Chuva na colheita do Brasil dá suporte de alta após grande pressão no açúcar
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A quinta-feira (25) foi um dia de valorização para o mercado do açúcar, depois de várias sessões com baixas para os preços nos terminais de Londres e Nova York. Novos dados do Brasil deram suporte de preços positivos.
Em Londres, o tipo branco teve alta de 1,82% e encerrou valendo US$ 519,80 a tonelada. Já em Nova York, o tipo bruto teve valorização de 4,19%, valendo 18,66 cents/lbp.
Na primeira quinzena de julho, as unidades produtoras da região Centro-Sul processaram 43,17 milhões de toneladas ante a 48,54 milhões da safra 2023/2024 – o que representa queda de 11,07%.
O diretor de Inteligência Setorial da UNICA, Luciano Rodrigues, explica que a retração constatada no processamento de cana nos primeiros quinze dias de julho se deve à condição climática desfavorável para colheita, com chuvas leves que impactaram o ritmo de moagem no Paraná, Mato Grosso do Sul e nas regiões de Assis, São Carlos e Piracicaba em São Paulo, especialmente.
No mercado interno, o preço do açúcar teve leves baixas no último dia de negoicação, o Indicador CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista ficou negociado a 134,34 - com alta de 0,98%.
Nas regiões Norte e Nordeste, o açúcar ficou cotado a R$ 170,22 - sem variações, de acordo com dados da Datagro. Já o açúcar VHP, em Santos (SP), tinha no último dia de negociação de apuração o preço FOB US$ 18,77 - com queda de 1,45%.
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