Fala Produtor
-
Ana Freitas Fartura - SP 01/02/2011 23:00
-
Telmo Heinen Formosa - GO 01/02/2011 23:00
Preciso deixar bem claro: a SEMARH-GO (Secr. Meio Ambiente de Goiás) respondeu consulta do Banco do Brasil, esclarecendo que somente podem ser exigidas Licenças Ambientais das 18 Atividades do anexo, que possuem "Têrmos de Referência" - Para lavouras de feijão, milho, soja, sorgo, algodão e outras de sequeiro, não tendo este têrmo não há como expedir licença ambiental, portanto a mesma não poderá ser exigida para fins de concessão de financiamento de crédito rural nestes casos.
Comentário referente a notícia: [b]Licença Ambiental para Crédito Rural - Esclarecimentos - Goiás[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=83098
-
Tiago Damke Dourados - MS 01/02/2011 23:00
Tenho a ideia de plantar 500 halqueires de eucalipto proximo ao município de Três Lagoas (MS). Gostaria de saber se ja posso firmar um contraro antecipado para que posso reter alguns recursos para me auxiliar no plantio? ou na correcao do solo? Na verdade estou entrando no ramo de eucalipto e gostaria de ter mais algumas informações. Grato. Tiago Damke
-
edson faquineti Assis Chateaubriand - PR 31/01/2011 23:00
Eu fico muito contente de ver que a guerra não está perdida, embora se fossemos depender do nosso Banco do Brasil parece que já perdemos..., pois estão exigindo uma declaração que estamos cientes sobre reserva legal para liberar o financiamento do milho safrinha. Isso é um absurdo. Vamos ter que nos mobilizar para apoiar nossos Deputados nessa batalha.
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Moacir Micheletto - Deputado Federal - PR[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=83079
-
Cristiano Zavaschi Cristalina - GO 31/01/2011 23:00
Gostaria de saber do ilustre convidado do debate desta terça, Sr. Mantovani (SOS Mata Atlântica), se ele tem a pretenção de tornar sua ONG "multinacional" assim como fazem a WWF e Greenpeace... e se a resposta for positiva, pedimos para que seus seguidores atrapalhem lá fora pelo menos 10% do que atrapalham aqui dentro. Assim ninguém segura o agronegócio brasileiro...
-
Gilberto França Rodrigues Araçatuba - SP 31/01/2011 23:00
Por que essas ONGs não estão na Europa ou USA exigindo a reserva legal?? Acredito que europeus e americanos nem dao conversa para essas ONGs... Lá a propriedade é privada, e cada um faz o que pretender. Quem preservar tem que receber por isso, afinal todos vivem de renda, e não comemos arvores.
-
Giovanni Rezende Colinas do Tocantins - TO 31/01/2011 23:00
A ocupação do solo urbano deveria ser fiscalizado pelas prefeituras, pelas secretarias ou orgãos ambientais, ou pelo Ibama? Uma coisa é certa, Carlos Minc era secretário estadual do meio ambiente carioca antes de ser ministro. Quando ministro praticou o terrorismo que havia aprendido em sua juventude. Perseguiu produtores de alimentos, principalmente na Bahia, Mato Grosso, e Pará. Há tempos não ouve-se falar em deslizamentos em Salvador. Incompetente, mentiroso, terrorista, defensor da maconha, dentre outros, são bem conhecidos de sua personalidade e capacidade intelctual. Não vi nenhum comentário do ex-ministro sobre suas obrigações nas gestões estaduais e federal, em relação ao desastre ocorrido no RJ. Talvez seja melhor assim, pois toda vez que disse, ou fez alguma coisa relacionado a meio ambiente, foi um desastre. Não sei o que esse homem faz à frente de uma "pasta" tão importantes para os cariocas, para os brasileiros, e para a humanidade. Infelizmente a Constituição não permite a pena de banimento, mas o Código Penal prevê pena para má aplicação de recursos públicos, e para improbidade administrativa. Cadê o Ministério Público para dar um jeito nele??? Seria bom começar por ele a responsabilização do ocorrido, para servir de exemplo a governantes inescrupulosos, afinal, uma das funções do direito penal é a preventiva.
Conclamo a todos os brasileiros, que não se esqueçam de Carlos Minc, e ao Ministério Publico que tome as providências cabíveis.
Comentário referente a notícia: [b]Oportunismo ambiental, por Denis Lerrer Rosenfield[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=83017
-
Lucas Barbosa Rosana - SP 31/01/2011 23:00
João Batista, acho um absurdo a largura de espelho d"agua definir as larguras das Apps... não existe base cientifica para isso, todos nóss sabemos que envolve uma série de fatores, como tipo de solos e outras técnicas..., existem rios que chegam a ter 500 ms de Apps, isso é absurdo!!! não concordo com isso.
um abraço a todos e vamos em frente...
Lucas.
-
Tiago Gomes Goiânia - GO 31/01/2011 23:00
Boa tarde a todos.
Concordo plenamente com as alterações do código florestal, entretetanto tenho duvidas com relação a quem tem reserva legal averbada, pois afinal não poderiamos ser prejudicados por cumprir as exigencias ambientais. Muito se discute sobre os 90% que ainda tem pendencias com relação principamente a averbação de reserva legal. Quanto aos 10% aproximadamente que estão com reserva legal averbada tenho uma dúvida cruel.
Caso seja aprovado o novo código, poderiamos retificar a área de reserva considerando as áreas de APP? E para quem tem menos de 4 módulos fiscais (pequena propriedade), como no meu caso, que tenho reserva averbada, será que se a revisão do código for aprovada poderei "desaverbar" a reserva e utiliza-la para fins produtivos? Aparentemente não vi nada sobre isso no projeto de lei.
Seria uma grande injustiça não podermos retificar a area de reservas nestes casos, enquanto os que não averbarão a reserva poderiam somar as APPs no computon da reserva legal.
João Olive gostaria que você perguntasse para o Deputado Aldo Rabelo na entrevista de sexta-feira, pois essa questão é muito importante.
Obrigado
-
Telmo Heinen Formosa - GO 31/01/2011 23:00
Caro João Batista, é "autoridade" demais concedida ao Sr. Mário Mantovani? Ano passado ele foi ums dos próceres daquele entêrro simbólico que fizeram na Esplanada dos Ministérios, por ocasião da aprovação do Relatório do Dep. Aldo Rebelo. Nós estamos nos rebaixando demais... É uma covardia, com o perdão da má palavra, confrontar este sujeito com Alysson Paulinelli.
Comentário referente a notícia: [b]VÍDEO: Assista a prévia do programa Mercado Arte&Cia que debate o Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=83080
-
Marcelo Soares Rocha pedras altas - RS 31/01/2011 23:00
João Batista e equipe! Parabéns por mais essa iniciativa referente ao debate de hoje à noite. Acredito que o ex-ministro Alysson Paolinelli poderá, com o seu conhecimento, transmitir algo que possa iluminar nossa população. Acredito ser de imensa importância tais colocações face à carência cultural existente ainda hoje entre nossa sociedade. Como já disse anteriormente, lamentável é a desinformação criada pelo sistema, de forma premeditada, para a perpetuação no poder daqueles que nada realizam/produzem. Abço, Marcelo
-
Renato Barbosa Macedo Franca - SP 31/01/2011 23:00
Basta observar a cartilha destas ONGs ambientais para ver o grau de picaretagem e o quanto esses "ambientalistas" são safados, tacanhos e com uma visão obtusa dos fatos. Para esses, o Brasil se resume numa grande e enorme floresta amazônica... ou seja, prmanece aquela velha imagem do Brasil com escrito com Z.
E para piorar, contamos com um sistema de ensino corroído por professores que estão mais para ativistas políticos do que educadores. Os "opressores" dos quais esses ativistas de meia tigela falam são os mesmos que colocam comida em suas respectivas mesas, fazendo com que esses vivam o conforto da vida urbana e do asfalto.
Num país onde assassinos e terroristas como Césare Battisiti são praticamente canonizados como santidades, pessoas de bem e trabalhadoras como os produtores rurais são execradas e criminalizadas. Esse é o Brasil, que não tem memória, que não tem educação, cujo os valores são invertidos em nome de um interesse partidário.--
Comentário referente a notícia: [b]ONGs ambientais lançam cartilha para combater a proposta de Aldo Rebelo de reforma do Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=82905
-
Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 31/01/2011 23:00
Sr. João Olivi, hoje, no Jornal Diário do Comércio & Industria, o artigo "REGRA QUE GARANTE QUALIDADE DO TRIGO IMPACTA SUL DO PAÍS ", informa que a partir de Julho mudam os limites mínimos da força de glúten de 180 para 220 na classificação do TRIGO PÃO. A noticia cita o "IMPACTO", ou seja, isto "mostra" parcialmente os "verdadeiros" motivos que de antemão já tinham sido expostos neste espaço. O "TEMPO" para que a "mudança" de qualidade da produção do trigo ocorra não é "viável". Os volumes de SEMENTES de cultivares disponíveis aos produtores, principalmente no RS , na sua maioria são de TRIGO BRANDO e "ISSO" não MUDA em UM ANO ! A cultura do TRIGO é a que "exige" a maior quantidade de sementes para o plantio por área, logo o volume de produção de SEMENTES para a MUDANÇA é MAIOR ! As comissões que representam os produtores estão reivindicando a prorrogação das mudanças das regras para mais um ano. Mesmo com a dilatação do prazo acredito que vamos ter problemas em FUTURO PRÓXIMO !! (portanto, no próximo vencimento)..."E VAMOS EM FRENTE ! ! ! "....
-
Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 31/01/2011 23:00
Senhores! Vejam o que diz a Lei número 4.771 de 15/09/1965 que institui o Novo Código Florestal, sobre a APP- Área de Preservação Permanente:
APP é uma Área protegida nos termos dos artigos 2.o e 3.o desta lei, COBERTA OU NÃO POR VEGETAÇÃO NATIVA, com a função ambiental de preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica, a biodiversidade, o fluxo gênico de fauna e flora, PROTEGER O SOLO (como o Plantio Direto na Palha - palavras minhas) E ASSEGURAR O BEM-ESTAR DAS POPULAÇÕES HUMANAS(incluído pela Medida provisória 2.166-67, de 2001).
Agora vejam o que diz o artigo 2.o: Consideram-se de Preservação Permanente, pelo só efeito dessa Lei, as florestas e demais formas de vegetação natural situadas: nas margens... com dimenções.... Agora vejam o que diz o artigo 3o:
Consideram-se, ainda, de Preservação Permanente, quando assim declaradas por ato do Poder Público, as florestas e DEMAIS FORMAS DE VEGETAÇÃO NATURAL destinadas: a) A atenuar a erosão das terras (Plantio Direto na Palha- palavras minhas) ........h) A assegurar as condições de bem-estar público. É importante observar que estas definições constam na Resolução Conama 303/2002; Por enquanto estou me referindo às APPs e Não à Reserva Legal, o que farei (com novidades) nos próximos dias. Se não
vejamos: Propositadamente NÂO está sendo dada a importância devida ao texto do Código Florestal que diz "Coberta ou não por vegetação nativa" porque isso desmonta o discurso ambientalista a serviço de interesses de fora do Brasil.
É claro que vão ter a cara de pau de dizer que soja, milho, trigo, arroz, feijão, pastagens, não são vegetação nativas. Ah? Não são da natureza, foi Deus ou foram os agricultores que as inventaram?
Na verdade são plantas nativas domesticadas pela Ciência para cada vez produzir mais para atender a demanda de alimentos e "assegurar o bem estar das populações humanas, ou bem estar público".
Mas João Batista, os ambientalistas procuram confundir a opinião pública usando os termos Preservar ou Proteger e Conservar. Quando interessa para eles, exigem Preservar no sentido de NÃO TOCAR. É a intocabilidade da Natureza para ser Preservada. Mas para serem simpáticos falam em Sustentabilidade, usada no sentido de CONSERVAR.
Mas aí defendem que APPs sejam no sentido de Não explorar e a Reserva Legal no sentido de "Preservar Sustentabilidade" para as gerações futuras, NÃO para Nós no Presente. Basta olharmos para a definição de APPs, qeu diz para proteger o solo sem explorá-lo, ou como assegurar o bem estar das populações humanas sem produzir alimentos.
Mas o importante é que estamos produzindo de forma sustentável apenas no quesito ambiental..., faltam os quesitos social e econômico, mas isso é assunto para vários debates.
Declaro que no próximos capítulo analisaremos a Reserva legal.
Para finalizarum recado para o prezado Telmo: não te assusta porque eu também passei por isso. Também fui chamado de "agronomozinho" por aqueles que diziam que a soja transgênica era a "Semente da Morte". Como dizia meu falecido avô "Diploma não encurta orelha"... portanto, deixe que falem. "Eles" não suportam ver brasileiros -- como você, o dep. Aldo e outros -- defenderem o Brasil de uma forma tão desenvolvida, que talvez eles precisem de outra encarnação para voltarem mais evoluídos, pois atualmente eles não têm condições de entender. Vamos em frente! Abraços. Almir Rebelo.
-
joao luiz ryzik floresta - PR 31/01/2011 23:00
Para resolver o problema do dolar é muito fácil: basta colocar os bancos para vender dolar no mesmo preço que o Banco Central compra, isso até achar o equilibrio... hora vende mais, hora vende menos; será que esses professores da economia não enxergam essse método tão facil e eficaz??!!!.
Assistindo ao debate de ontem, percebi que o código florestal dificilmente será aplicado nas zonas urbanas devido aos regimentos, estruturação e administração..., ficando a zona rural vulnerável aos ataques ambientalistas. De certa forma, ficou claro que os ambientalistas agem como vírus... onde há portas de entrada vulneráveis para o ataque. Com uma simples explicação foi dito que agem assim porque o produtor rural permite, ou seja, é uma classe ingênua e desunida, apesar de fazer parte da maior bancada ruralista do congresso nacional. Quanto ao comentário de Giovanni Rezende, é bom ficarmos atentos, pois expressa tudo o que não conseguimos expressar com palavras.