad&ecirc; a Faep??Cad&ecirc; o nosso ministro da Agricultura?? Cad&ecirc; os nossos representantes???

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  • James Villas Boas Ourinhos - SP 04/08/2007 00:00

    Bom dia, pessoal. <br />

    "VAMOS MOSTRAR A FORÇA DO CAMPO"<br />

    VOTEM PARA O FIM DA CPMF<br />

    Se não votaram enviem o link para seus conhecidos, se já votaram enviem da mesma forma. <br />

    Esperamos que acabe de vez.<br />

    Segue o link da Fiesp: http://apps.fiesp.com.br/pesquisas/cpmf/cpmf.asp<br />

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  • Cornélio Hyczy Junior Guarapuava - PR 03/08/2007 00:00

    Certidão negativa de débito atrapalha negócios só no Brasil, mostra pesquisa<br />

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    A CND é apontada por muitas companhias como um obstáculo à atividade empresarial<br />

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    As dificuldades para a obtenção da certidão negativa de débitos (CND) são um entrave tipicamente brasileiro aos negócios, de acordo com estudo da PricewaterhouseCoopers. Pré-requisito para as empresas participarem de licitações e concorrências públicas ou conseguirem empréstimos em bancos oficiais, a CND é apontada por muitas companhias como um obstáculo à atividade empresarial. <br />

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    Para verificar a realidade tributária no exterior, a consultoria fez uma pesquisa que envolveu 13 países (Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, China, Chile, Espanha, EUA, França, Índia, Indonésia, México e Portugal). Sete deles não têm documentos semelhantes à CND e, mesmo nos que têm, como Portugal, Espanha e México, não atrapalha a vida das empresas. <br />

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    Para a consultora Elidie Bifano, o estudo indica que "o dispêndio de tempo e recursos no processo de obtenção da CND pode ser um diferencial negativo para o Brasil em relação aos principais competidores no mercado internacional, reforçando a necessidade de adaptações na legislação para reduzir a burocracia e melhorar o potencial competitivo". <br />

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    No ano passado, a PricewaterhouseCoopers fez pesquisa ouvindo 117 grupos empresariais brasileiros sobre a certidão negativa. O resultado não foi animador: 92,7% das empresas relataram ter perdido ou atrasado negócios em função de dificuldades em obter a CND no tempo necessário. Entre os problemas informados, há questões como a falta do registro de pagamentos realizados no prazo adequado e divergências de informação quanto à quitação de débitos em valores inferiores a R$ 1. <br />

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    A consultora Luciana Aguiar explica que, para escolher os 13 países, a PricewaterhouseCoopers levou em conta os que têm realidade semelhante à brasileira, como os latino-americanos, emergentes com grande peso na economia global, como China e Índia, e os que podem ser referência para o Brasil, como EUA, França, Alemanha e Austrália. <br />

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    A pesquisa constatou que Alemanha, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, EUA e França não têm documento similar à CND. Nos outros seis países, existe certidão de débitos de tributos federais, mas em nenhum deles o documento atrapalha a atividade empresarial como no Brasil. Neles, o uso da CND tem particularidades. Na China, por exemplo, a comprovação de situação de regularidade fiscal é usada para permitir remessa de divisas para o exterior. Para participar de licitações, o documento não é exigido. Índia e Indonésia, por sua vez, passaram por mudanças tributárias recentes visando reduzir a burocracia, o que diminuiu a importância da certidão. <br />

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    "Na Índia, há alguns anos, a certidão tinha uso semelhante ao brasileiro, mas, com a simplificação das regras tributárias, o documento passou a ser utilizado como um direito do contribuinte de demonstrar o cumprimento das obrigações fiscais, não tendo caráter mandatório para celebração de negócios", diz o estudo. Na Indonésia, a partir deste ano a CND deixou de ser necessária para empresas que participam de licitações e concorrências públicas. No México e em Portugal, é preciso comprovar a regularidade fiscal para fazer contratos com empresas públicas ou órgãos do governo. No segundo, porém, há um movimento em curso para redução da burocracia. Apenas na Espanha a certidão tem propósito semelhante ao que ocorre por aqui, diz Luciana. <br />

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    Para Elidie, o resultado da pesquisa mostra que a burocracia tributária no Brasil é um fator a mais para minar a competitividade do país. Segundo ela, o fato de países como EUA, Alemanha e França não terem algo semelhante à CND mostra que a exigência de um documento que comprove a regularidade fiscal não está diretamente relacionada ao sucesso econômico ou ao combate à sonegação. <br />

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    Outro ponto importante, segundo ela, é que em países como Portugal, México e Espanha, em que há documentos similares à CND, é possível consegui-la sem dificuldades se há o oferecimento de garantias em caso de pendências tributárias devido a processos judiciais. No Brasil, as empresas relatam que há problemas para conseguir uma certidão negativa com efeitos de positiva, diz ela. <br />

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    A consultora defende mudanças na legislação para agilizar a obtenção da CND, tornando-a menos burocrática. "Há uma discussão em torno da reforma tributária, que requer mudanças na Constituição. Às vezes, como no caso da CND, é possível mudar o quadro com pequenos atos, como portarias da Fazenda." Elidie diz que o documento é pré-requisito para operações como fusões, incorporações e cisões de empresas, e em alguns procedimentos de exportação, o que ela considera uma burocracia desnecessária. <br />

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    A Receita Federal contesta que haja dificuldades na obtenção da CND. A instituição informa que, por mês, são obtidas em média 1,17 milhão de certidões pela internet, o equivalente a 99% do total de documento emitidos. Quem não consegue a CND pela internet é direcionado a uma unidade da Receita ou da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional para conhecer os problemas que impedem a emissão do documento. <br />

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    Se a empresa tiver o certificado digital, necessário para a apresentação da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais, é possível conhecer a situação fiscal online, diz a instituição. Nas unidades da Receita, são emitidas 16,7 mil certidões por mês, das quais 14,5 mil são negativas ou positivas com efeitos de negativa, emitidas no prazo de 10 dias. A PricewaterhouseCoopers ouviu queixas de empresas que dizem ter perdido negócios por conta de dívidas de valores inferiores a R$ 1, e que estavam pagas. A Receita diz que débitos abaixo de R$ 10 não impedem a emissão da CND. <br />

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    Fonte: Valor Econômico<br />

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 03/08/2007 00:00

    Rep&oacute;rter Brasil inventa &agrave; be&ccedil;a... [Mente]. Prezado autor e editor mat&eacute;ria abaixo. A divulga&ccedil;&atilde;o contumaz de mentiras do tipo exist&ecirc;ncia de Trabalho Escravo no pa&iacute;s, leva o mentiroso para o inferno logo ap&oacute;s a sua morte. Portanto, p&aacute;rem de mentir!!! Porque voc&ecirc; n&atilde;o d&atilde;o o mesmo nome para os &quot;Ah!sentados!&quot; da Reforma Agr&aacute;ria? Se tem algu&eacute;m vivendo como ESCRAVO (branco) &eacute; esta Turma a&iacute;... Qualquer um, menos voc&ecirc;s, enxerga isto.<br /><br />Leiam a mat&eacute;ria:<br /><br /><strong>Maiores produtores de gr&atilde;os j&aacute; tiveram trabalho escravo</strong> <br />Em seis entre os dez munic&iacute;pios que mais ganharam dinheiro produzindo gr&atilde;os em 2006 j&aacute; foi encontrado trabalho escravo; veja mapa interativo com informa&ccedil;&otilde;es sobre liberta&ccedil;&otilde;es e imagens de sat&eacute;lite desses locais <br /><br />Por Iber&ecirc; Then&oacute;rio <br /><br />O Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&iacute;stica (IBGE) lan&ccedil;ou, no &uacute;ltimo dia 19, uma pesquisa que mediu a produ&ccedil;&atilde;o municipal de gr&atilde;os em 2006. Entre os dez munic&iacute;pios com maior renda agr&iacute;cola est&atilde;o seis em que o Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego (MTE) j&aacute; flagrou trabalho an&aacute;logo &agrave; escravid&atilde;o. Na pesquisa do IBGE s&atilde;o considerados &quot;gr&atilde;os&quot; os cereais, leguminosas e oleaginosas, tais como soja, milho, arroz, feij&atilde;o e algod&atilde;o. A renda obtida pela produ&ccedil;&atilde;o &eacute; medida multiplicando-se o pre&ccedil;o m&eacute;dio recebido pelo produtor ao longo do ano pela quantidade de gr&atilde;os produzida. <br /><br />Os seis munic&iacute;pios ficam no Mato Grosso e na Bahia, estados que aparecem, respectivamente, em segundo e terceiro colocados no ranking de liberta&ccedil;&otilde;es de trabalho escravo. A lideran&ccedil;a absoluta cabe ao Par&aacute;. As fiscaliza&ccedil;&otilde;es ocorridas em S&atilde;o Desid&eacute;rio (BA), Sorriso (MT), Campo Verde (MT), Campo Novo do Parecis (MT), Diamantino (MT) e Barreiras (BA) aconteceram entre 2000 e 2007, e libertaram, no total, 1.272 trabalhadores. <br /><br />Apesar dessas fiscaliza&ccedil;&otilde;es terem ocorrido em v&aacute;rias atividades agr&iacute;colas, e n&atilde;o somente no cultivo de gr&atilde;os, o cruzamento de dados mostra que a riqueza gerada na regi&atilde;o nem sempre &eacute; revertida em boas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho no campo. <br /><br />

    <p>O munic&iacute;pio l&iacute;der do ranking de produtividade &eacute; S&atilde;o Desid&eacute;rio, no Oeste baiano, onde o plantio de gr&atilde;os gerou R$ 659 milh&otilde;es. A hist&oacute;ria recente mostra que a localidade tem sido foco de problemas graves de trabalho escravo. Entre 2003 e 2007, l&aacute; foram libertados 802 trabalhadores pelos fiscais do MTE. No munic&iacute;pio vizinho de Barreiras, que &eacute; o 10&ordm; local onde mais foi gerada renda pelo plantio de gr&atilde;os, 351 pessoas ganharam a liberdade no mesmo per&iacute;odo. </p>

    <p>A produ&ccedil;&atilde;o de gr&atilde;os que mais traz renda a essa regi&atilde;o &eacute; o algod&atilde;o, sendo que S&atilde;o Desid&eacute;rio &eacute; respons&aacute;vel por 12,9% do que foi colhido no pa&iacute;s em 2006. De acordo com o auditor-fiscal Edvaldo Santos da Rocha, da Subdelegacia do Trabalho de Barreiras, os problemas trabalhistas acontecem principalmente na capina (limpeza de ervas daninhas) na cultura do algod&atilde;o. &quot;A m&atilde;o-de-obra vem de fora, &eacute; pouco qualificada, n&atilde;o tem alojamento suficiente e &eacute; trazida por gatos.&quot; Segundo o auditor, houve fortalecimento na fiscaliza&ccedil;&atilde;o rural, inclusive com a instala&ccedil;&atilde;o de um of&iacute;cio do Minist&eacute;rio P&uacute;blico do Trabalho na Regi&atilde;o, e isso tem inibido a ocorr&ecirc;ncia de novos casos. &quot;Houve melhoras, mas n&atilde;o a erradica&ccedil;&atilde;o.&quot;, afirma.</p>

    <p>Outro foco de trabalho escravo que tamb&eacute;m lidera o ranking do IBGE &eacute; o estado do Mato Grosso, onde a produ&ccedil;&atilde;o de soja e algod&atilde;o s&atilde;o expressivas. Para Xavier Plassat, membro da coordena&ccedil;&atilde;o nacional da Campanha de Combate ao Trabalho Escravo da Comiss&atilde;o Pastoral da Terra (CPT), a imagem de um agroneg&oacute;cio da soja moderno e mecanizado nem sempre corresponde &agrave; realidade. </p>

    <p>&quot;Esquecemos que antes da colheita e da aplica&ccedil;&atilde;o dos venenos, antes mesmo do plantio, &eacute; preciso preparar o solo. Como muitas vezes se trata de terras onde o Cerrado e a floresta foram arrancados, h&aacute; necessidade de catar as ra&iacute;zes que sobram. &Eacute; nessa atividade, que at&eacute; hoje continua sendo feita &agrave; m&atilde;o, que encontramos com freq&uuml;&ecirc;ncia grandes turmas de trabalhadores aliciados no Piau&iacute;, Tocantins ou Maranh&atilde;o e explorados na Bahia, Mato Grosso, Goi&aacute;s, ou mesmo no mesmo estado, como acontece no Maranh&atilde;o, Piau&iacute; e Tocantins&quot;, explica Xavier. </p>

    <a href="http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1138">http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1138</a><br />

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  • Fábio Lemos Cazerta Araçatuba - SP 03/08/2007 00:00

    Gostaria de fazer uma critica a este Governo no que se refere ao georeferenciamento no Estado do MT. Comprei uma fazenda e n&atilde;o consigo passar a escritura, ou melhor, registr&aacute;-la. Isso j&aacute; faz mais de 3 anos... Como &eacute; que um Governo faz exig&ecirc;ncias e n&atilde;o tem estrutura para atender ao exigido??? Ser&aacute; que &eacute; falta de administra&ccedil;&atilde;o dos &oacute;rg&atilde;os governamentais?? Ou ser&aacute; que &eacute; descaso com o produtor rural??!!! O fato &eacute; que n&atilde;o consigo registrar a fazenda no Cart&oacute;rio. Por isso fa&ccedil;o um apelo para que se tome providencias com urg&ecirc;ncia, porque estamos todos perdendo, inclusive o Governo, pois n&atilde;o podemos fazer investimentos e muito menos gerar empregos. Por isso, apelo mais uma vez: Governo Lula, tome providencias. Pois n&atilde;o s&oacute; eu, mas todos, estamos cansados de tanta burocracia. Com o senhor mesmo diz: a burocracia &eacute; &ldquo;compricada&rdquo;, &eacute; que nem um parto de galinha... Obrigado pela aten&ccedil;&atilde;o.

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