Momento pré-colheita nos EUA e pré-plantio no Brasil pode trazer boas oportunidades de venda para a soja brasileira, aponta analista
Momento pré-colheita nos EUA e pré-plantio no Brasil pode trazer boas oportunidades de venda para a soja brasileira, aponta analista
A quarta-feira (30) foi mais um dia negativo para as cotações futuras da soja na Bolsa de Chicago (CBOT). Na visão do Diretor da Pátria Agronegócios, Cristiano Palavro, o mercado internacional deverá manter uma alta volatilidade de agora até o início da colheita da safra norte-americana de soja.
Palavro destaca que, mesmo diante das quedas recentes, os fundamentos são positivos em Chicago com a perspectiva de safra menor do que a esperada e menor do que a registrada no ano anterior.
O próximo marco importante para definição de um sentido nas cotações será o relatório de Oferta e Demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) que deverá ser divulgado no próximo dia 12 de setembro.
Brasil
Já no mercado brasileiro, o diretor destaca que este momento pré-colheita dos Estados Unidos e pré-plantio no Brasil deve ser de boas oportunidades para os produtores nacionais travarem preços e venderem parte da safra seguinte em boas condições.
Ao longo do ciclo, Palavro também espera boas janelas de comercialização baseado no mercado climático, que deverá ficar bastante atento à ocorrência do El Niño e a falta de chuvas na região Centro-Norte do brasil.
Confira a íntegra da entrevista com o Diretor da Pátria Agronegócio no vídeo.
0 comentário
Soja fecha semana com fortes altas e Chicago acima dos US$ 12, depois dias de intensa volatilidade
Crédito caro e risco no campo desafiam setor de sementes de soja nos próximos anos
Soja sobe mais de 10 pts e julho retoma os US$ 12 em Chicago com nova alta do petróleo
Soja caminha de lado em Chicago nesta 6ª, após semana de intensa volatilidade
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco