Fala Produtor
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Ana Freitas Fartura - SP 19/04/2011 00:00
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Tiago Bernardi SARANDI - RS 19/04/2011 00:00
Acompanhei entrevista sobre aumento da área indígena no Sul da Bahia, e quero acrescentar que a mesma situação ocorreu aqui conosco, com a reserva indígena de Serrinha-RS, localizada no Norte do Estado do Rio Grande do Sul. Aqui nós, produtores rurais, tivemos que sair de nossas terras para deixá-las para os indígenas. Só que, no momento, quem planta ali são pessoas que moram proximo da reserva (produtores profissionais), enquanto nós, que haviamos comprado a terra do governo há 50 anos, estamos ainda esperando por indenizações e regularização de terras que recebemos na trocas destas aqui de Serrinha. Contando que já faz mais de 10 anos de disputa e até o momento só temos promessas. Já o meu meu avô, com 80 anos, recebeu a terra que tinha comprado em outro municipio, enquanto que, para nós, nem escritura não foi dada ainda, só um titulo de posse da terra e, no mesmo, consta apenas a obrigação que nós, produtores, temos que exercer e as autoridades, que tinham a obrigação de devolver aquilo, estão nos enrolando e nos castigando. Se eu estivesse ai na Bahia não entregaria a terra de maneira alguma..., e queria informar que os agricultores tem que se unir para criar uma forma de controle sobre estes atos, pois isso é, no mínimo, uma falta de respeito com os produtores e também uma injustiça para quem põem alimento na mesa de milhões de pessoas... e ainda querem falar em descriminação..., tiram de quem produz para dar para pessoas que nem sabe o que é isso... para tudo acabar nas mãos de outras pessoas (produtores) para explorar o que é nosso por direito.
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Luiz Fernandes Martins Campo Belo - MG 19/04/2011 00:00
Somos a maior potência mundial no que se refere à produção de alimentos, e temos no agronegócio a única oportunidade de soberania econômica no mundo. No agronegócio temos a única chance de acabarmos com a miséria e o desemprego no país. Temos que produzir e industrializar alimentos para exportação, manter a indústria de máquinas e implementos. O que então está errado? Está errado sermos governados por sindicalistas, guerrilheiros, ongs, etc. Precisamos de líderes com visão e de punho forte.
Mas contra fato não há argumento, por isso chegaremos lá. A Nação não tem outra opção se quiser se sobressair. Todavia, deixo claro, que também defendo a racionalidade e a sustentabilidade. Defendo o futuro de nossos descendentes.
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Acordo do governo é péssimo para a agricultura.[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=87470
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Almir José Rebelo de Oliveira Tupanciretã - RS 19/04/2011 00:00
Grande Ciro Siqueira! Muito bem lembrado, pois o esquema montado pelas ONGs vem de longa data, com a função principal de impedir nosso desenvolvimento. Treinar um ministro do Meio Ambiente que enrole o ministro da Agricultura já é normal. O que é desastroso para o Brasil é assistirmos um Ministro da Agricultura que não tem preparo técnico para fazer respeitar a agricultura brasileira, e poder dizer ao Ministério das ONGs do Meio Ambiente que, no Brasil, quem comanda a agricultura é o Ministro da Agricultura!!!. Falta "Café no Bule"... Assim sendo, só nos resta apoiar e rezar pelo "Santo" Aldo Rebelo para que ele, no maior gesto patriótico dos últimos tempos, salve a agricultura e o produtor brasileiro desse ataque de incivilidade patrocinado pelas ONGs que mandam no ministério do Meio Ambiente. Senhores produtores: Ou vamos a Brasília nos defender e defender o Brasil ou viramos escravos desse esquema criminoso contra nosso desenvolvimento. Depois, não digam que eu não foram avisados...
Comentário referente a notícia: [b]Código Florestal: Acordo do governo é péssimo para a agricultura.[/b]
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miguel nunes neto Guajará-Mirim - RO 19/04/2011 00:00
Vamos votar urgente o relatorio do deputado Aldo Rebelo. Já houve muita discussão. O que os ambientalistas querem é ficar discutindo eternamente até os produtores cansarem e tudo ficar como eles querem. Não vamos deixar, vamos para voto no Congresso Nacional, lá vamos ganhar de goleada. Chega de legislação ambiental através de medidas provisórias e decretos. Essas ONG's devem é lutar para implantar o emaranhado de legislação ambiental existente hoje no Brasil lá nos Estados Unidos e Europa, fornecedores do dinheiro e lavagem celebral a eles. Abaixo as ONG's ditas ambientalistas, vão colaborar lá no Japão, lá sim existe muito trabalho a ser feito. Até a vitoria no Congresso Nacional. Engenheiro Agrônomo Miguel Nunes Neto - Presidente do Sindicato Rural de Guajará Mirim - Rondônia
Comentário referente a notícia: [b]Governo define posição e Código Florestal terá poucas mudanças[/b]
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Celso Sakamoto Londrina - PR 19/04/2011 00:00
Acho incrivel como o preço dos combustiveis atingiram estes patamares. Segundo o Governo, temos aqui reservas imensas de petroleo, mas de que adianta? Como exemplo temos a gasolina mais cara que no Japão, que não produz nem 10% do que consome, o restante é tudo importado e nem por isso tem em dolar o valor que temos aqui. É uma vergonha!
Comentário referente a notícia: [b]Alta da gasolina sinaliza inflação de dois dígitos[/b]
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Luiz Prado Rio de Janeiro - RJ 19/04/2011 00:00
É inacreditável o cinismo, a cara de pau, a extrapolação de competência que leva o Executivo brasileiro a interferir no Legislativo.
Comentário referente a notícia: [b]Governo define posição e Código Florestal terá poucas mudanças[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=87273
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Fernando Cardoso Gonçalves Santiago - RS 18/04/2011 00:00
Atenção!!! Apoiar uma LEI que SEGREGA os produtores em "familiares" e os DEMAIS não tem NADA DE AMBIENTAL! A lei, se ambiental, nada tem a ver com tamanho da propriedade! Se fundiária, sim! Vamos ter cuidado com o que apoiamos para que possamos de fato fazer uma lei para TODOS! A continuar assim, os "grandes" irão preservar, enquanto os "familiares" não irão contribuir com o ambiente, e, como dizem alguns deputados, 80% do problema vai continuar!!!!
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Ana Freitas Fartura - SP 18/04/2011 00:00
Máfia Ecofascista- A Lista de ONG’S Perigosas, por Luis Dufaur - Verdadeiros tentáculos da máfia globalista, e apelando para os sofismas da pseudociência alarmista e de causas como o indigenismo, as grandes ONG´s ambientalistas estão na linha de frente na batalha pelo esfacelamento da nação brasileira, em nome dos “povos da floresta”.
Muito se fala das ONGs ambientalistas radicais, porém pouco se diz claramente sobre elas. Sem dúvida são muito numerosas, mas, o professor Denis Lerrer Rosenfield, fez um elenco das mais ativas. E por isso mesmo mais perigosas para o Brasil
Apresentamos a seguir excertos de matérias por ele publicadas em grandes órgãos da mídia nacional. WWF Brasil, ONG sediada nos EUA, tem fortes financiadores e apoiadores. Sua atuação no Brasil, além de militar contra a revisão do Código Florestal, situa-se na área de infraestrutura e agricultura. É contra a construção do Terminal Portuário de Morrinhos (MT), a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e a soja produzida no país.
O Greenpeace, ONG cada vez mais acusada de fraudes na Europa e de utilização dos recursos coletados para os seus dirigentes, é contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, os transgênicos, a pecuária na Amazônia, além de ser evidentemente contra a revisão do Código Florestal. Seus financiadores e apoiadores são expressivos.
O ISA (Instituto Socioambiental), ONG ambientalista e indigenista, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a construção de novas hidrelétricas, centrando seus ataques em Belo Monte. Seus apoiadores e financiadores se dizem defensores dos “povos da floresta”. Entre eles, além de empresas e fundações, temos governos estrangeiros.
O Centro de Apoio Socioambiental (Casa), por sua vez, segue a orientação da Teologia da Libertação, no sentido de promover no país as “nações indígenas”. Além de suas ações contrárias à revisão do Código Florestal, ele se posiciona contra a construção de hidrelétricas, em particular a de Belo Monte. Procura igualmente condicionar os financiamentos do BNDES às suas próprias condições, evidentemente apresentadas como de “preservação da natureza”. Seus apoiadores internacionais são importantes, misturando-se igrejas, empresas, ONGs e fundações.
O Movimento dos Atingidos pelas Barragens (MAB), braço do MST, além de ser contra a revisão do Código Florestal, é contra a transposição do Rio São Francisco e a construção das hidrelétricas em geral. Centra suas ações nos projetos de Jirau e Santo Antônio no Rio Madeira, de Belo Monte, Riacho Seco e Pedra Branca, na Bahia, de Itapiranga, na divisa de Rio Grande do Sul e Santa Catarina, entre outras.
A Via Campesina-MST, por sua vez, atua também contra a revisão do Código Florestal, os transgênicos, o agronegócio, a cultura de cana-de-açúcar e produção de etanol, florestas de eucaliptos e a cultura da soja. Ademais, tem forte atuação junto aos movimentos indigenistas e quilombolas.
Conservation International tem vasta atuação internacional, estando presente no Peru, no Equador, na Selva Lacandona, México, centro operacional dos zapatistas. No Brasil, posicionase contra a revisão do Código Florestal, contra a agricultura em Minas Gerais e Bahia, através da ampliação em 150 mil hectares do Parque Nacional Grande Sertão Veredas. É contra a construção do Terminal Portuário de Bamin, do Porto do Sul (BA), e do traçado final da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol). Tem fortes apoiadores empresariais, fundações e governos estrangeiros.
Amigos da Terra, forte ONG internacional, tem, entre seus fundadores, Brice Lalonde, que foi ministro do Meio Ambiente de Mitterrand. Ele chegou a declarar que o Brasil deveria “renunciar a parcelas de sua soberania sobre a região amazônica”. Destaca-se, na Europa, por sua campanha contra o etanol brasileiro. A lista apresentada não é, evidentemente, exaustiva. Ela permite, porém, um olhar um pouco mais abrangente dos interesses em jogo. Todas lutam pela preservação da “reserva legal”, isentando-se de toda ação do mesmo tipo em seus países de origem.
Observe-se que a ONG Conservation International reaparece como parceira da WWF. Ora, essa mesma consultora é sócia-fundadora do Instituto Socioambiental – ISA, ONG ambientalista e indigenista.
A atuação dessa ONG nacional está centrada na luta dita pelo meio ambiente e pelos “povos da floresta”. Advoga claramente pela constituição de “nações indígenas” no Brasil, defendendo para elas uma clara autonomia, etapa preliminar de sua independência posterior, nos termos da Declaração dos Povos Indígenas da ONU.
Ela, junto com o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), possui o mais completo mapeamento dos povos indígenas do Brasil. Sua posição é evidentemente contrária à revisão do Código Florestal.
Dentre seus apoiadores e financiadores, destacam-se a Icco (Organização Intereclesiástica de Cooperação para o Desenvolvimento), a NCA (Ajuda da Igreja da Noruega), as Embaixadas da Noruega, Britânica, da Finlândia, do Canadá, a União Europeia, a Funai, a Naturae a Fundação Ford (dados foram extraídos de seu site).
O ISA compartilha as mesmas posições do Cimi, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do MST.
Ora, esses “movimentos sociais”, verdadeiras organizações políticas de esquerda radical, por sua vez, seguem os princípios da Teologia da Libertação,advogando pelo fim do agronegócio brasileiro e da economia de mercado, contra a construção de hidrelétricas e impondo severas restrições à mineração. Junto com as demais ONGs, lutam por uma substancial redução da soberania nacional.
(Publicado originalmente com o título Algumas ONGs ambientalistas mais ativas – e mais perigosas – para o Brasil).
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ARLINDO ALBRECHT Campo Alegre de Goiás - GO 18/04/2011 00:00
Agora vai!!! Muito importante, João Batista, lembrar do passado... no programa Mercado&Cia, 2a. edição desta segunda-feira (18/04/11) quando o Sr. falou em" sujeira debaixo do tepete" lembrei daquele video de 1998, ano da reeleição do Fernando Henrique Cardoso. Video este onde o Ministro Rubens Ricupero dizia exatamente isto 'o que pode a gente mostra, o que não pode põe debaixo do tapete"... será que os "nossos" tambem tem sujeira escondida?
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Ana Freitas Fartura - SP 18/04/2011 00:00
Sr. João Batista! O sr. é o máximo! Garimpando Brasil afora, como um caça-fantasmas, descobrindo problemas que assombram o setor agrícola, acabou descobrindo um tesouro que é o sr. Eraí Maggi. Para o Brasil, é uma honra saber que o homem mais rico do mundo está aqui e é Agricultor. Parabéns pelo achado!
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Eraí Maggi - Conselheiro Ampa[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=87423
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Ana Freitas Fartura - SP 18/04/2011 00:00
Ambientalismo danoso perde em plebiscito -- Os proprietários urbanos e rurais do Estado de Oregon, EUA, prejudicados por leis ambientalistas abusivas, terão direito a indenização ou a serem eximidos do cumprimento dessas leis. A proposta foi aprovada em plebiscito em 2 de novembro último. Oregon possui grandes florestas naturais e pouca população. Esta, porém, vem sendo confinada em áreas suburbanas por leis ecologistas utópicas e danosas. Os ecologistas mais ativos nas cidades reagiram virulentamente. Porém, a medida obteve 60% de votos favoráveis, especialmente dos eleitores rurais que conhecem bem a natureza.
Postado por Luis Dufaur
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 18/04/2011 00:00
Sr. João Olivi, lendo noticias como esta http://www1.folha.uol.com.br/poder/903566-turma-do-agronegocio-so-pensa-na-conta-bancaria-diz-stedile.shtml, concluo que existem mentirosos de "profissão" e o Sr. Stédile tem cátedra no assunto..., "ele" não pensa na conta bancaria mas, NAS VERBAS FEDERAIS PARA REPASSE ÀS ONGs. ...." E VAMOS EM FRENTE ! ! ! " ....
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Ana Freitas Fartura - SP 18/04/2011 00:00
Sr.João Batista Olivi! Agora que estamos recebendo informações também do site "verde, a cor nova do comunismo", estamos conscientes de que não praticamos crime algum..., sendo assim, que tal se todos nós, que fomos punidos injustamente pela justiça, multados, injuriados, criminalizados, expostos ao ridículo perante à sociedade, desonrados, etc, nos uníssemos para reivindicar nossos diretos em coletividade???, afinal, a união faz a força, e se responsabilizássemos o Estado pelos danos que nos causou por falsas ideologias? Alguém aqui teria uma outra sugestão?
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Ana Freitas Fartura - SP 18/04/2011 00:00
Produzir alimentos é crime? “Como obrigar os produtores a cumprir as leis ambientais de hoje, sem garantias de que amanhã eles poderão estar novamente fora-da-lei e correndo o risco de receber mais penalidades, como vem acontecendo?
“Em décadas passadas, o governo federal dava incentivo a agricultores e pecuaristas para desmatar florestas, áreas de cerrado e várzeas, para a produção de alimentos, com a intenção de transformar o Brasil num dos celeiros do mundo, como já o é. Poderá ocorrer num futuro próximo, com o aumento populacional brasileiro e mundial, que a situação se reverta e se dê novamente preferência à produção de alimentos. Se isso ocorrer, os “vigaristas” e “criminosos” de hoje (os agricultores) seriam reabilitados e enaltecidos, e os atuais defensores radicais do meio ambiente tornar-se-iam réus, responsabilizados e cobrados pelos excessos do passado.
Autos de infração aplicados indevidamente
“Devemos ainda considerar que muitos autos de infração ambientais são aplicados indevidamente. Eis alguns exemplos:
“1 – Em entrevista ao “Financial Times”, Daniel Nepstad, do Centro de pesquisas Woods Hole dos Estados Unidos, afirma que a utilização das imagens de satélite produzidas pelo INPE para medir o nível de desmatamento da floresta pode provocar uma “nova onda de anarquia”. Nepstad declarou que as imagens são imprecisas, e só deveriam servir como base para a verificação in loco do desmatamento em si: “Definir medidas do governo com base em dados incertos é simplesmente um erro”.
“2 – Duplicidades de autos de infração feitas por fiscais diferentes para a mesma infração.
“3 – Multas com valores absurdos e de épocas diferentes, e mesmo impagáveis, enquanto outras são lavradas com base em fotos não só de satélites, mas feitas até de avião.
“4 – Multas lavradas com vistorias feitas anteriormente, ou mesmo contestadas, mostrando o agricultor que naquela propriedade não houve queimada, mas sim na propriedade vizinha.
“5 – Multas pela falta de reserva legal, embora tal reserva exista em outra área da propriedade.
Multas e mais multas...
“Com efeito, torna-se impossível para o produtor rural continuar se defendendo de tantas penalidades diante de certos órgãos estatais, que medem a produtividade de seus fiscais pelo número de multas aplicadas.
“São multas que não acabam mais! A continuar esse sistema, será estabelecido o caos em nossos campos, já duramente conturbados.
“Além de fazer justiça aos agropecuaristas — eles prestam grande serviço ao País — seria coerente colocar os possíveis infratores ambientais (possíveis, pois ainda não foram julgados) novamente dentro da lei, e para isso há três caminhos:
• “Acelerar o julgamento dos processos administrativos, que são julgados pelos próprios órgãos estatais aplicadores das penalidades.
• “Acelerar a obtenção da LAU (Licença Ambiental Única) emitida pelas secretarias dos estados da federação.
• “E por fim, acelerar os processos jurídicos.
A malícia das penalidades
“Como esses processos demoram anos ou até décadas para serem julgados, os produtores rurais suspeitos de se encontrarem em situação irregular continuarão penalizados durante todo o período de espera, como no caso das multas e dos embargos de propriedades, respondendo a processos e impossibilitados de obter financiamento.
“Cumpre ressaltar que tais penalidades são registradas e identificadas pelo CPF do proprietário, e portanto não atingem somente a área dentro da propriedade que teria sofrido danos ambientais, mas sim todas as outras eventuais propriedades e empresas que o autuado possua no território nacional.
“Devido à longa demora nos julgamentos, ele deixará de produzir, pois continuará a ser tratado como fora-da-lei. Todos esses suspeitos de culpabilidade querem ser reintegrados. Além do mais, é obrigação do Estado lhes conceder este direito, principalmente tendo-se em vista que quase todas as penalidades lhes foram impostas antes mesmo de eles serem julgados.
“Parece até que as autoridades estão mais preocupadas — e com pressa desmesurada — em colocar na desgraça os produtores rurais do que em corrigir possíveis danos ambientais", concluem Nelson Barretto e Paulo Henrique Chaves.
Fonte: Nelson Ramos Barretto e Paulo Henrique Chaves, “Produtores de alimentos X Ambientalistas radicais”, “Catolicismo”, junho 2010
Sr. João Batista! Sou contra não poder manter limpos os córregos ou nascentes e falo isso por experiência própria. Córregos ou nascentes perdem a profundidade, dificultando a evasão das águas, pelas raízes que se alastram, mudando o curso das águas e transformando o local numa área encharcada. Vence-se uma guerra tirando a água do inimigo e é isso que estão fazendo conosco. Se é para falar a verdade, eu falo.