Fala Produtor
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Telmo Heinen Formosa - GO 06/07/2010 00:00
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Fernando Souza Barros São Paulo - SP 06/07/2010 00:00
Prezados já comentei! Agora é ir para o abraço. Até mais.
Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Funcafé ainda não chega nas mãos dos produtores[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70917
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Telmo Heinen Formosa - GO 06/07/2010 00:00
Mais uma vez perdemos a chance de propugnar por um Código Ambiental. Nesta discussão toda não há abrangência da fauna, do solo e nem da água. As tão decantadas árvores, objeto de todo questionameto, se sustentam no ar? Ficou claríssimo para quem apreciou o panorama entre os urbanóides presentes, seja jornalistas que são contra nós (maioria) e manifestantes de que eles(as) consideram as discussões e resoluções como obrigação de cumprimento à área rural do país, até porque não conseguimos emplacar no nome "Código Ambiental" impossivel também porque quase todas as faixas alusivas trazidas por nossos próprios membros traziam a referência de "Código Florestal"... e isto reforça etre os urbanóides de que o que estava em discussão não era nem mesmo exclusivo da área rural do país. Para muitos, somente a [distante] região amazônica.... A culpa disto nem é tanto deles, mas nossa. Temos que aprender a fazer lobbie urgentemente!!!!!
Comentário referente a notícia: [b]Remendado, Código Florestal desagrada a todos[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70886
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Lindalvo José Teixeira Marialva - PR 06/07/2010 00:00
No Paraná o IAP-Instituto Ambiental do Paraná, criou um chamado Agrupamento de Municipios, onde a recomposição de Reserva legal só pode ser ralizada entre os municípios que compõe um determinado Agrupamento. Veja o absurdo, tem municipios que estão dentro de uma, duas ou até treis bacias hidrográficas e foi agrupado em apenas um Agrupamento de Municipios..., desta forma voce não pode compensar uma reserva do lado de cá do rio para uma área do lado de lá? Onde o solo, clima, declividade, textura, porosidade, defluvio, espécies vegetais, flora e fauna são praticamente parecidos, imagine isso? Veja onde estamos? Preservar sim e não travar o meio ambiente.
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Marcio Antonio Cezarotto Santarém - PA 06/07/2010 00:00
Definitivamente a "pequena" e malfadada AMAZÔNIA (com apenas 61% do território Brasileiro), foi a moeda de troca com o Velho Mundo (ONGs). O Brasil não merece mesmo deter um território tão rico, não é pra este povinho. É pra Europeu mesmo. O Congresso Nacional deveria ser implodido com os parlamentares dentro. Nós, que moramos na AMAZÔNIA deveríamos pedir ajuda para tomar isto do Br e conseguir virar Norte-Americano. Brigaria até a morte por isto.
Eles têm competência pra gerir isto aqui. Brasileiro é índio, aculturado.
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Telmo Heinen Formosa - GO 06/07/2010 00:00
Repórteres e povo em geral não sabem fazer distinção entre "Reserva Obrigatória" (Áreas de Preservação Permanente) e a "Reserva Legal". Temos que fazer um esforço hercúleo para libertá-los da ignorância. Achei ridículo, ontem em seu Programa, João Batista, um alto prócer do nosso Congresso e mentor das alterações no "Código Florestal" ser confrontado com um representante de uma representação iternacional, uma ongue holandesa das mais ordinárias. Embora justificavel do ponto de vista jornalistico de "ouvir os dois lados" - é ridiculo que o "outro lado" do nosso legislativo com mais de 500 membros tenha como "outro lado" para ser ouvido um representante do Greenpeace. RIDÍCULO!!!! Sugiro que da próxima vez seja escolhido alguem entre os jornalistas anti-nacionalistas que temos na Globo, Valor Econômico, Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Estadão, DCI e até da Agência Brasil que são nossos inimigos aqui dentro, porém mais fácil de desmacarar. Cadê as manifestações do Greenpeace na poluição do Golfo do México?
Comentário referente a notícia: [b]Manifestantes do Greenpeace interrompem votação de lei florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70928
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Telmo Heinen Formosa - GO 06/07/2010 00:00
Confusões persistem! 35% no Cerrado é válido somente na região amazônica. Hoje fiquei estarrecido ao descobrir que diversos(as) jornalistas, interpretam as APP (Áreas de Preservação Permanente) em cada lado de rios e córregos como sendo um simples recuo da lavoura. Em vez de iniciar o plantio a 15 m do rio, faz tanta diferença iniciá-lo a 30 m, perguntavam. A partir disto, como já disse, fui compreender porque eles(as) não tem noção de qualquer impacto que esta regra causa na área urbana. Inacreditável, não? Pela mesma razão elas não compreendiam os argumentos do dep. Valdir Colatto que dizia em entrevista que sem consolidação do uso, por exemplo o Palácio da Alvorada teria que ser demolido por estar situado dentro da APP do Lago Paranoá de Brasilia. Este tipo de argumento, margem do Rio Tietê, morros do Rio de Janeiro etc... não causa qualquer simpatia entre estas jornalistas uma vez que elas pensam que vale somente para zonas de plantio.... tão simples recuar o começo do plantio 15 ou 30 metros... Santa Inocência! Santa Ingenuidade! Onde foi que nós erramos? Daí se vê que temos muito a fazer. Chamar a imprensa urbana e mostrar o que tem de errado nas cidades. É incomensuravelmente mais do que na zona rural.
Comentário referente a notícia: [b]Com 13 votos a favor e 5 contra, está aprovada a reforma do atual Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70920
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Telmo Heinen Formosa - GO 06/07/2010 00:00
De quem é a culpa? Temos muitos esclarecimentos a fazer. Os próprios deputados, ao fazerem pronunciamentos nas Comissões como as de hoje, tem que incitar os(as) ignóbeis jornalistas para uma perfeita compreensão dos fatos. Tem que dar "socos com luva de pelica" como se diz, como ainda hoje fez o Dep. Aldo Rebelo ao chamar de BURROS os técnicos do Ministério do Meio Ambiente, e aos extrermistas do famigerado Greenpeace que argumentavam que a possibilidade de cada Estado regulamentar a largura das APP deflagraria uma "guerra fiscal"... que ignorante conclusão. Ele disse, "eles até podem merecer homenagem pela persistência mas não pela sua inteligência", o que é uma grandíssima verdade.
Comentário referente a notícia: [b]EXCLUSIVO: Produtores comemoram em Brasília a aprovação do relatório de Aldo, mas lembram que a batalha está apenas começando[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70954
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Telmo Heinen Formosa - GO 06/07/2010 00:00
Fiquei estarrecido hoje ao descobrir que diversos(as) jornalistas, inclusive uma do Canal Rural - interpretam as APPs (Áreas de Preservação Permanente) em cada lado de rios e córregos, como sendo um simples recuo da lavoura. Em vez de iniciar o plantio a 15 m do rio, faz tanta diferença iniciá-lo a 30 m perguntavam. A partir disto fui compreender porque eles(as) não tem noção de qualquer impacto que esta regra causa na área urbana. Inacreditível (Inacreditável + Incrivel), não? Pela mesma razão elas não compreendiam os argumentos do dep. Valdir Colatto que dizia em entrevista que sem consolidação do uso, por exemplo o Palácio da Alvorada teria que ser demolido por estar situado dentro da APP do Lago Paranoá de Brasilia. Este tipo de argumento, margem do Rio Tietê, morros do Rio de Janeiro etc... não causa qualquer simpatia entre estas jornalistas uma vez que elas pensam que vale somente para zonas de plantio.... tão simples recuar o começo do plantio 15 ou 30 metros... Santa Inocência! Santa Ingenuidade! Onde foi que nós erramos?
Comentário referente a notícia: [b]Aldo Rebelo aceita mudanças de última hora no Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70861
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Walter Ferreira Lima Centenário do Sul - PR 06/07/2010 00:00
A cafeicultura passa por um processo de mecanização que leva a uma diminuição de custo. Este modelo, em detrimento do uso exclusivo de mão-de-obra, principalmente na colheita, é irreversível, pois o governo federal parece, pelas suas atitudes, não estar preocupado com os empregos gerados pela atividade e o grande impacto que causará a decadência da cafeicultura nos municípios, com desemprego e queda de arrecadação.
Nesta realidade como poderemos continuar sendo cafeicultores?
Podemos, mas serão necessárias medidas urgentes, temos que fazer algumas análises:
Pontos fortes:
1- Terra com boa fertilidade e clima favorável.
2- Produtor especializado e com tradição na cultura.
3- Infra-estrutura básica nas propriedades, embora muitas sucateadas.
4- Facilidade de diversificação com outras culturas e criações.
5- Mercado amplo tanto interno como externo e em expansão.
6- Estoques mundiais pequenos.
Pontos fracos:
1- Alto custo da mão de obra.
2- Alta carga tributaria e juros altos, elevando o custo de produção.
3- Moeda sobre valorizada.
4- Falta de mão de obra especializada.
5- Lavouras com baixa produtividade.
6- Lavouras com dificuldades de mecanização por adensamento ou topografia.
7- Altos índices de endividamento.
Fazendo uma análise de custos de produção do café, da macro-economia atual e da história da cafeicultura dos últimos 15 anos, para a sobrevivência da cafeicultura, teremos que fazer uma mudança radical do sistema de cultivo:
1- Erradicação das lavouras de baixa produção.
2- Plantio de lavouras novas adaptadas à mecanização.
3- Substituição das lavouras produtivas gradativamente por espaçamento e topografia que permita a mecanização.
Como fazer:
1- O governo federal deve lançar um programa de erradicação com indenização ao produtor.
2- Linha de crédito para implantação de nova lavoura adaptada à mecanização.
3- Reescalonamento das dividas conforme capacidade de pagamento.
4- Linha de crédito para investimento em mecanização.
5- Linha de crédito para investimento e custeio em outras atividades agro silvo pastoril.
A Cafeicultura é muito importante social e economicamente ao Brasil e o governo federal tem que tomar medidas rápidas para evitar um colapso financeiro, que já está ocorrendo, principalmente no pequeno e médio produtor, somente os créditos tradicionais não serão suficientes, pois os nossos maiores problemas são estruturais como demonstrado acima.
Mesmo tendo um aumento nos preços nas últimas semanas e a tendência de alta para o futuro, a defasagem entre preço e custo está muito alta nas lavouras de baixa produtividade e de muita utilização de mão de obra, sendo quase impossível conseguir lucratividade.
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 06/07/2010 00:00
Sr. João Olivi, juro, não sou o culpado, mas o título desta matéria "Trigo – o patinho feio e esquecido do agronegócio", são as palavras TRIGO e PATO que sempre tenho usado para externar meus sentimentos com relação ao assunto ......" SERÁ QUE TENHO RAZÃO ? ? "... que estamos, de fato , atravessando a fase do " PATO MANCO ??! !"...." E VAMOS EM FRENTE ! ! ! ".....
Comentário referente a notícia: [b]Trigo – o patinho feio e esquecido do agronegócio[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70936
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Dodson Martins de Lima Rondonópolis - MT 06/07/2010 00:00
Aleluia!!! Aleluia e Aleluia!!! - Até que enfim a novela (que se prolongava desde o ano passado) na Comissão Especial sobre o codigo Florestal foi aprovado!!!!! agora vai começar mais uma etapa dificil dentro do Congresso Nacional..., espero que todos sejam coerentes e aperfeçoem esta proposta aprovada na Comissão.... espero também que nossos deputados e deputadas não esqueçam dos medios produtores, que foram esquecidos nesse primeiro momento, pois os medios não são considerados pequenos e também não são grandes produtores!!!! precisamos de uma politica ambiental para essa classe sem representação; pois existem os representantes da agricultura familiar, dos pequenos e dos grandes... já os medios estão ao relento.... CNA, FAMATO, ACRIMAT só defenderam até agora os grandes; sobre os medios não vejo ninguem falar a respeito..., nesta votação só vi um deputado falar a respeito (Homero Pereira) e dou os meus parabéns a ele!!!
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Marcelo Ernesto Raupp Bom Jesus - PI 06/07/2010 00:00
Está vendo o que essa mulher (DILMA) quer fazer??!!..., estratégias ela só tem quando fala em MST, em invasões de terras ou em redução de horas de trabalho..., pelo que eu sei nunca vi ninguém morrer trabalhando..., o João Batista que tem razão quando diz: cuidado com 03 de outubro... para termos "mudanças" votem certo.
Comentário referente a notícia: [b]Dilma apresenta programa de Governo que estimula invasões de terra, mas depois recua[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70887
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Vagner P Framesqui Maringá - PR 06/07/2010 00:00
Gostaria de agradecer pela atenção dada a região de Maringá- PR. -
Comentário referente a notícia: [b]METEOROLOGIA: Confira a previsão do tempo para todo o Brasil, com análise de Desirée Brandt da Somar Meteorologia[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70814
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Maxsuel Rodrigo Zart Guarapuava - PR 06/07/2010 00:00
Parabéns amigo João Batista..., "a grandeza de um homen não consiste em receber honras, mas sim em merece-las" (Aristóteles), ja falei isso para você. Hehe. - E você merece.
Forte abraço e VAMOS EM FRENTE.
Comentário referente a notícia: [b]Mérito Rural- Jornalista João Batista Olivi é o homenageado da categoria imprensa[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=70825
Eis a lista dos membros da Comissão Especial e seus votos:
VOTARAM A FAVOR DO RELATÓRIO: 13 deputados
Aldo Rebelo (PC do B-SP)
Anselmo de Jesus (PT-RO)
Duarte Nogueira (PSDB-SP)
Eduardo Sciarra (DEM-PR)
Ernandes Amorim (PTB-RO)
Homero Pereira (PR-MT)
Luís Carlos Heinze (PP-RS)
Marcos Montes (DEM-MG)
Moacir Micheletto (PMDB-PR)
Moreira Mendes (PPS-RO)
Paulo Piau (PMDB-MG)
Reinhold Stephanes (PMDB-PR)
Valdir Colatto (PMDB-SC)
VOTARAM CONTRA O RELATÓRIO: 5 deputados
Dr. Rosinha (PT-PR)
Ivan Valente (PSOL-SP)
Ricardo Trípoli (PSDB-SP)
Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
Sarney Filho (PV-MA)