Perda de qualidade do milho safrinha do Paraná vai exigir suplementação na ração dos animais
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Entrevista com Bruno Vizioli - Técnico do Dep. Técnico e Econômico do Sistema FAEP/Senar-PR sobre o Qualidade Nutricional do Milho
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Se antes a preocupação com a safrinha de milho no Paraná era a redução do volume produzido, agora a questão que inquieta os produtores de proteína animal é a qualidade do cereal que está sendo colhido no Estado.
De acordo com o técnico do Departamento Técnico e Econômico do Sistema Faep/Senar, Bruno Vizioli, 100% do que vai ser colhido está com baixa qualidade. "O milho safrinha aqui já foi plantado em um momento desfavorável, com estiagem, e o que foi semeado mais no final da janela, fim de março, acabou sendo atingido pela geada no período de enchimento de grãos", disse.
Ele explica que, por isso, as plantas "se concentraram" em manter-se vivas e pararam de mandar os nutrientes para os grãos, o que causa uma carência de proteínas e carboidratos nos grãos de milho.
"Sendo assim, o produtor de proteína animal que for utilizar esse milho terá de suplementar a ração de alguma forma, principalmente com alternativas mais em conta, como subprodutos da soja e do girassol, por exemplo.
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