Trigo abre esta quarta-feira (11) atento a cenário global e mantém patamar próximo das máximas recentes
![]()
O mercado do trigo inicia o pregão desta quarta-feira (11), na Bolsa de Chicago (CBOT), com o contrato mais negociado cotado a US$5,29/bu, com alta de 0,4% em relação ao fechamento anterior.
O preço de abertura mantém o cereal próximo da máxima intradiária recente, de US$5,34/bu, mas ainda distante do pico das últimas 52 semanas, quando atingiu US$6,21/bu. Nas últimas quatro semanas, o trigo acumula valorização de 4,08%, movimento que ajudou a reduzir parte das perdas no acumulado anual, ainda negativo em 8,35%.
O cenário fundamental segue no radar dos investidores. Nesta terça-feira (10), o USDA projetou queda de 0,7% na renda agrícola dos Estados Unidos em 2026, com recuo nas receitas do trigo. A dependência crescente de subsídios, estimada em quase 29% da renda agrícola, reforça a fragilidade do setor e influencia o comportamento dos contratos futuros.
A oscilação do dólar interfere nos custos de importação para os moinhos e na formação dos preços internos. O mercado segue atento aos próximos relatórios do USDA, às definições de políticas agrícolas nos Estados Unidos e ao ritmo da demanda internacional, pontos que podem trazer nova volatilidade aos contratos ao longo da sessão.
A oscilação do dólar interfere nos custos de importação para os moinhos e na formação dos preços internos. O mercado segue atento aos próximos relatórios do USDA, às definições de políticas agrícolas nos Estados Unidos e ao ritmo da demanda internacional, pontos que podem trazer nova volatilidade aos contratos ao longo da sessão.
0 comentário
USDA anuncia nova venda de trigo à Nigéria nesta 3ª feira (30)
Trigo inicia terça-feira em baixa em Chicago com expectativa de safra maior na Rússia
Trigo/Cepea: Oferta restrita mantém preços em recuperação no mercado brasileiro
Trigo fecha em queda em Chicago nesta 2ª feira
Argus eleva previsão da safra de trigo da Rússia
Trigo inicia semana com leves baixas em Chicago e mercado acompanha ritmo dos negócios no Sul