Demanda forte pela soja do Brasil dá respiro aos prêmios, mas pressão da oferta robusta ainda persiste sobre preços
Negócios ainda acontecem de forma contida, com produtor atento às oportunidades, porém, reticente frente a pressão persistente. Quedas do milho também tendem a continuar e cotações podem testar patamares ainda menores.
Publicado em 10/05/2023 11:06
e atualizado em 10/05/2023 12:32
Matheus Pereira
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Por:
Carla Mendes | Instagram @jornalistacarlamendes
Fonte:
Notícias Agrícolas
1 comentário
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Geraldo Emanuel Prizon Coromandel - MG
Como assim "a pressão de oferta robusta ainda persiste"? Ano passado já tinha comercializado nessa época 75% da produção diante dos bons preços, esse ano conheço agricultores que estão prorrogando seus pagamentos na esperança de preços melhores mais a frente, ou seja, todos estão retendo as vendas o máximo possível e vendendo o mínimo. Conta outra vai...
Sr. Geraldo, mais ou menos assim, tem demanda....MAS....
Ou de outro jeito, preço da soja despiora, mas.....
Tudo conversa fiada, só pressão para que o produtor venda soja barata.
Enquanto tiver produtor vendendo barato, porque o comprador pagará mais? Demanda não está ruim, mas com esse excesso de vendedores não tem porque o comprador pagar mais caro.
Esse é o problema Gilberto, a midia bate pesado, o IBGE bate pesado na super safra, a conab bate pesado em supersafra, e os pilantras já perceberam que o produtor se apavora e vende, e na minha opinião vão continuar batendo nos preços ainda mais, são capazes de levar o milho a 20 reais no mt e soja 80, para forçar vendas generalizadas aproveitando o desespero do produtor.