Juros elevados desafiam financiamento e entram no radar do setor sucroenergético
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O patamar elevado da taxa de juros no Brasil segue pressionando o custo do crédito e já impacta diretamente as decisões de investimento no setor sucroenergético. Mesmo após a recente redução da taxa Selic de 15% para 14,75% ao ano, o ambiente ainda exige cautela na tomada de financiamento e limita a expansão de projetos.
O tema estará no centro das discussões do painel “Onde a Cana-de-Açúcar entra no Mapa do Capital?”, durante o Cana Summit, organizado pela ORPLANA, nos dias 15 e 16 de abril, em Ribeirão Preto.
Crédito e alocação de capital em foco
O debate deve abordar a destinação de recursos no setor, com foco na alocação entre etanol e açúcar, expansão de áreas, investimentos industriais e acesso ao crédito. Também entram na pauta a origem do capital — nacional ou estrangeiro — e sua distribuição ao longo da cadeia produtiva.
Participam do painel Guilherme Novaes Theodoro, gerente de Crédito no Itaú BBA, com moderação de Matheus Cônsoli, sócio da Markestrat.
A proposta é trazer uma leitura financeira do setor, avaliando as condições de acesso a recursos, a dinâmica do crédito e as perspectivas de investimento diante do atual cenário macroeconômico.
Segundo José Guilherme Nogueira, o comportamento do fluxo de capital é determinante para entender os movimentos do setor.
“O custo do dinheiro mais elevado muda a forma como os investimentos são priorizados e exige decisões mais estratégicas. Saber para onde o capital está sendo direcionado e quais frentes concentram maior atenção é essencial para orientar o crescimento da nossa atividade”, afirma.
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