Avanço do plantio e da colheita são os responsáveis pelas quedas de preços do milho no Brasil, mas demanda pode resgatar valorizações
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Avanço do plantio e da colheita são os responsáveis pelas quedas de preços do milho no Brasil, mas demanda pode resgatar valorizações
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Os últimos dias, em especial esta semana, tem sido de movimentações negativas para os preços do milho no mercado brasileiro. Na visão do Analista da Consultoria Agro do Itaú BBA, Francisco Queiroz, a aceleração nos trabalhos de colheita da safra de verão e de plantio da segunda safra estão pressionando os preços da Bolsa Brasileira (B3) e das praças do mercado físico.
O analista destaca que essa pressão deve seguir nas próximas semanas, mas para o médio e longo prazo o cenário pode se reequilibrar sustentado pela alta demanda que é esperada tanto no mercado interno, para os setores de ração e proteínas animais, quanto no mercado externo para as exportações.
Queiroz alerta que o Brasil já embarcou 8,3 milhões de toneladas de milho apenas nos dois primeiros meses do ano, sendo que 1,1 milhão teve como destino a China, que já se tornou a segunda principal compradora do grão nacional. Para o restante de 2023, a previsão é de manutenção dos altos volumes exportados.
Confira a íntegra da entrevista com o Analista da Consultoria Agro do Itaú BBA no vídeo.
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