Futuros do açúcar fecham com nova queda em Nova Iorque e Londres nesta 3ª feira (27)
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Após as bolsas de Nova Iorque não operarem na última segunda-feira (26), as negociações foram retomadas com novas baixas para os preços do açúcar nesta terça-feira (27). As quedas foram leves tanto para o bruto na ICE US enquanto para o branco, na Europa. Esse movimento mostra que as cotações continuam ainda pressionadas pela previsão de um aumento de produção em 2025/26.
Na última semana, ampliando essa perspectiva positiva para a oferta global de açúcar, o USDA projetou que a produção em 2025/26 deve aumentar de 180,7 milhões de toneladas em 2024/25 para 1890,3 milhões de toneladas, com um superávit do adoçante de 41,2 milhões de toneladas, um aumento de 7,5% na comparação com o ano anterior.
Em relação à produção brasileira, o USDA espera um aumento de 43,7 milhões de toneladas para 44,7 milhões de toneladas, crescimento de 2,3%. Para a Índia, segundo maior produtor, após uma safra bastante ruim no país, o USDA espera um avanço mais expressivo. A estimativa é de que a produção passe de 28 milhões de toneladas em 2024/25 para 35,2 milhões de toneladas em 2025/26, ampliação de quase 26%.
Nesta terça, em Nova Iorque o contrato julho/25 fechou com baixa de 0,07 cents (0,40%) e ficou cotado em 17,22 cents/lbp. O outubro/25 teve queda de 0,08 cents (0,46%) e passou a valer 17,41 cents/lbp. O março/25 caiu 0,07 cents (0,39%), negociado em 17,86 cents/lbp. O maio/26 perdeu 0,06 cents (0,29%) e foi a 17,30 cents/lbp.
Em Londres, o agosto/25 fechou cotado em US$ 482,60/tonelada, redução de 100 pontos (0,21%). O outubro/25 encerrou a sessão negociado em US$ 478,70/tonelada, recuo de 150 pontos (0,31%). O dezembro/25 perdeu 100 pontos (0,21%) e foi a US$ 479,00/tonelada. O março/26 ficou com preço de US$ 482,80/tonelada, diminuição de 90 pontos (0,19%).
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