Fala Produtor

  • José Edmar Dias Rafacho Atibaia - SP 25/09/2007 00:00

    João para melhorar suas informações: o BB e os bancos privados não estão negociando com os funcionários aumento de salário agora em setembro (dissídio). Acesse a página dos sindicatos dos bancários ou ligue para o presidente do sindicato. Se aproxima uma greve nacional que vai prejudicar imensamente os produtores rurais parece que os bancos estão querendo isso parta lavar as mãos.

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  • Nilson Ferreira da Cunha Uberaba - MG 25/09/2007 00:00

    Prezado Sr. João Batista Olivi mais uma vez volto a falar com vocês. Assisti recentemente através do canal rural, o senhor João Prior da Sindirrações falando a respeito do preço do milho atual. Não concordo com a reclamação dele, pois, quando o milho estava quase de graça, ou abaixo do preço, ninguém da Sindirrações ou qualquer consumidor reclamou, e o governo não socorreu os produtores. Hoje, com os preços remuneradores, mantenho a atividade, todos reclamam e se mobilizam para importar milho. Nesta hora o milho transgênico não tem qualquer empecilho, nós não podemos plantá-lo, mas podemos consumi-lo sim. Parece-me dois pesos e duas medidas. É muito desestimulante. Desculpe o desabafo, mas só vocês a nos escutar e botar a boca no trombone. Nilson Ferreira da Cunha produtor rural no município de Conceição das Alagoas-MG

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  • Marcos Luiz Bonafin Guarai - TO 25/09/2007 00:00

    Caros colegas, quero lhes contar o que estão fazendo conosco, produtores de soja. Chegamos aqui, em Guaraí, há 4 anos, proveniente do Paraná, para produzir e gerar riqueza - mas só estamos perdendo dinheiro... Nestes 4 anos consegui fazer uma divida de 500.000,00 reais e, além disso, se já não faltava mais nada, estou enfrentando problemas com o Pepro. Participei do leilão do Pepro, não recebi e ainda vou ter que pagar uma multa de 2,10 reais por saca. João, será que estamos fazendo algo de errado, em trabalhar gerar emprego e riquezas para o nosso país? Só vocês aí podem falar em nossa defesa, porque procuramos os nossos políticos e eles não estão nem aí. Não seria bem mais fácil se o governo simplesmente pagasse um valor por saca produzida com uma simples apresentação da nota fiscal de produção sem burocracia. JOÃO EU TINHA UM SONHO DE TER UMA FAZENDA LINDA, MAS AGORA O SONHO ESTÁ SE TRANSFORMANDO EM UM GRANDE PESADELO!!! Nos defenda aí João, porque nos restam poucos aliados!!! Um abraço continue assim!!!

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  • Murilo Castelli Mariluz - PR 23/09/2007 00:00

    Olá, Sou filho de um agricultor que, como muitos neste País, trabalha de sol-a-sol e ama o que faz, mesmo com frustrações de safra ele não desanima, porque é o que sabe fazer. Plantamos em terras arrendadas, pois só temos um pequeno sítio de 4 alqueires, onde temos leite, aves, olerícolas, carneiros, frutas entre outras coisas, para o próprio consumo. Como temos maquinas financiadas pelo banco CNH, que pertence a New Holland, no dia 16/07/2007, meu pai tinha uma parcela de financiamento para pagar, onde foi aconselhado pelo setor financeiro da concessionária EQUAGRIL da Cidade de Goioerê no estado do Paraná, a aguardar pois teria um suposto desconto de até 15%. Segundo o setor financeiro desta empresa este desconto era devido ao fato de plantarmos... Meu pai ficou muito feliz como todo agricultor sofrido deste país ficaria, chegando a comentar que em fim as pessoas que pagam suas contas em dia ganhariam alguma coisa, pois ele nunca atrasou nenhuma parcela (contornamos outras despesas e pagamos as parcelas de financiamentos em dia, sempre). Mas a felicidade durou até dia 06/09/2007 quando ligaram do banco CNH e falaram que o contrato dele era do tipo CDC, e não moderfrota ou outros, e por isso ele não entraria no desconto. A concessionária nunca nos falou que o nosso financiamento era CDC, e ainda por cima nos pediu pra atrasar o pagamento para ganhar um desconto, mas o que ganhamos foram juros que o banco queria cobrar pelo atraso. Meu pai quase enfartou, foi até a concessionária na cidade de Goioerê onde havia feito o contrato, mas eles disseram que não poderiam fazer nada. A parcela é no valor de R$ 48.995,32 + juros que eles querem cobrar. Moramos em uma cidadezinha chamada Mariluz, fica a 30 km de Goioerê no Paraná. O que podemos fazer? O fato do contrato ser do tipo CDC esta correto? Por favor, nos ajude a entender isto. Obrigado

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  • André Leandro Kuhn Querência - MT 21/09/2007 00:00

    Gostaria de acrescentar algum pontos na entrevista do Sr. Antonio Cláudio da Rosa e do Junior Fasolo, como eles frizaram sobre as queimadas do baixo Araguaia, que é conhecido no estado como o vale dos esquecidos, estive viajando esta semana pelo baixo Araguaia, e o cenário mais para o lado de vila rica MT, e triste, você só vê queimadas, principalmente em áreas indígenas, aí o que acontece, das áreas indígenas que eles colocam fogo e se alastra para as áreas de pastagem, você nao tem idéia o quanto de gado morto, abrem valas de metro, e jogam as cabeças nelas, isso é um crime, mas como o índio tem todo o direito, não podemos fazer nada, outra questão são as áreas de nascentes dos rios, acima da cidade de Alto boa vista e São Jose do Xingu, Santa Cruz do Xingu, é decepcionante esse tipo de ação dos agropecuaristas, e nao dos agricultores, gostaria, como a Sema e as ONG fiscaliza-se mais as áreas dos agropecuaristas, e nao ficar enchendo o saco dos agricultores. Um abraço para o pessoal do noticias agrícolas.

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  • André Machado Uberlândia - MG 21/09/2007 00:00

    João Batista, fui ao Banco do Brasil para pedir uma prorrogação com relação ao FRA e obtive a seguinte resposta: O banco ainda não foi informado como seria feito esta modalidade de prorrogação e que não seria possível acatar o meu pedido. Só que a resolução 3457 já foi publicada e o banco esta com má vontade de fazê-la. O que fazer? Dia 28/09/07 acaba o prazo para a contratação. Aguardo uma solução.

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  • Ivanildo Soares Palmeira - PR 21/09/2007 00:00

    Entrei com o pedido de prorrogação junto ao Banco do Brasil de uma parcela de custeio prorrogada 2005/06, e agora o banco esta dificultando o meu credito para esta safra. Exemplo: só posso pegar o mesmo valor do custeio da safra passada e estou impedido de adquirir investimento sendo que aumentei minha área e preciso melhorar meu pulverizador (tudo isso é Proger). Investimento e custeio da safra 2006/07 já paguei. Obs.:Os projetos e os limites de créditos foram aprovados.

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  • Waldir Sversutti Maringá - PR 21/09/2007 00:00

    A prop&oacute;sito da Manchete da entrevista de Jo&atilde;o Birkhan (Diretor CentroGr&atilde;os-FAMATO)&nbsp;- ao Sr. Frederico Olivi. <br />&quot;Soja: Centro Gr&atilde;os prop&otilde;e &agrave; holding chinesa comercializa&ccedil;&atilde;o da soja direto do produtor sem interm&eacute;dio das tradings.&quot; ( o grifo &eacute; meu )<br /><br />Eu digo que, o correto seria: Com a ajuda de uma Trading, a Centro-Gr&atilde;os prop&otilde;e &agrave; holding chinesa a comercializa&ccedil;&atilde;o da soja direto do produtor. <br /><br />A entrevista, me parece, traz &agrave; tona a conveni&ecirc;ncia de uma discuss&atilde;o sobre o papel das verdadeiras Tradings, que &eacute; o de promover as exporta&ccedil;&otilde;es diretas do Produtor, seja industrial ou agr&iacute;cola, intermediando sim, as vendas e recebendo apenas e t&atilde;o somente uma comiss&atilde;o percentual do valor das exporta&ccedil;&otilde;es, e porque n&atilde;o, das importa&ccedil;&otilde;es de insumos prontos.. <br /><br />Esse foi o papel fundamental que exerceram e elevaram t&atilde;o alto as exporta&ccedil;&otilde;es do Jap&atilde;o, a partir de quando foram criadas h&aacute; algumas d&eacute;cadas, ap&oacute;s o fim da &uacute;ltima guerra mundial. N&oacute;s aqui no Brasil n&atilde;o temos Tradings na verdadeira acep&ccedil;&atilde;o da palavra, pelo menos n&atilde;o as vejo trabalhando nesse mercado de soja. <br /><br />Portanto, j&aacute; que seu papel seria fomentar as exporta&ccedil;&otilde;es, agricultores m&eacute;dios a grandes, poderiam, atrav&eacute;s de uma Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores criar a sua pr&oacute;pria Trading ou contratar uma j&aacute; existente, para fazer a exporta&ccedil;&atilde;o direta em nome do produtor, formando lotes, com a inscri&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via dos interessados, j&aacute; com o pre&ccedil;o que a holding chinesa quer pagar, qual o m&ecirc;s do embarque, negociariam com um Armaz&eacute;m Geral no Porto, de inquestion&aacute;vel credibilidade e seguran&ccedil;a, para onde o agricultor teria que enviar a sua soja, bancando ele mesmo o frete at&eacute; o Porto escolhido.<br /><br />Os procedimentos de troca dos Warrants pelo dep&oacute;sito dos d&oacute;lares do importador no Banco indicado a favor do produtor/exportador depois de embarcada a mercadoria, e em seguida o cambio desses d&oacute;lares, naturalmente ficariam a cargo da Trading mediante um percentual de ganho para cobrir seus custos, n&atilde;o envolvendo o caixa do exportador com o da empresa. <br /><br />N&atilde;o seria preciso que se completasse a carga de um navio apenas para essa Associa&ccedil;&atilde;o de Produtores, como disse o entrevistado, pois os mesmos navios que carregam soja das multinacionais completam a carga com o embarque de outros exportadores, entre os quais, a soja dos produtores. A quest&atilde;o est&aacute; na garantia da entrega pelo produtor, no porto e no prazo, que n&atilde;o poderia falhar sob pena de pesadas multas por espera de navio e o n&atilde;o embarque, caso tenha sido contratado Adiantamento de Cambio. <br /><br />Por&eacute;m isso em nada ajudaria aumentar a sua renda, o m&aacute;ximo que conseguiriam seria economizar as taxas e o lucro que as empresas exportadoras tem nesse mercado. O que mudaria para melhor a renda dos plantadores de soja seria n&atilde;o ter que fazer as vendas antecipadas fora de &eacute;poca, como vem fazendo h&aacute; tempos com as multi. <br /><br />Haver&aacute;, no entanto, o ano que isso ser&aacute; interessante, o que vai se repetir no final de 2.008 at&eacute; abril de 2.009. como foi no final de 2003 at&eacute; o inicio da colheita em 2004, quando as cota&ccedil;&otilde;es come&ccedil;aram a cair e o pessoal deixou de vender a soja a R$ 50,00 para vender quase pela metade do pre&ccedil;o.<br /><br />Sem um perfeito conhecimento da hora, dia e m&ecirc;s de vender a sua produ&ccedil;&atilde;o, exportando direto ou vendendo para as multi locais, s&oacute; vai ganhar se aprender a hora de vender, n&atilde;o se rendendo antes da hora, como ocorreu novamente este ano (2007/2008).<br /><br />Em fevereiro escrevi um coment&aacute;rio neste site e, concedi uma entrevista para o Sr. Aleksander, alertando que a forma com que os produtores de soja vem se financiando com as multinacionais lhes trazem preju&iacute;zos, j&aacute; que para plantarem vendem antecipado a sua produ&ccedil;&atilde;o, e quando os pre&ccedil;os reagem j&aacute; perderam rios de dinheiro.<br /><br />Novamente em 9/05/07, atrav&eacute;s de coment&aacute;rio postado e na entrevista que o Sr. Aleksander me deu a honra de gravar, ainda alertei que este n&atilde;o era ano de seca nos EE.UU, e portanto, n&atilde;o havia que se falar em mercado de clima. Aconselhava que esticassem o prazo de fechamento de maio/junho para setembro/outubro de 2.008, nos adiantamentos que fizessem com as multis e nos custeios banc&aacute;rios, pois 2008 &eacute; ano da repeti&ccedil;&atilde;o sistem&aacute;tica, q&uuml;inq&uuml;enal, do El Nino. Tamb&eacute;m que n&atilde;o fixassem os pre&ccedil;os, que na oportunidade estava em US$ 11,00 d&oacute;lares em Rondon&oacute;polis, pois achava que iria a US$ 15,00 e ela hj j&aacute; est&aacute; em torno de US$ 16,00 a saca para a safra. <br />Ao ler neste site uma que, na m&eacute;dia, 50% da safra de 2007/2008 j&aacute; foram comercializadas lastimei profundamente, pois apesar disso tudo estar previsto e comentado por mim, novamente o preju&iacute;zo dos produtores deve ter sido grande, mais de 30% em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s cota&ccedil;&otilde;es de hj. Dessa forma fica dif&iacute;cil e demorado o pagamento das contas velhas.<br /><br />A prop&oacute;sito das cota&ccedil;&otilde;es atuais de Chicago, acho que nem mesmo o aumento da demanda na China e &Iacute;ndia e a confirma&ccedil;&atilde;o de uma migra&ccedil;&atilde;o maior de &aacute;rea de soja para o milho, de 11 para 14%, justificariam toda essa alta ainda este ano. Eu a esperava para o segundo semestre de 2.008. Por&eacute;m, hoje penso, apenas penso, que os gringos irm&atilde;os do norte j&aacute; se tocaram sobre o repet&eacute;co do El Ni&ntilde;o em 2008 e j&aacute; se espertaram, se adiantaram, e querem mais por sua soj deste ano. .<br /><br />Mantido esse mesmo percentual da migra&ccedil;&atilde;o para o milho em 2008 e acontecendo o El Nino, a produ&ccedil;&atilde;o deles ficar&aacute; em torno de 60 milh&otilde;es de ton. Eu havia previsto US$ 12 a 13,00 d&oacute;lares por bushel ou US$ 25 a 26,00 d&oacute;lares nos portos para setembro/outubro de 2008, diante das cota&ccedil;&otilde;es atuais acima de US$ 22,00, acho que poder&aacute; chegar facilmente aos US$ 30,00 a saca.<br /><br />[email protected]

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  • Fábio Marchetto Nova Xavantina - MT 21/09/2007 00:00

    Sou pecuarista e moro a cinco anos em Nova Xavantina &ndash; MT. O intuito desse meu e-mail &eacute; expor os problemas do cen&aacute;rio atual que a pecu&aacute;ria vem enfrentando, como &eacute; do tom de seu conhecimento, por in&uacute;meros motivos, h&aacute; quatro anos aqui em nossa regi&atilde;o e, bem como em outras do nosso pa&iacute;s, os pre&ccedil;os sempre estiveram em uma escala baixa comparada aos custos que, em contrapartida, a cada ano aumentam. No entanto, agora que os pre&ccedil;os aumentaram pouqu&iacute;ssimos possuem rebanho preparado para a comercializa&ccedil;&atilde;o, pois, al&eacute;m dos fatores externos vivemos em uma regi&atilde;o de forte seca. E ainda, quando recorremos aos nossos &oacute;rg&atilde;os representantes para solicitarmos informa&ccedil;&otilde;es sobre prorroga&ccedil;&otilde;es, os mesmos, n&atilde;o sabem nos informar nada a respeito. Todos os dias ao assistir o seu programa, com minha fam&iacute;lia, presenciamos in&uacute;meras informa&ccedil;&otilde;es sobre prorroga&ccedil;&atilde;o aos agricultores, que certamente, s&atilde;o merecedores, pois evidenciaram a este pa&iacute;s suas dificuldades, unindo-se no grito do Ipiranga e, quanto a n&oacute;s pequenos e m&eacute;dios pecuaristas? Utilizando seu programa incito a todos produtores rurais que assim, como os agricultores fizeram, vamos fazer... Vamos nos unir... N&atilde;o &eacute; poss&iacute;vel que tamb&eacute;m n&atilde;o fa&ccedil;amos por merecer? Enquanto n&atilde;o tomarmos uma atitude continuaremos a vivenciar pre&ccedil;os baixos, dificuldades de comercializa&ccedil;&atilde;o e o pior as incertezas sobre o futuro em nosso ramo. Muito obrigada e espero que os pecuaristas se mobilizem com meu relato. Um forte abra&ccedil;o

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  • Flavio Luiz Zorzetto Jaú - SP 19/09/2007 00:00

    Com rela&ccedil;&atilde;o a entrevista a respeito dos contratos dos citricultores, a mesma tem semelhan&ccedil;a com os contratos entabulados com os fornecedores de cana-de-a&ccedil;&uacute;car, que assinam contratos de ades&atilde;o, pelo chamado sistema CONSECANA. Ocorre que atrav&eacute;s do tal sistema CONSECANA-SP, produtores est&atilde;o sendo obrigados a entregar sua safra abaixo do custo. Estou solicitando maiores esclarecimentos no sentido de obter maiores informa&ccedil;&otilde;es a respeito dos artigos 478 e seguintes do NCC para rever as cl&aacute;usulas do contrato, ou sua rescis&atilde;o, que n&atilde;o est&atilde;o sendo aceitas pelas usinas. E mesmo assim, o Juiz de primeira inst&acirc;ncia entende que o contrato deve ser cumprido, mesmo estando o processo recheado de provas -- de que o custo supera a venda, e ainda, demonstrando que o pre&ccedil;o final n&atilde;o &eacute; definido pelo CONSECANA mais sim pela Usina, atrav&eacute;s de seu MIX de comercializa&ccedil;&atilde;o.

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  • Roseclei Dobs Lucas do Rio Verde - MT 18/09/2007 00:00

    Caro Jo&atilde;o Batista, sou produtora de soja e milho h&aacute; quase vinte anos aqui no Mato Grosso. Infelizmente tenho de admitir que os maiores culpados - n&atilde;o 100 por cento - s&atilde;o os produtores e pecuaristas. O rapaz da Aprosoja tentou tapar o sol com a peneira dizendo que em 2005 somente 37 mil hectares foram para soja. Na verdade, no primeiro ano voc&ecirc; queima o mato e planta arroz; a partir do segundo ano vem a soja. A imagem do sat&eacute;lite mostra a maioria das queimadas em regi&otilde;es prop&iacute;cias para lavoura de soja. Sobre os &iacute;ndios desde muito tempo &eacute; que se escuta que os fazendeiros que vizinham as reservas &eacute; que colocam fogo. Eu pergunto: onde est&aacute; a Funai e o Ibama que n&atilde;o se posicionam, pois atrav&eacute;s de sat&eacute;lite &eacute; f&aacute;cil ver em que propriedades est&atilde;o queimando. Eles n&atilde;o est&atilde;o queimando &aacute;reas de lavouras, mas matagal para se transformarem nelas. Um abra&ccedil;o e vamos lutar por esta id&eacute;ia: CHEGA DE QUEIMADAS!!!

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  • Carlos Alves São Paulo - SP 17/09/2007 00:00

    Jo&atilde;o Batista, j&aacute; vi o Poder Executivo corromper deputados atrav&eacute;s de mensal&atilde;o, o Partido do Presidente (PT) divulgar dinheiros n&atilde;o-contabilizados, ou seja, o popular CAIXA DOIS, dep&oacute;sito de dinheiro na conta de DUDA no exterior pelo PT, sanguessugas e aloprados. A tal bolsa-fam&iacute;lia que tanto fala LULA &eacute; uma maneira disfar&ccedil;ada de corromper o cidad&atilde;o humilde, inocente e honesto que nem sabe direito o que &eacute; corrup&ccedil;&atilde;o. Vamos ver s&oacute; como usar&atilde;o esta bolsa fam&iacute;lia nas elei&ccedil;&otilde;es municipais... E quando pensei que j&aacute; tinha acabado, vem um tal Renan justificar suposta propina com notas fiscal frias. Quais ser&atilde;o as pr&oacute;ximas? Nenhum desses autores foram condenados. Com tudo isso que vem acontecendo e praticado pelas nossas autoridades, sem qualquer puni&ccedil;&atilde;o, eu j&aacute; estou perdendo senso de discernir o CERTO do ERRADO. Jo&atilde;o, tenho duas filhas, como devo educ&aacute;-las para este Brasil? Ser&aacute; que meu pai errou na educa&ccedil;&atilde;o dos 9 filhos que criou com toda dec&ecirc;ncia e honestidade? Abs.

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  • Gilmar Nélson Gouveia Jarreta Orlândia - SP 17/09/2007 00:00

    Caros amigos da Redação do Notícias agricolas, estou muito preocupado com o custo elevado do plantio de milho para esta safra 2007/2008, pois percebo que se não conseguirmos vender a pelo menos Cr$ 22,00 a saca de 60 kilos, não teremos retorno mínimo ou nenhum e ainda assim se tudo correr bem durante a safra. O mercado que vendo é Uberlândia - MG. Pergunto se será possível na opinião de vocês vendermos a estes preços em Maio/2008?

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  • Henrique Miguel Colling Canarana - MT 14/09/2007 00:00

    Ola amigos do Noticias Agricolas quero falar sobre as queimadas no Mato Grosso expecificamente na regi&atilde;o de Canarana onde os focos de incendio s&atilde;o todos em areas indigenas provocados pelos proprios indios que queimam toda reserva e tudo o que as margeia como pastagens e lavouras pois nessa epoca &eacute; praticamente impossivel segurar o fogo mesmo com acerros de 20 a 30 metros de largura por que o vento nessa epoca &eacute; muito forte jogando fagulhas ate a 100 metros de distancia e iniciando outro incendio.<br />Deveria haver uma concientiza&ccedil;&atilde;o dos indios pelos org&atilde;os competentes como a Funai ou Funasa e o IBAMA que s&oacute; sabem ficar no escrit&oacute;rio esperando o salario no fim do mes.<br />JO&Atilde;O BATISTA entre em contato comigo se possivel que lhe explico como sofremos com esses protegidos do governo os &quot;indios&quot;.

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  • Sérgio Balestro Caxias do Sul - RS 13/09/2007 00:00

    Jo&atilde;o Batista, diante de tanta incompet&ecirc;ncia dos nossos governos, se d&eacute;ssemos tudo que temos a eles, garanto que no m&ecirc;s seguinte viriam pedir para que assin&aacute;ssemos uma nota promiss&oacute;ria!!! At&eacute; porque eles n&atilde;o t&ecirc;m compet&ecirc;ncia para conservar uma pra&ccedil;a p&uacute;blica!!! Imaginem sa&uacute;de, educa&ccedil;&atilde;o, seguran&ccedil;a e o mais. No poder n&atilde;o h&aacute; sol nem chuva, muito menos calor ou frio, vento jamais. Agora, os produtores conhecem estas agruras muito bem. Abra&ccedil;os.

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