Soja cai mais de 2% em Chicago com previsão de clima melhor para o sul do BR e novos negócios ficam ainda mais escassos
Soja cai mais de 2% em Chicago com previsão de clima melhor para o sul do BR e novos negócios ficam ainda mais escassos
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Os preços da soja na Bolsa de Chicago fecharam a sessão desta quinta-feira (16) com perdas de mais de 2% - ou mais de 20 pontos - nos contratos mais negociados, com o mercado combinando um movimento de realização de lucros depois das últimas altas com as previsões apontando a chegada de chuvas melhores para no Sul do Brasil e na Argentina. O vencimento março fechou o dia com US$ 10,19 e o maio com US$ 10,31 por bushel.
"Se essas chuvas acontecerem como está se falando, o Rio Grande do Sul será beneficiado, a Argetina menos beneficiada, mas será, e isso deve acontecer a partir de domingo, segunda-feira, e eu acredito que teremos mesmo um pouco mais de umidade. O que eu calculo é de que as lavouras serão, se as chuvas se confirmarem, altamente beneficiadas", explica o diretor geral do Grupo Labhoro, Ginaldo Sousa, em entrevista ao Notícias Agrícolas.
Do mesmo modo, Sousa aponta que caso as precipitações não venham ou se confirmem em volumes limitados, com abrangência também limitada, há espaço de reação dos preços ainda na CBOT. Afinal, em outros pontos do país o problema é o excesso de umidade e o atraso que as condições impõem sobre os trabalhos de campo neste momento.
No mercado nacional, há ainda atenção aos prêmios, os quais continuam pressionados e, combinados com o dólar tendo recuado nos últimos dias, pesaram sobre as cotações e afastaram os vendedores de novos negócios neste momento.
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