Futuros do açúcar têm variações mistas na tarde desta 3ª feira, em sessão marcada por volatilidade
![]()
Durante esta terça-feira (15), os preços futuros do açúcar chegaram a registrar altas na abertura das bolsas de Nova York e Londres, porém as cotações passaram a contabilizar leves baixas no decorrer desta manhã. Neste incício de terde, ainda com volatilidade, as variações passaram a ser mistas.
Em Nova York, por volta das 12h, o contrato março/25 registrava uma leve queda de 0,01 cents, sendo cotado a 22,38 cents/lbp. O maio/25 subia 0,01 cents, negociado a 20,71 cents/lbp. O julho/25 permanecia estável, cotado a 19,72 cents/lbp, enquanto o outubro/25 recuava 0,01 cents, com valor de 19,42 cents/lbp.
Na Bolsa de Londres, o dezembro/24 caía US$ 2,20, sendo negociado a US$ 573,10 por tonelada. O março/25 tinha uma leve redução de US$ 0,20, cotado a US$ 579,30 por tonelada. O maio/25 recuava US$ 0,40, sendo negociado a US$ 571,70 por tonelada, enquanto o agosto/25 perdia US$ 0,40, com valor de US$ 553,00 por tonelada.
Durante o início da tarde desta terça-feira, os preços do petróleo bruto recuavam quase 5%, o que é negativo para os futuros do açúcar. Segundo informações da Reuters, a Opep reduziu novamente sua projeção de crescimento da demanda global de petróleo para 2024 e 2025, enquanto as importações de petróleo da China caíram pelo quinto mês consecutivo. Os planos de estímulo da China também não inspiraram a confiança dos investidores, enquanto os mercados continuaram atentos aos possíveis ataques israelenses à infraestrutura petrolífera iraniana.
0 comentário
Açúcar recua nas bolsas, mas mercado segue atento aos riscos para a oferta global
Açúcar fecha sem direção única; melhora das chuvas na Índia pressiona Nova Iorque, enquanto petróleo sustenta Londres
Açúcar amplia recuperação nas bolsas com preocupações sobre oferta global
Mercado de açúcar deve registrar pequeno déficit em 2026/27, diz corretora Czarnikow
Açúcar recua após sequência de altas, mas oferta global segue no centro das atenções
Açúcar opera sem direção única, com mercado acompanhando exportações do Brasil