Fala Produtor
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Marcio de Oliveira e Silva Carmo do Paranaíba - MG 18/03/2009 00:00
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Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 18/03/2009 00:00
Amigo Armando Matielli, uma pena não termos nos encontrado em Varginha, mas nós aqui de Coromandel estavamos lá..., mas, graças a Deus, tinha tanta gente que não foi possível encontrar quase ninguem... Enfim, foi um lindo movimento que não deixaremos morrer. Amigo, sei que é cedo para qualquer pergunta, mas mal acabamos de chegar de Varginha e olha o BB cobrando dos clientes cafeicultores (inadimplentes e os não inadimplentes) para assinarem a carta de adesão à prorrogação das CPRs fisicas e financeiras para 4 anos.
Não sei não, mas acho isso muito estranho..., antes os bancos não aceitavam nossas propostas, e agora estão correndo atras dos produtores!!! Se alguem tiver alguma noticia sobre o que devemos fazer ou como proceder agradeço, pois o prazo final para assinar a carta de adesão é dia 27/03/2009. Estou com medo de dar qualquer opinião aos colegas, sem antes sabermos dos resultados de Brasilia. Aguardo resposta urgente...
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Silvio Marcos Altrão Nisizaki Coromandel - MG 18/03/2009 00:00
Olá amigos cafeicultores de todo o Brasil e amigos do Noticias Agricolas..., Parabéns amigo João Batista pelo seu desempenho no SOS cafeicultura. Sua atuação junto aos cafeicultores em Varginha foi um trabalho maravilhoso... Mas estou aqui mais uma vez para fazer uma correção de uma noticia que saiu no site oficial do CNC: "Amigos do CNC, não foram somente cafeicultores do Sul de Minas, Alta Mogiana, Espirito Santo e Parana que estavam presentes nesta grande marcha..., Lá estavamos nós aqui do Cerrado Mineiro (Coromandel, Patrocinio, Monte Carmelo), estavam também produtores de Rondonia, Rio de Janeiro.
Parabens aos organizadores do evento, mas todos nós estavamos lá.
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Renato Archile Martini Cascavel - PR 17/03/2009 00:00
Olá amigos do Notícias Agrícolas, quero parabenizar os cafeicultores pela mobilização realizada em Varginha (MG), e também a cobertura feita pelo Terraviva, com a competência da voz-do-campo do João Batista Olivi. Sem dúvida, a mobilização politica dos produtores agrícolas é o único caminho para que nós sejamos respeitados por esse governo, pois, afinal, geramos um terço da economia deste país. Temos que ser ouvidos e respeitados, a exemplo do MST, que nada produz mas, com seus inúmeros tentáculos, leva fatias frondosas do dinheiro que nós recolhemos de imposto e, tudo isso a fundo perdid..., ou seja, quem trabalha e produz, que se exploda... mas pra quem invade, rouba e destrói, tem comida de graça... que País é este? Sabemos que muitos dos que estão no governo hoje já pertenceram a grupos extremistas do passado como VPR (vanguarda popular revolucionária), COLINA (comando de libertação nacional), que se uniram e formaram a VAR-Palmares (vanguarda armada palmares) e que hoje se chama MST. Pois bem senhores, se podemos ser governados por eles, podemos muito bem ir à luta e colocar lá no governo um agricultor, que bem preparado, certamente seria um excelente governo. Vamos pensar nisso??? A melhoria do setor agrícola está necessitando de mobilização politica inteligente. "...e vamos em frente!!!".
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Pedro Luis da Silveira Bérgamo Ribeirão Preto - SP 17/03/2009 00:00
João Batista e Dr. Armando Matielli, quero parabeniza-los por tudo que voces tem feito, cada um com seu trabalho especifico. Percebam, a grande midia simplesmente não fala nada sobre os problemas do agronegócio. Produtor neste país é considerado cidadão de 2a classe, a sociedade urbana se esquece que toma café, come arroz, feijão, toma leite, come carne e vive nas cidades por que os alimentos chegam a sua mesa. O alcool chega aos postos, a borracha transforma-se em pneus, o papel da burocracia palaciana de Brasilia vem tambem do agronegócio e do cultivo de florestas, o couro veste a moda dos calçados, do algodão aos tecidos , enfim poderiamos ficar enumerando uma lista enorme.
por isso, João Batista, continue firme pois estamos com voce. Sugira à equipe de jornalismo da Band, através do Noticias Agrícolas e do Terraviva, que realizem mais programas sobre o agronegócio e continuem discutindo com autoridades e personalidades do setor, no programa canal livre, os temas e politicas que venham de encontro com as necessidades do campo. Abraços. Pedro Bérgamo.
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Sandra Maria Teixeira Ribeiro Cambuquira - MG 17/03/2009 00:00
Por favor, gostaria de rever na 2ª edição do Notícias Agrícolas com João Batista, os pronunciamentos no palanque da Marcha do Café dia 16 em Varginha, exibidos no Jornal desta tarde.
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Carlos Alberto Agustini Santo Antonio do Jardim - SP 17/03/2009 00:00
João Batista, assisto diariamente sua cruzada em prol da agricultura, e me pergunto se alguem do governo assiste seu programa. Vocês teriam essa informação? O que gostaria de sugerir é um tema que a grande midia simplesmente ignora, que é o movimento dos sem-terra. Se o produtor tradicional não está conseguindo se manter, como é que os defensores desse movimento (governo, ongs, simpatizantes, etc..), esperam que essas pessoas sem qualquer preparo tecnico/administrativo consigam tirar o sustento da lavoura, bem como coloaborar para a produção de alimentos que o Brasil e o Mundo precisa???. O descaso em cumprir-se a Lei por parte das autoridades é vergonhoso e inadimissivel... Enfim, João Batista, esse é um tema que voce poderia olhar melhor, pois sou engenheiro agrônomo com 30 anos de formado quando pude observar varios desses assentamentos durante minha vida profisional. Posso afirmar que nenhum funciona, e o que ocorre é que a maioria dos acampados, após conquistarem o lote, passam para outro e vão invadir outro local.
Um forte abraço. Carlos.
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Armando Matielli Espírito Santo do Pinhal - SP 17/03/2009 00:00
Quero registrar o agradecimento e reconhecimento ao jornalista João Batista Olivi, que tem demonstrado um estupendo profissionalismo e conhecimento do nosso agronegócio. Ontem, durante o MOVIMENTO S.O.S. CAFEICULTURA, em Varginha, vi o João Batista horas à fio empunhando o microfone com galardia, num trabalho árduo de um cidadão comprometido com a profissão. Jornalistas desse naipe é que engrandecem nossa atividade. O João Batista é capaz de entrevistar, analisar o mercado, a parte economica e politica do País com uma amplitude nata somente oriunda de uma cultura acima da normalidade, além de conhecer todos os segmentos do agronegócio e de seus principais protagonistas. Com isso está angariando adimiradores em todos rincões do Brasil. Parabéns à Rede Bandeirantes/Canal Terraviva de televisão por prestigiar um homem e profissional como o João Batista (que ainda ensina o caminho para seus dignissimos filhos). Que Deus dê muita saúde e paz para o nosso João Batista Olivi continuar empunhando os microfones por muitos anos à frente no nosso agronegócio.
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Zander Navarro Porto Alegre - RS 17/03/2009 00:00
Prezados Senhores,
este site disponibilizou por algum tempo as palestras e os materiais relativos ao seminário sobre microbacias e desenvolvimento realizado em Campinas, no início de setembro, em Campinas (SP) sob o patrocínio da CATI. Gostaria de saber se aquele material ainda está disponível no site e como poderia acessá-lo.
Antecipo os meus agradecimentos pela atenção ao acima exposto.
Cordialmente,
Zander Navarro
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Julio Cesar Trevisan Dilermando de Aguiar - RS 17/03/2009 00:00
João Batista, quero aqui registar minha satisfação ao assistir um programa como o seu, e fazer um ALERTA aos produtores desse meu Brasil (deitado em berço esplêndido): "Atenção produtores brasileiros, vamos criar vergonha (já que esse governo LULA não tem), e olhar com orgulho esse povo Mineiro, e brasileiro, e honrar a coragem que tiveram e o que fizeram... Vamos segui-los; e em todo o território fazer o mesmo: paralisar nossas atividades rurais, como fizeram os agricultores argentinos; isso para dar definitivamente uma resposta a esse governo que aí está! Os sem-terra quando querem mandam o seu recado a esse governo omisso.
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Elizeu Afonso Cremonese Palotina - PR 17/03/2009 00:00
Um bom dia e um abraço a todos os amigos do Notícias Agrícolas. João Batista, gostaria que os senhores dessem destaque ao protesto dos produtores e cooperativas que haverá em Cascavel (PR) no proximo dia 20 de março. Pois mais uma vez a turma do "eu poluo a semana inteira na cidade e os colonos tem que deixar o ar deles limpo" estão soltando as manguinhas... Desde já agradeço.
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José Luiz Gonçalves de Andrade Gurupi - TO 16/03/2009 00:00
Um dos grandes empecilhos à sustentabilidade na agricultura chama-se ausência de política econômica, pois um país sustentável é aquele em que os elos, como os de uma corrente, são fortes, todos por igual;
O Presidente Lula fez como chavão de sua política de votos o “nunca neste país a comida esteve tão barata à população”, mas isto teve um custo muito alto para todo o elo produtivo. O evento de Varginha-MG é o reflexo exato do que digo;
A sustentabilidade passa primeiro pelo conhecimento da atividade rural no país ao longo do tempo. Sustentabilidade significa em primeiro lugar haver renda suficiente para ter LUCRO, para permanecer no ramo, investir, proteger o solo, modernizar. Para tudo isso há necessidade de crédito, SEGURO rural (pois a única indústria a céu aberto, e à mercê do tempo, no país é o campo), acesso à pesquisa aplicada, preços mínimos que garantam a sobrevivência com rentabilidade mínima nos períodos adversos;
Condena-se o subsídio lá fora, mas aqui dentro ocorre o oposto: além de não o ter, o produtor é jogado às feras, sem nenhuma proteção, sobrevivendo, quando dá e como pode (veja a opinião do Dr. Guilherme Dias do IEA-SP);
Quando o produtor financia uma máquina, ou adquire adubos, o banco já se garante com a hipoteca ou penhor, a indústria já recebe seu pagamento, o país já garante o abastecimento. Se algo dá errado, por intempérie, especulação, excesso de produção ou falta dela, a quem o produtor recorre? Ficou com o mico. Ele tenta Deus, que é o único acessível, mas também ele não faz milagres, só em condições especiais! Aqui minha crítica ao produtor rural, que deveria brigar pelo que lhe devem, resgatar sua dignidade e não viver de esmolas;
A pecuária sempre foi de baixa rentabilidade, por isso, ao longo do tempo o pecuarista auferia lucro na valorização da terra e escapava, mesmo com a baixa renda (alto risco, alto lucro – caso dos especuladores nas bolsas; baixo risco, baixo lucro, segurança – este é o ritmo do pecuarista). Ele foi estimulado a desbravar para integrar: PROTERRA, POLOCENTRO, etc., etc.. PLANTE QUE O JOÃO GARANTE. Este era o mote de então, e como até hoje ainda há gente daquela época no campo (não se muda conceitos tão rapidamente, quando há pessoas de baixa escolaridade envolvida, que é o grosso da população rural). Os filhos já se mudaram para a metrópole faz tempo! Há tempos um amigo alertava que, aqui, o rabo andava balançando o cachorro, que estava tudo errado! Agora a especulação ficou evidente (?), apareceu e deu no que deu!
A intensificação na pecuária passa pela diversificação, pela integração lavoura/pecuária, pela adoção de tecnologias que requerem aporte de recursos, entre outras coisas. Por que não há investimento, por que não há absorção de mão de obra, por que não há uso adequado de solo? Quando se quer comida barata, o solo é do produtor! Quando se quer proteger o solo, a sociedade, que se beneficia da comida barata, quer que o mesmo produtor gaste o que não tem para fazer curvas de nível no terreno, correção de solo, correção da fertilidade, melhoramento genético, etc. Quem não faz isto de bom grado quando o retorno é adequado? Ninguém o faz para agradar a quem quer que seja, se não houver recursos para tal! Daí a degradação! Ela nada mais é que a conseqüência de anos de expoliação da “roça” para produzir comida barata para a população. Veja o exemplo do café: analise como ocorreu e pra que serviu o confisco cambial do café!
Veja porque produtores usam máquinas ao invés de empregarem mão-de-obra. E na indústria, no comércio, é diferente? Esta é a evolução do homem na sociedade no mundo inteiro: CADA DIA MENOS GENTE NO CAMPO ALIMENTANDO MAIS GENTE NAS CIDADES! O aumento da escala na exploração é uma necessidade da era moderna: a enxada substituída pelo trator de 50 HP, e hoje pelo de 250 HP. Será que é tão difícil assimilar estas mudanças? Os filmes de “bang bang” mostravam o homem correndo, há mais de cem anos atrás, para disputar as terras devolutas do tio SAM (lá, já naquela época tinha concorrência). Aqui, se propala uma reforma agrária completamente anacrônica. Da forma como é feita, tirando o pobre coitado da favela, para longe da vista da sociedade, obrigando-o a cultivar de enxada o seu ganha-pão, e sem seguro rural que o proteja das intempéries!!! Porque não há arrendatários de terras? Será que ninguém descobriu o filão (como empobrecer sem retorno)?
Somos um país hipócrita, onde cafeicultores que ajudaram o país a se desenvolver, a promover sua industrialização, são hoje PRESOS por agredir o ambiente, depois de terem dado a alma para o país. Veja a manifestação de VARGINHA-MG. Temos um ministro, Minc, que não se manifesta sobre a ocupação dos morros do Rio de Janeiro, onde morre gente toda vez que dá uma chuvinha; os lixões a céu aberto no país inteiro não são também agressão ao meio ambiente? E a ocupação nas praias, no litoral, apenas com fim especulativo? Isto é ambiente degradado.
A senadora Kátia Abreu, que nos livrou (o país inteiro) da CPMF, assumiu a CNA com um discurso firme, coerente, botando os pingos nos “iiis”, e nem sequer foi divulgada na grande mídia a sua posse na confederação do setor que carrega o país nas costas.
A sociedade também é hipócrita quando não raciocina, quando é conivente, quando tira proveito de determinadas vantagens em detrimento de seu semelhante. Sugiro: Tragam o sr. Luis Hafers para uma entrevista. Ele é coerente, preparado, extremamente vivido, CULTO (este é um defeito grave nestas terras) e cafeicultor, coitado! (perdoe-me a deferencia “seu Luis”, sou um admirador seu)...
Em defesa da verdade e da agropecuária! Saudações, José Luiz Gonçalves de Andrade, Pecuária de corte e leite (família de ex-cafeicultores, café com leite)- eng.agrº, especialização em sobrevivência. Gurupi-TO -
(63)3312.4950.
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paulo roberto tavares salvador - BA 16/03/2009 00:00
À redação do Notícias Agrícolas - Assisto sempre o programa dos sSrs. e quero fazer dois reparos:
1- estou localizado na região de Feira de Santana -BA, e a previsão de tempo dada nunca menciona Feira, nem o semi-árido baiano, muito pouco o semi-árido nordestino. Nós existimos. Tempo bom aqui é chuva sempre.
2-A cotação do boi dos srs. exclui Feira de Santana, a segunda praça do nordeste, perdendo apenas para Salvador, a maior cotação do nordeste.
Muito obrigado. Paulo
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Lucas Barbosa Rosana - SP 16/03/2009 00:00
Meu caro amigo João Batista queria parabenizar você, toda sua equipe e a rede bandeirantes pelo excelente trabalho prestado em prol da classe produtora, uma classe tão massacrada nesse País de injustiça!!!
Lucas Barbosa.
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Horacio Guillermo Canova Spelling San Alberto (Paraguay) - PY 16/03/2009 00:00
Srs. da redação do noticias Agricolas.
Pediria por favor duas coisas ao Joao Batista
1.- Voltar ao ping-pong com a Desiree. pois ele faz perguntas que a gente gostaria de fazer e obtem uma ampliaçao da infomaçao. Eles interagem muito bem, tenho saudades do bloco.Continuo aguardando a possibilidade de ampliar as imformaçoes para o Paraguay.
2.-Tentar obter uma informaçao nao contaminada (Traders) de qual é a quebra real da produçao da soja. Agora todo mundo (Aprosoja do Rio g.do sul) diz que o dano não foi tal.Custa acreditar. Aqui no Paraguay ja perdemos no minimo 3 milhões de Toneladas, ou seja, 50% . Essa informaçao é vital para a comercializaçao. Muito obrigado Horacio
Enquanto o custo de feijão ultrapassa R$ 2800,00 o hectare, e a produtividade não passa de 35 sacas, tem mágico que tem a coragem de falar que feijão ainda não dá prejuizo... é um argumento no minimo de falta de respeito com o produtor... para o produtor produzir é o mais fácil, mas nós temos que saber interpretar as informações que nos chegam. Quando alguém fala uma asneira certamente está com algum interesse..., será por que há um ano feijão estava a 200 reais? O grande dilema é que os atravessadores, para ganharem dinheiro, precisam da oscilação do mercado e agora estão formando grandes estoques para daqui há alguns dias venderem mais caro.. Certamente, agora vão chegar uma carga de notícias somente com tendências de alta...