Coronavírus pelo mundo: Na Nova Zelândia, mão-de-obra está escassa para a colheita das frutas

Veja todos os vídeos do especial clicando aqui
A Nova Zelândia foi um país que reagiu com agilidade contra a pandemia do Covid-19 (o novo coronavírus), adotando o lockdown e fechando fronteiras para que a doença não se espalhasse. Apesar de ser um país pequeno, formado por duas ilhas principais, a Nova Zelândia possui dois grandes setores que movimentam sua economia: a agricultura e o agronegócio.
De acordo com Felipe Frossard, analista de TI de uma companhia aeroespacial neozelandesa, esses foram oos setores sofreram um grande impacto. "O turismo diminuiu bastante, mesmo as pessoas que conseguem chegar aqui, precisam passar um tempo de quarentena antes de entrar no país".
Já o agronegócio, por ser um setor essencial, continua trabalhando, mas não há mão-de-obra necessária para a colheita das frutas. "Normalmente, pessoas de outros países pegam vistos temporários para trabalhar na colheita. Com as restrições, esse processo ficou dificíl e há a possibilidade de haver uma grande perda de frutas ainda no pé".
Felipe também falou de uma mudança de comportamento no mercado consumidor, já que ele também importa produtos agrícolas do Brasil para a Nova Zelândia. "Trabalhamos muito com cacau e café, mas nesse momento há uma grande procura pela acerola, por ela ter muita vitamina C", explicou.
0 comentário
São Paulo amplia orientação para produtor rural transformar regularização ambiental em oportunidade de renda
Petróleo volta a subir com insegurança sobre acordo Irã x EUA; soja ameniza perdas em Chicago
Deputados aprovam equiparação de fertilizantes a minerais críticos
Escolha da semente de soja em tempos de custos tão elevados será determinante para garantia de margem na safra 26/27
Vibra discute com governo participação em programa de subvenção ao diesel
Brasil exporta volume recorde de soja e farelo em abril, aponta Anec