HOME VÍDEOS NOTÍCIAS METEOROLOGIA FOTOS

Plantio da soja chega ao fim em Porto Nacional/TO com produtores confiantes em ampliar a produtividade

Condições climáticas até aqui foram favoráveis e permitiram uma boa semeadura. Muitos contratos já foram fechados com preços menores do que os atuais, mas ainda assim com boa relação de troca
Publicado em 27/11/2020 11:18
Ademir Rossato - Produtor Rural de Porto Nacional/TO

Podcast

Plantio da soja chega ao fim em Porto Nacional/TO com produtores confiantes em ampliar a produtividade

Download

LOGO nalogo

A região de Porto Nacional no Tocantins se aproveitou das boas condições climáticas e finalizou o plantio da safra de soja 2020/21 com tudo correndo dentro do previsto. Este bom início de ciclo aumenta também a expectativa para uma boa produção.

Segundo o produtor rural Ademir Rossato, a ideia é superar a média de produtividade obtida na safra passada, que no caso dele foi entre 60 e 62 sacas por hectare. Além das boas condições de clima, a consolidação de áreas no estado também contribui para elevar as produtividades.

Agora, os produtores estão iniciando os trabalhos de manejo e aplicações nas lavouras, que deve seguir até o início da colheita previsto para o final de janeiro e começo de fevereiro, possibilitando assim o cultivo do milho safrinha.

O produtor destaca que para plantar o milho dentro de uma janela será preciso ter investido em maquinário como plantadeiras e colheitadeiras para poder realizar as duas atividades rapidamente, tanto a colheita da soja como, logo em seguida, o plantio do milho.

Olhando para o mercado, Rossato aponta que muitos negócios já foram fechados na região com preços médios de R$ 85,00, que ficam aquém do atual patamar de R$ 115,00, mas garantiram uma boa relação de troca com a compra de insumos em um momento de dólar mais baixo.

Confira a entrevista completa com o produtor rural de Porto Nacional/TO no vídeo.

Já segue nosso Canal oficial no WhatsApp? Clique Aqui para receber em primeira mão as principais notícias do agronegócio
Por:
Guilherme Dorigatti
Fonte:
Notícias Agrícolas

0 comentário