Fala Produtor

  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    Pau neles. Os hermanos só servem para uma coisa: Nos ensinar como fazer "pressão" durante as reivindiaciones... já que segundo dizem, nós outros só soubemos fazer barulho...

    Comentário referente a notícia: [b]Brasil poderá retaliar comercialmente a Argentina[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67341

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    Achei que foi uma beleza. Vi, no discurso deles, que finalmente cairam na realidade..., nem com juro ZERO dão conta de pagar seus empréstimos. Isto comprova de que é pura balela produzir comida a qualquer custo. E tem outra, o IBGE comprovou estatisticamente de que METADE dos brasileiros que passam fome, segundo o critério deles lá, são... agricultores!

    Comentário referente a notícia: [b]Governo anuncia recursos no Grito da Terra Brasil[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67349

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    Fazer leilões de PEP e PEPRO para "mudar" o milho brasileiro da região produtora para uma região consumidora servirá apenas para mudar o problema de lugar... Corrupção iminentíssima!!! Com o PEP você instrumentaliza um intermediário no poder de "escolher" a quem ele concederá um beneficio gerado por um recur$o público. Você concorda com i$to? Se for assim, em também quero... AGF e novo consumo (etanol) são a solução!

    Comentário referente a notícia: [b]Conheça na íntegra a portaria 318 que autoriza a comercialização de grãos[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67312

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    Quero informar mais uma vez de que a culpa maior pela falta de capacidade armazenadora é dos próprios agricultores. Temendo constituir pessoa juridica, os agricultores preferem usar o lucro arbitrado em suas declarações para o Imposto de Renda.

    Muitos poderiam credenciar seus próprios Armazéns para vender o produto para a CONAB e auferir mais de R$ 3,00 por t por mês de armazenagem... Isto paga um SILO em um ano... se a pessoa já tiver o resto da estrutura, moegas, balança, expedição etc... Portanto, não me venham com chorumelas

    Comentário referente a notícia: [b]Superprodução de milho exige exportação e produtores temem arrocho fiscal em MS[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67325

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    A novidade desta Portaria em relação aos outros anos, é a inclusão "dedocrática" de fórmulas exigidas pela turma do Gilson Bittencourt lá do MF... Eu mesmo tenho a impressão que originado a partir dele(s), não pode ser coisa boa para nós... Toda vida foram "contra" o agronegócio... eles querem nos ver pelas costas. Você duvida?

    Fórmulas:

    para o milho, em atendimento ao programa institucional:

    VMPE = PM - [(CfobP - CP) x TC - CMR], onde:

    VMPE = Valor Máximo do Prêmio de Escoamento;

    PM = Preço Mínimo do produto no estado de origem;

    CfobP = Cotação FOB do produto em US$, no porto brasileiro de embarque;

    CP = Custo de embarque do produto no porto brasileiro, em US$;

    TC = Taxa de cambio (média dos últimos 5 dias anteriores à divulgação do leilão);

    CMR = Custo Médio de Remoção do produto do estado ou da região do estado de origem até o porto brasileiro de embarque do produto.

    Por ocasião da divulgação dos Editais pela CONAB sentiremos reações mais evidentes.

    Comentário referente a notícia: [b]Milho: Leilões para Mato Grosso somente no final do mês[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67343

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    Tem muitos gauchos nesta região e "eles" tem este costume: Dizem que a quebra será de 40%... porque "iam" colher 100 sc/ha.... e colherão os 60 que a CONAB está prevendo, portanto a quebra não será quase nenhuma... em relação ao Relatório dos Técnicos da Autarquia.

    Comentário referente a notícia: [b]Nova Mutum: estimativas de perdas com o milho safrinha são de 40%[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67350

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    Com esta ajuda cada vez maior para exportar milho, os criadores nacionais preparam as suas criticas... Milho barato, com ajuda do Governo brasileiro para criador estrangeiro concorrer com a nossa produção de carnes? Impensável!... AGF e etanol são as solução viaveis...

    Comentário referente a notícia: [b]Superprodução de milho exige exportação e produtores temem arrocho fiscal em MS[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67325

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  • Telmo Heinen Formosa - GO 13/05/2010 00:00

    Mais um importante depoimento de Autoridade no assunto... o desafio é vender. Se o desafio é este, comprova de que os conceitos de FOME no mundo, por falta de produção, são mera invenção de especuladores, imprensa, ongues e outros ignorantes de plantão tais como os religiosos, politicos e alguns dirigentes da ONU especialmente da FAO. O aviltamento causado nos preços, com esta tolice de fome, é o maior causador de falta de renda dos agricultores e seu endividamento, inclusive dos agricultores familiares tal qual reclamavam ainda ontem na Esplanada dos Ministérios, apesar dos juros anuais de apenas 2,0% que lhes é imputado em muitos empréstimos..

    Comentário referente a notícia: [b]Pratini: "O grande desafio da América Latina é vender", diz ex-ministro durante o Fórum Mundial de Agricultura[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67352

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  • Cristina Lima Leite Pereira Sao lourenço - MG 12/05/2010 00:00

    O produtor rural hoje realmente é visto como vilão. Somos culpados por tudo. Gostaria apenas de viver o suficiente para ver o que os filhos e netos destes governantes e artistas, bem como participantes de ONGs, irão comer e beber daqui há alguns anos? Será que vão alimentar-se de árvores? Será que terão como sobreviver na selva de pedras? Sem o produtor rural para movimentar o celeiro do mundo, não sobreviveremos. Não queremos destruir a natureza, acabar com a água. Queremos apenas conservar a espécie humana, pois sem o fruto da criação divina (HOMEM) não há necessidade da vida. O produtor deveria ser louvado e não apedrejado.

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  • Climaco Cézar de Souza Taguatinga - DF 12/05/2010 00:00

    ACHO QUE ESTOU FICANDO CADA DIA MAIS BURRO OU ENTENDENDO MENOS O QUE LEIO. Por que a EMBRAPA, CNA, Governo Federal, de Sao Paulo e outros orgãos continuam insistindo em ensinar, ou dar de graça nossas tecnologias desenvolvidas a duras penas com recursos do nosso povo, e agricultores, para países que no futuro serão sérios concorrentes nossos? Quem os autorizou? Quem até hoje no Mundo nos deu tecnologias ou experiências gratuitas? Será que não viram o filme ausência de malícia? Após tudo transferirem para a China e Índia, tais entidades e Governos agora, insistem em levar tudo para a África (até com patrocinio/complacência do nosso Congresso), Continente onde há cerca de 300,0 milhões de ha, cultiváveis, sobre alguma forma, e com recursos e investimentos progressivos de europeus, asiáticos, sobretudo chineses, etc, ou seja, de paises ao lado ou, pelo menos, 3,0 mil km mais perto do que do Brasil. Quem será, afinal, o Celeiro futuro do Mundo, nós - com nossas bobeiras e ausências de malicias e de nossos dirigentes - ou os expertos laranjas da Africa, enviados pelos chineses etc..? SERÁ QUE SOMENTE EU VEJO ISTO E PENSO DESTA FORMA? porque a CNA, APROSOJA E OUTROS EXPERTOS DO BRASIL NADA VEEM? (aliás, a tal aprosoja, e seus expertos, cada dia mais me decep.., mas, merecemos). Esta história de a África passar fome é real, mas - num bom trabalho para reduzirmos nossas perdas de produção, de transporte e de armazenagem -, poderiamos doar quase a metade dos alimentos para os africanos, realmente, famintos. Na verdade, tal Continente, passa fome, mas porque é dominado pelos ambições de alguns poucos diregentes locais e, sobretudo, dos poderosos trilionários mundiais e suas empresas de armas, diamantes, petroleo (inclusive a nossa PETROBRAS) etc.., iguais a urubus na carniça.

    Agora, entraremos no jogo deles e tchau produtores e agricultores do Brasil. OU ELES SÃO MUITOS EXPERTOS, OU EU SOU MUITO BURRO, POIS NADA ENTENDO SOBRE COMO FORTALECER NOSSOS CONCORRENTES E GERAR EMPREGO LÁ E RIQUEZAS PARA DIRIGENTES, GOVERNOS E PRINCIPES CORRUPTOS OU CORRUPTIVEIS PELAS GRANDES. ACORDEM-ME, POIS POSSO ESTAR ERRADO.

    Comentário referente a notícia: [b]Países africanos terão curso sobre agricultura brasileira[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67308

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  • jardel batisti Chapadão do Lageado - SC 12/05/2010 00:00

    Gostaria de saber por que a corda sempre tem de arrebentar no produtor... concordo com o país em fazer estoques de alimentos, agora eu não entendo por que quando há excesso de produto o governo não entra comprando... ele so pensa em baixar o preço no mercado quando existe falta de produto... com essa ideologia do governo ele vai ter que construir muitos hospitais com UTI pois cada vez mais estamos ficando sufocados e ficando sem respirar....

    Comentário referente a notícia: [b]Formação de estoques na agricultura familiar pode evitar problemas na inflação[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67223

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  • Fernando Souza Barros São Paulo - SP 12/05/2010 00:00

    Prezados companheiros, conforme voces ouviram (e temos dito) chegou a hora da verdade! Hoje saiu café do Sul de Minas com xícara riada (aliás, sem demérito nenhum, pois até 2 a 3 riadas tem ido embora e todos ficam quietos) a R$ 295,00 por saca, o que demonstra esta situação de escacez de qualidade. E é bica corrida..., mas o que se deve dizer é que amanhã tem reunião em Brasilia para darem sequencia no plano de safra brasileira. N.York já não tem cafés certificados em condições de aceitabilidade, portanto perdeu a referencia, e o produtor brasileiro é que estaria com a faca e o queijo na mão se tivesse condições de impor o seu preço e regular o fluxo da oferta!! Vamos ver se o Governo fará a lição de casa...

    Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Gil Carlos Barabach - Analista da Safra e Mercados[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=67307

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  • Ciro Siqueira Dom Eliseu - PA 12/05/2010 00:00

    Acho que o sr. tem razão, dr. Gonçalves. A questão é quem e de que maneira fará isso? Em tempo, não desista... O IEA produziu bom argumentos quando mensurou as perdas econômicas que o estado de SP teria com a recomposição das RLs. As instituições de pesquisa agrícola têm um papel importante nessa guerra.

    Quando o sr. diz que "desacreditou" dessa discussão, é disso que eu estou falando. O setor rural vem apanhando nesse debate há muito tempo e muitos de nós estamos desacreditados. Cansados dessa areia movediça onde, quanto mais a gente argumenta e mostra os abusos da lei, mais a gente afunda.

    Mas nós não temos o direito de desanimar. O produtor rural não tem defesas contra o Greenpeace. Eles dependem de mim, do sr, do dr. Assuero, do Baldassari, do Olivi, de todos nós. O produtor rural depende de nós. Nós somos a última linha de defesa entre o fundamentalismo ambiental e os produtores rurais.

    Sds, Ciro Siqueira.

    Comentário referente a notícia: [b]ENIPEC 2010: Deputado Aldo Rebelo palestra sobre biodiversidade histórica brasileira para compreensão do Novo Código Florestal[/b]

    Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=66755

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  • José Sidnei Gonçalves São Paulo - SP 12/05/2010 00:00

    Prezados, há uma questão que não tem sido levado em conta na discussão do mal fadado Código Florestal. Trata-se do fato de que, na sua versão original de 1965, a Lei denominada Código Florestal tratava de preservar 20% das florestas existentes. Assim, nas zonas de colonização antiga, há o direito adquirido dos proprietários rurais. Esse é o caso de São Paulo, como tenho mostrado em vários estudos.

    A Lei não pode ter efeito retroativo. Assim a nova versão do Código Florestal de 2001 somente pode afetar propriedades rurais "abertas" depois dessa data. Tenho dito que não há como produzir um "acordo" nacional para situações legais tão diferentes. Há que se levar em conta o direito das diferenças do processo de ocupação.

    A ocupação da Floresta Amazônica está condicionada a limites legais (MP 2166-27 de 2001) que não existiam na ocupação dos espaços de Mata Atlântica. Colocar tudo no mesmo balaio, a meu ver, inviabiliza a solução, pois na média todos perdem e qualquer solução vai desrespeitar direitos.

    Em função de a discussão ter caminhado no sentido da procura de uma "panacéia", acreditando em "contos da carochinha", desacreditei do atual processo. Isso porque, embora eu acho inviável ocupar a Amazônia e mesmo os cerrados com as limitações de reserva legal de 50% e 80%, tenha-se claro que a maioria da sociedade pode assim decidir sem ferir direitos, pois em muitos casos, trata-se de ocupação de terras públicas posteriores à edição da MP 2166-67 de 2001.

    Os casos da expansão do início dos anos 1970 caem no mesmo caso da ocupação do Sul-Sudeste que se deu com base noutro marco legal. Logo há há direitos adquiridos e a manutenção da reserva legal implica em desapropriação indireta, ou seja, o Estado em nome da sociedade só poderia fazê-lo, nos marcos do Estado Democrático de Direito, se indenizasse o proprietário rural pela reserva legal criada posteriormente à ocupação.

    O atual debate mistura alhos com bugalhos e a meu ver cria uma confusão que interessa a grupos de proprietários (dos cerrados e principalmente da fronteira amazônica) que estão numa situação legal complicada a frente com os ecologistas e os grupos de ecologistas radicais que desrespeitam o direito de propriedade nas zonas de ocupação antiga.

    Em São Paulo cumprir o Código Florestal como querem alguns ecologistas implica em eliminar 3,6 milhões de hectares de terras produtivas. Vejam a área agropecuária cultivada em São Paulo totaliza 18 milhões de hectares de um total de 22 milhões de hectares existentes nas propriedades rurais como um todo. E desses 18 milhões, cerca de 9 milhões são de pastagens (produtivas com pecuária moderna apesar do preconceito) e 9 milhões com lavouras (sendo 6 milhões com cana e 1 milhão com lavouras florestais de pinnus e eucaliptus- que são as duas maiores lavouras estaduais).

    Em São Paulo, não há como recompor 3,6 milhões de hectares com Reserva Legal. Para se ter uma idéia se atendidas as solicitações de desapropriação para reforma agrária na magnitude solicitada pelo MST seriam necessários 1,2 milhão de hectares.

    Em suma, há que se qualificar o debate para que as soluções sérias prosperem. E não há uma só solução para toda a agricultura brasileira. O consenso pela média de qualquer maneira será um desastre.

    Atenciosamente

    JOSÉ SIDNEI GONÇALVES

    ENGENHEIRO AGRÔNOMO

    PESQUISADOR DO IEA/APTA

    Comentário referente a notícia: [b]ENIPEC 2010: Deputado Aldo Rebelo palestra sobre biodiversidade histórica brasileira para compreensão do Novo Código Florestal[/b]

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  • Ciro Siqueira Dom Eliseu - PA 12/05/2010 00:00

    Caros, Reparem bem como são as coisas. Todas as pessoas nessa lista de mensagens têm interesses ou opiniões alinhadas. Todos concordamos que o Código Florestal precisa ser alterado no sentido de compatibilizar a produção e conservação ambiental.

    Mas já estamos divergindo. Já estamos batendo cabeça. Eu estudo o Código Florestal desde 96, quando ainda era estudante de agronomia, e sou testemunha dos esforços da CNA nesse tema. O Dr. Assuero tem razão. Por anos ele e o pessoal de meio ambiente da CNA lutaram e apanharam sós nesse tema.

    Em nenhum momento minha intenção foi acusar a CNA de omissão nesse debate.

    Entretanto, a CNA, talvez por apanhar só durante anos, adotou uma estratégia diferente. Resolveu atuar nos bastidores, botou o Código Florestal no hall das inseguranças jurídicas e não se vê mais ninguém da CNA se manifestando abertamente sobre o tema a não ser quando interpelados diretamente em debates que, em geral, envolvem outros assuntos.

    Não é um estratégia ruim.

    Se a gente mandar todos os soldados para batalha de um só vez, corre o risco de perder o exército e a guerra. É preciso atuar em mais de um front.

    Entretanto, é preciso atuar de maneira ordenada e co-ordenada. É essa cabeça, esse líder, essa coordenação que está faltando.

    Essa troca de e-mails começou porque alguém perguntou ao Baldassari o que era que devia fazer para ajudar.

    Nesse momento há uma força latente enorme no setor rural. O produtor não aguenta mais os absurdos das exigência ambientais.

    É preciso canalizar essa força e é preciso, antes de qualquer coisa, união.

    Respeitosamente,

    Ciro Siqueira

    Comentário referente a notícia: [b]ENIPEC 2010: Deputado Aldo Rebelo palestra sobre biodiversidade histórica brasileira para compreensão do Novo Código Florestal[/b]

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