Previsão de safras mantém pressão sobre os preços do açúcar
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O mercado do açúcar segue pressionado pelas expectativas de maior produção nos principais países produtores. No Brasil, a estimativa é de uma safra com cerca de 45 milhões de toneladas do adoçante. A Tailândia também projeta aumento, com uma produção de aproximadamente 11 milhões de toneladas, enquanto a Índia já registra chuvas de monções antecipadas em algumas regiões, fator que é considerado como positivo para a manutenção das lavouras. Diante desse cenário, as cotações em Nova Iorque nesta segunda-feira (26), seguem com o contrato julho/25 negociado a 17,29 cents de dólar por libra-peso, enquanto o outubro/25 é cotado a 17,49 cents.
OBS: As bolsas de Chicago e Nova York não estão em operação nesta segunda em função do feriado do Memorial Day.
No Brasil, a variação cambial desfavorável mantém o interesse das usinas no mercado interno. A queda dos preços internacionais pode influenciar até mesmo na estratégia do mix de produção, que, até então, vinha sendo mais voltada ao açúcar. No entanto, o etanol segue com demanda firme e preços relativamente atrativos, ainda que o setor acompanhe com atenção o desempenho do petróleo. O barril do Brent está cotado a US$ 64, refletindo um mercado energético fragilizado pela guerra comercial entre Estados Unidos e China, conflito que tem reduzido a demanda global e gerado temores de uma possível recessão.
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