Preços do açúcar seguem em baixas nas Bolsas desta 5ªfeira e com tendência de recuos, aponta analista
![]()
A quinta-feira (05) segue com movimentações negativas para os preços futuros do açúcar nas Bolsas de Nova Iorque e Londres.
Por volta das 12h45 (horário de Brasília), em Nova York, o contrato março/25 era negociado a 21,08 cents/lbp, com queda de 0,18 cents em relação ao fechamento anterior. O maio/25 recuava 0,16 cents, cotado a 19,74 cents/lbp. Já o julho/25 apresentava baixa de 0,13 cents, sendo negociado a 19,07 cents/lbp, enquanto o outubro/25 caía 0,12 cents, valendo 18,90 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o contrato março/25 cedia US$ 1,70, sendo negociado a US$ 548,80 por tonelada. O maio/25 recuava US$ 2,70, com cotação de US$ 546,40 por tonelada. O agosto/25 registrava queda de US$ 3,60, negociado a US$ 534,00 por tonelada, enquanto o outubro/25 tinha baixa de US$ 3,60, cotado a US$ 522,50 por tonelada.
A consultoria internacional Price Futures Group, destaca que, tanto NY quanto Londres permanecem em faixas com um leve viés de baixa.
“As atuais chuvas no Brasil mantiveram a colheita e o ritmo de moagem baixos, mas podem impulsionar a produção para o próximo ano. As tendências são de mistas para baixa em ambos os mercados nos gráficos diários, mas mistas nos gráficos semanais”, aponta Jack Scoville, analista do Price Futures Group.
“As usinas indianas e tailandesas estão esperando fortes safras de cana. Também está úmido no Brasil, e isso afetou o progresso da colheita. Os suprimentos disponíveis para o mercado podem ser menores nos próximos seis meses. A produção total do Brasil foi afetada pela seca vista no início do ano e pelos incêndios que destruíram as plantações em algumas áreas”, elenca Scoville.
0 comentário
IAC apresenta novas variedades de cana e amendoim
Açúcar amplia perdas nas bolsas internacionais com queda do petróleo
Açúcar despenca nas bolsas nesta 5ª feira com pressão do petróleo
Açúcar despenca em NY e Londres e mercado sente peso da safra brasileira
Índia não vê necessidade de restringir exportações de açúcar por enquanto, dizem fontes
Açúcar sobe e atinge máxima de um mês com apoio da gasolina e do real valorizado