Dólar e exportações ajudam a sustentar milho no Brasil e pode trazer preços mais altos no começo de 2024
Dólar e exportações ajudam a sustentar milho no Brasil e pode trazer preços mais altos no começo de 2024
![]()
O mercado de milho no Brasil está sendo impulsionado por dois fatores chave: exportações fortes e a alta do dólar.
No que diz respeito às exportações, o Brasil teve um agosto de destaque, e setembro continua mostrando um bom desempenho nas vendas de milho para o exterior. As perspectivas positivas se estendem até o início de 2024 e esse cenário deve ajudar a reduzir a oferta interna e a manter os preços estáveis.
A valorização do dólar é outro ponto positivo para o mercado de milho no Brasil. O dólar subiu, atingindo níveis próximos a R$ 5,00, tornando os produtos agrícolas brasileiros mais competitivos no mercado internacional, incluindo o milho.
Com a demanda aquecida, tanto no mercado interno quanto no externo, os preços para os próximos meses estão mais favoráveis em comparação com o período após a colheita da segunda safra deste ano. Isso indica que o pior período de preços baixos pode ter ficado para trás.
Para os produtores que ainda possuem milho da segunda safra em estoque, a estratégia de retenção até o início de 2024 pode ser vantajosa, uma vez que os preços tendem a subir com a virada do milho de inverno para o de verão, em março.
Confira a íntegra da entrevista com o Analista da Céleres Consultoria no vídeo.
0 comentário
Milho fecha a sexta-feira com B3 em campo misto, mas acumula perdas de até 1,6% ao longo da semana
França prevê queda de 35% na safra de milho devido a intempéries
Milho segue em alta nesta sexta-feira, mas Chicago ainda sente pressão do clima nos EUA
Exportações de milho aceleram e agosto começa com sinais de maior demanda pelo produto brasileiro
Com fertilizante em 40% do custeio e preço abaixo do custo total, safrinha de milho exige eficiência
Impulsionado por compras de investidores e demanda internacional, milho abre a sexta-feira subindo em Chicago