Fala Produtor
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ademir fontana santa terezinha de itaipu - PR 10/05/2011 00:00
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Marcelo Red-vermelho
Parauapebas
A Marina d santa não tem nada
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Marcelo Red-vermelho
Parauapebas
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Ezio Antonio Seabra Uberaba - MG 10/05/2011 00:00
João Batista, pelo amor de Deus, pergunte aos deputados da base do governo sobre os ranchos do maguinatas na beira dos rios e as manções no lago sul de Brasília... qual o macho que vai cumprir com a lei lá. Chame alguem ai pelo amor de Deus, João estou morrendo... deixa eu perguntarrrrrrrrrr ao vivoooooooooooooooo não edite o meu e-mailllllllllllllllllllll.
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Dário José Magnani Pranchita - PR 10/05/2011 00:00
João Batista, se não sair a votação hoje vamos juntar 200 mil produtores rurais em Brasilia e fazer a coisa organizada, pois está na hora dos agricultores mostrarem organização e representatividade... afinal temos 3 canais de televisão nos defendendo ,,,um abraço
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vastí antunes chiulo umuarama - PR 10/05/2011 00:00
Amigos, não entendi direito o parágrafo 5º do acordo referente à proposta de Aldo Rebelo, que promove por fim uma anistia à multa de desmatadores, permitindo que as penalidades fiquem suspensas desde que o infrator se comprometa a recuperar a área degradada..., neste caso se a pessoa que foi considerada como infrator terá que recompor área degradada da mesma forma como estava antes.???
Comentário referente a notícia: [b]Prefeitos defendem texto de Rebelo para novo Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=88561
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Eric Storani São Pedro - SP 10/05/2011 00:00
Abram os olhos srs politicos, jornalistas, pois, como dizem os americanos,
Farms Here, Forests There, entenderam ou precisa desenhar!!!
MUDANÇA JÁ!!!!!
Comentário referente a notícia: [b]Brasília Urgente: Governo e Rebelo chegam a acordo sobre Código Florestal[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=88560
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Eric Storani São Pedro - SP 10/05/2011 00:00
Parabéns dep. Aldo Rebelo, tenha a certeza que milhões de brasileiros (verdadeiros) estão lhe apoiando..., quem planta e cria e produz riqueza no Brasil está ao seu lado..., devemos investigar a origem dos recursos dessas ongs e extirpar esses politicos podres que se juntam a esses movimentos hipócritas ambientalistas.
Comentário referente a notícia: [b]Miriam Leitão e a sombra da vara torta (Resposta de Aldo Rebelo)[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=88493
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Henrique Oliveira SERTAOZINHO - SP 10/05/2011 00:00
Gostaria de comentar (como operador de mercado) que os produtores não podem ceder a pressões e interesses de grandes industrias. A bola está nos pés de vocês, o consumo crescente de todos os produtos é irreversivel a menos que haja uma catastrofe para a humanidade. Começam a "plantar" várias noticias de bolhas, super- produção e etc.. para pressionar preços. É absurdo, por exemplo, vender uma saca 60 kg de café a U$ 380,00, e comprar o mesmo produto em peso equivalente torrado e moido pagando U$ 4.680,00..., não é o café que sai do campo que está caro, portanto o produtor precisa ter seu produto valorizado de forma justa. Hoje vimos forte pressão no café na BM&F e em NY, mas é apenas pra comprar mais barato, a chamada correção técnica. Eu já estou comprando para meus clientes, fiquem atentos e não se deixem pressionar.
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 10/05/2011 00:00
Sr. João Olivi, hoje no Valor Econômico , o artigo sob o titulo “ Dívida Rural fará parte de negociação do código “. A atual ministra do meio ambiente, Izabella Teixeira, em uma de suas afirmações, falou : “ Nós não nos escondemos atrás da cortina. Eliminamos passivos, e não chegamos atrasados. Construimos, isso sim, consensos. “ . Gostaria de, após ter “visitado” o dicionário HOUAISS, dizer que uma das acepções da palavra CONSENSO é : CONSENTIMENTO !!.
É “ISSO” QUE A SENHORA CONSTRÓI MINISTRA OU COMPRA ??? .... “E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “....
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Eric Storani São Pedro - SP 10/05/2011 00:00
Porque não investigam as ong´s ambientalistas para verificar a origem do dinheiro que financia esse movimento?
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Ana Freitas Fartura - SP 10/05/2011 00:00
Sr.José Augusto Baldassari.Seus artigos mostram muito conhecimento na área e plublicando-os aqui nos mantêm informados.Sugestão:se possível deixe seu e-mail para que aqueles que tiverem dúvidas sobre o assunto de ordem particular possam entrar em contato. Muito obrigada.
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Ana Freitas Fartura - SP 10/05/2011 00:00
Brasileiro verdadeiro não amarela, desce da árvore e apoia Aldo Rebelo!
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Liones Severo Porto Alegre - RS 10/05/2011 00:00
Alcides Leite, parabéns pela sua competente entrevista. Nessa linha publiquei um livro ´Como Lucrar Negociando Soja`. Recomendo esta entrevista a todos os segmentos/participantes do agronegócio. Obrigado
Comentário referente a notícia: [b]ENTREVISTA: Confira a entrevista com Alcides Leite - Economista – Trevisan Escola de Negócios[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=88495
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Paulo Roberto Rensi Bandeirantes - PR 10/05/2011 00:00
Sr. João Olivi, esta é a “realidade” brasileira que os “politicos” (de carater dúbio), têm infligido à população. A senadora Gleisi Hoffman está com um projeto de lei TRIPLICANDO o valor do pagamento da energia elétrica ao Paraguai. A leniência do governo com relação as medidas do governo argentino no Mercosul, a atitude da petroBRAS no confisco do seu patrimonio pelo Sr. Evo Morales, quando o governo anterior, em momentos de insensatez , “perdoou” dividas de vários paises. E agora “ESSE” (código florestal) assunto que está em voga e , com certeza, vai TRAZER ,de alguma forma, prejuizos ao setor produtivo; independente dos “consensos” !. portanto, JÁ QUE OS “ POLITICOS “ GOSTAM DE REVERENCIAR OS INTERESSES ALHEIOS, COM O CHAPÉU DOS OUTROS !! ... “ QUERO O MEU CHAPÉU !!! “... ....” E VAMOS EM FRENTE ! ! ! “....
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José Augusto Baldassari Franca - SP 10/05/2011 00:00
Em toda esta discussão sobre o Código Florestal, a pergunta mais importante é saber como ficarão as ÁREAS CONSOLIDADAS EM PRODUÇÃO de todo o país? Até o momento não entendi como ficará, de maneira clara e concreta, esta situação. É bom lembrar que, segundo a Constituição Federal, inexiste a IRRETROABILIDADE DA LEI, portanto se alguém agiu legalmente cumprindo a legislação vigente na época, e se posteriormente esta legislação foi modificada, a lei anterior mantém a sua validade. Já as novas Leis somente terão validade após a sua promulgação, não retroagindo sobre as anteriores. Este tema denomino de a "Pedra de Toque" da atualização do Código Florestal". Sem uma clara e realista solução quanto a estas áreas, persistirá a mesma insegurança jurídica de sempre.
Insistindo
O foco da questão "Código Florestal" se resume no abaixo colocado. É a "Pedra de Toque". Esta discussão que se faz em torno das distinções entre agricultores "familiares", "tamanhos, P/M/G e GG", os tamanhos de módulos e larguras de APPs lindeiras aos cursos d'agua e/ou em áreas inclinadas, morros e seus"topos", são negociaveis..., Desde que esta discussão seja embasada em estudos técnicos e principalmente, utilizem o velho bom senso.
Já abrir mão de ÁREAS PRODUTIVAS HÀ MUITO CONSOLIDADAS, QUE FORAM ABERTAS EM DATAS ANTERIORES À EXISTENCIA DAS LEGISLAÇÕES, OU ENTÃO, RESPEITANDO AS LEGISLAÇÕES VIGENTES NA ÉPOCA DE SUA ABERTURA, levará o setor produtivo agricola ao caos, com graves consequências sociais, economicas e trazendo ainda mais insegurança juridica ao campo.
A "Pedra de Toque"da atualização do Código Florestal são as ÁREAS CONSOLIDADAS, áreas estas LEGAIS, pois foram abertas para o uso agrícola na ausência ou de acordo com a legislação vigente na época de sua implantação. O restante, creio ser passivel de negociações, mas áreas consolidadas produtivas e legais, NÃO.
Se as áreas consolidadas não forem respeitadas,todo este importante trabalho e sua discussão, lamentavelmente, não irá trazer a tão almejada segurança jurídica para o produtor rural brasileiro.
Continuará tudo na mesma,com Ongs, Ministério Publico, Instituições oficiais e "oficiosas" podendo continuar "interpretando" cada um a sua maneira esta confusa e inaplicavel "legislação" atual e infernizando a vida do cidadão-produtor rural como vem ocorrendo a anos e anos num crescente sem limites, e é justamente isto que querem aqueles que desejam, de todas as maneiras, obstacular a cadeia do agronegócio nacional, do qual o produtor rural é seu elo mais fragil.
Esta é a preocupação basilar do produtor rural brasileiro, independente do tamanho de sua propriedade e/ou
localização geografica.
A estapafúrdia e até criminosa insistência em transformar áreas produtivas consolidadas em todo o país, em
inúteis"topetes de matas" nas propriedades, implicaria em um gasto exorbitante e desnecessario, gasto este que o universo dos produtores rurais ,em todo o país, não teria a mínima condição de bancar e cumprir, implicando ainda em uma brutal queda de produção de alimentos e energia, desapropriando "disfarçadamente" o produtor rural de seu suado e legitimo patrimônio e, pior, reduzindo a sua renda, com todas as nefastas consequências socioeconômicas que virão junto com isto.
Menos renda significa: menos impostos, menos vendas, menos empregos, alta dos preços de alimentos e energia,e por aí vai.
Como exemplo, imaginemos isto ocorrendo aqui nesta região, onde moro e trabalho: Ribeirão Preto, Franca ou Orlândia, onde haveria uma redução de 20% do PIB agricola regional e uma drenagem de capital e renda insuportavel, diretamente inflingida ao produtor rural. Obviamente é algo sem sentido e redundaria num desastre socioeconomico em cascata.
Agora analisemos isto em termos nacionais, por todo o Brasil. Não precisamos ser nenhum gênio sociológico ou econômico para visualisar o tamanho do desastre.
Quando falam em "Reserva Legal" é curioso notar, como exemplo, que no Estado de São Paulo, segundo recente levantamento feito pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento/SP em 2010, verificamos
existir no Estado 17% de matas naturais. Seria interessante verificar quais os percentuais existentes no restante dos Estados da União. Cito estes números como mais um argumento ante esta "exigencia" estapafurdia.
Não existe nenhuma justificativa razoável para uma exigência insana desta proporção, isto seria totalmente contrário aos interesses do Brasil e também aos de outros países que precisam ou irão precisar de alimentos e energias renovaveis produzidas por nos.
Serão muitos estes países, basta ler e analisar os estudos da FAO sobre qual será a necessidade de alimentos no mundo para os próximos trintas anos.
Esperamos que nesta votação que se aproxima prevaleça o bom senso e o que é justo. Chega de perseguir o produtor rural brasileiro, pois isto ocorre em nome de uma pseudo-defesa do "meio ambiente", sem nenhum respaldo tecnico convincente, mas na realidade, a razão disto tudo são motivações de carater ideológico ou principalmente motivações comerciais, estas sabidamente pagas ,organizadas e realizadas aqui por nossos concorrentes do exterior.
Senhoras e senhores
O que interessa, não somente ao produtor rural mas principalmente à sociedade e ao Brasil nesta necessária
atualização do Código Florestal, se resume ao seguinte: O respeito a todas as ÁREAS CONSOLIDADAS, independente do seu tamanho, áreas estas produtivas, exploradas tecnicamente, antes de existir
qualquer legislação ambiental ou então durante a vigência de legislação válida na época, que permitia sua exploração.
Fico assustado e admirado,de até o momento não ter sido lembrado que a CONSTITUIÇÃO FEDERAL é clara quanto a irretroabilidade da lei.
A lei não RETROAGE, lembrando também que na referida Constituição existe o claríssimo artigo 225º onde reza: "É responsabilidade do ESTADO E DA SOCIEDADE a conservação do meio ambiente". Em nenhum lugar está escrito que esta responsabilidade possa ser transferida para uma pequena parcela da sociedade, no caso especifico, o produtor rural brasileiro.
Lembro também que TODAS AS AUTORIDADES quando assumem seus cargos públicos juram proteger e cumprir a Constituição e não atropela-lá como vem ocorrendo.
Espero que a CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO BRASIL esteja valendo, que seja lembrada e principalmente respeitada e cumprida, sem "interpretações" ou "leituras" tendenciosas, comprovadamente danosas ao desenvolvimento do nosso país.
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Liones Severo Porto Alegre - RS 10/05/2011 00:00
Parabéns Deputado Aldo Rebelo. Lamentável e medíocre os comentários dessa jornalista, ainda nesta manhã... No Brasil se instituiu que somos um nação de analfabetos. Senhora Miriam Leitão, mais respeito com os brasileiros e com nossa nação. Se você quiser ser uma ´vendilhão do templo` percorra sozinha o caminho da mediocridade que você escolheu.
Comentário referente a notícia: [b]Miriam Leitão e a sombra da vara torta (Resposta de Aldo Rebelo)[/b]
Veja a notícia completa http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias.php?id=88493
Doação para ONG complica Marina -- No ano passado o Ibama fez uma doação de 6 mil toras de mogno apreendidos para a ONG Fase (Federação de Órgãos para a Assistência Social e Educacional). Esse processo acabou respingando na ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, já que seu marido, Fábio Vaz de Lima, é ex-secretário do influente Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), um conglomerado de 200 ONGs que atua na Amazônia. A Fase é uma das integrantes do GTA. Houve denúncias de que a política de doação do Ibama seria uma forma de esquentar madeira ilegal extraída da Amazônia.
O próprio TCU condenou a doação, dizendo que ela foi promovida sem observar os princípios da isonomia, impessoalidade e publicidade. “Ao menos nos elementos trazidos aos autos, não ficaram claros os motivos que levaram à escolha da Fase como donatária”, disse o relator do processo, ministro Humberto Souto ao Jornal do Brasil. Uma reportagem da revista Isto É denunciou superfaturamento num plano de manejo na Amazônia em reservas extrativistas feito pelo Conselho Nacional de Seringueiros - ONG com ligações estreitas com Fábio Vaz de Lima. (DD)