Açúcar: Com redução de estimativa para produção na Tailândia, preços sobem pela 6ª sessão seguida
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Novas preocupações do mercado com a produção asitática de açúcar têm dado suporte para os preços nas bolsas de Nova York e Londres. Nesta quarta-feira (29), os preços chegaram à sexta sessão seguida de alta, após a trading birtânica Czarnikow reduzir sua estimativa para a produção do adoçante na Tailândia.
“O açúcar também ganhou apoio hoje depois que a Czarnikow cortou sua estimativa de produção de açúcar na Tailândia para 2024/25 para 10,8 milhões de toneladas, de uma previsão anterior de 11,6 milhões de toneladas”, destaca o Barchart.
O contrato março/25 na Bolsa de Nova York avançou 0,22 centavo, cotado a 19,45 cents/lbp. O maio/25 subiu 0,19 centavo, negociado a 17,99 cents/lbp. O julho/25 registrou alta de 0,17 centavo, para 17,64 cents/lbp, enquanto o outubro/25 ganhou 0,15 centavo, valendo 17,72 cents/lbp.
Em Londres, o março/25 foi cotado a US$ 522,90 por tonelada, com alta de US$ 11,40. O maio/25 subiu US$ 5,10, para US$ 504,90 por tonelada. O agosto/25 registrou avanço de US$ 3,30, cotado a US$ 487,80 por tonelada, enquanto o outubro/25 permaneceu estável em US$ 479,80 por tonelada.
Mercado interno
No mercado físico brasileiro, o indicador Cepea Esalq mostra, em São Paulo, o açúcar cristal branco com valor de R$ 149,63/saca, baixa de 0,72%. O açúcar cristal em Santos (FOB) tem valor de R$ 142,96/saca, redução de 0,91%. O cristal empacotado em São Paulo vale R$ 16,7258/5kg. O refinado amorfo está cotado em R$ 3,7373/kg. O VHP tem preço de R$ 112,45/saca.
Em Alagoas, também com base no que mostra o indicador Cepea Esalq, o preço do açúcar está em R$ 153,10/saca. Na Paraíba, a cotação é de R$ 144,11/saca, baixa de 2,03%. Em Pernambuco, o adoçante vale R$ 147,55/saca, queda de 0,38%.
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