Em um mês de guerra café recuou mais de 2400 pontos e cenário continua sendo de muita incerteza no consumo e para os preços, afirma analista
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Entrevista com Fernando Maximiliano - Analista de Café da StoneX sobre o Mercado do Café
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A semana foi mais tranquila para o mercado do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Future US), que encerrou as negociações desta sexta-feira (25) apenas com ajustes técnicos no exterior. Após um mês do início da guerra os contratos recuaram 10% em Nova York e 4,8% o café tipo conilon em Londres.
Maio/22 encerrou por 221,85 cents/lbp, julho/22 teve alta de 10 pontos, valendo 221,80 cents/lbp, setembro/22 teve valorização de 15 pontos, cotado por 221,05 cents/lbp e dezembro/22 teve valorização de 35 pontos, valendo 219,15 cents/lbp.
Em Londres, o café tipo conilon também teve um dia de ajustes para os preços. Maio/22 teve alta de US$ 12 por tonelada, valendo US$ 2148, julho/22 teve valorização de US$ 13 por tonelada, cotado por US$ 2127, setembro/22 teve alta de US$ 11 por tonelada, negociado por US$ 2111 e novembro/22 teve alta de US$ 9 por tonelada, valendo US$ 2101.
No Brasil, o mercado físico segue travado com o produtor aguardando por novos patamares de preços. A sexta-feira (25) foi mais um dia marcado por desvalorização nas principais praças de comercialização do país.
O tipo 6 bebida dura bica corrida teve queda de 1,20% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.240,00, Poços de Caldas/MG teve queda de 0,78%, cotado por R$ 1.270,00, Patrocínio/MG teve queda de 1,17%, valendo R$ 1.265, 00, Araguarí/MG teve queda de 1,60%, valendo R$ 1.230,00, Varginha/MG teve queda de 0,78%, negociado por R$ 1.270,00 e Franca/SP teve queda de 1,55%, valendo R$ 1.270,00.
O tipo cereja descascado teve queda de 1,13% em Guaxupé/MG, negociado por R$ 1.310,00, Poços de Caldas/MG teve baixa de 0,73%, cotado por R$ 1.360,00, Patrocínio/MG teve baixa de 1,12%, valendo R$ 1.325,00 e Varginha/MG teve desvalorização de 1,48%, cotado por R$ 1.330,00.
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