Colheita da safrinha e Chicago pressionam preço do milho no Brasil, mas dólar e petróleo podem trazer elevações
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Colheita da safrinha e Chicago pressionam preço do milho no Brasil, mas dólar e petróleo podem trazer elevações
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O avanço da colheita da segunda safra brasileira e as recentes quedas de preços na Bolsa de Chicago (CBOT) são os fatores que tem pressionado as cotações do milho no Brasil, de acordo com a análise da Germinar Corretora.
Segundo o analista Roberto Carlos Rafael, a produção recorde que já era esperada nesta safrinha e as boas condições da safra norte-americana são as forças atuantes no mercado do milho neste momento e, caso nenhum problema surja nas lavouras dos Estados Unidos até 15 de agosto, os preços devem seguir em queda no mercado internacional.
Por outro lado, o analista destaca pontos que podem ser capazes de reverter o quadro baixista como um acirramento da guerra na Ucrânia que pode elevar os preços do petróleo e puxar soja e milho, um aumento do dólar ante ao real e o aparecimento de algum problema na safra norte-americana.
Olhando para as exportações brasileiras, que já ultrapassam as 6 milhões de toneladas no acumulado de janeiro até junho, Rafael explica que este montante teve ajuda de demanda deixada no mercado pela saída da Ucrânia e que já existe line-up para outras 5 milhões de toneladas nos portos do Brasil. Para o total do ciclo, a expectativa da Germinar é algo entre 35 e 38 milhões de toneladas.
Confira a íntegra da entrevista com o analista da Germinar Corretora no vídeo.
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