Açúcar despenca nesta tarde de 6ª nas bolsas de NY e Londres após máximas
![]()
As cotações futuras do açúcar operam com queda expressiva nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de sexta-feira (1º). O mercado sente pressão das expectativas com safra melhor do que o esperado na Índia, além de foco na demanda.
Por volta das 12h45 (horário de Brasília), o vencimento mais negociado do açúcar bruto tinha desvalorização de 2,72%, a 21,08 cents/lb na Bolsa de Nova York. Em Londres, o principal vencimento do adoçante tinha baixa de 2,03%, a US$ 602,60 a tonelada.
Apesar de trabalhar em alta pela manhã, o mercado do açúcar virou nesta tarde nas bolsas externas, estendendo as perdas da véspera depois de máxima próxima 22 cents/lb pela manhã. Além do ajuste técnico, outros fatores pesaram. A safra de Índia pode ser melhor do que o esperado inicialmente.
"Falar que a colheita da Índia poderia ser ligeiramente maior do que o esperado contribuiu para o declínio dos preços e levou alguns a esperar um excedente global na safra 2023/24", reportou a agência de notícias Reuters no dia.
Além disso, as expectativas com a demanda também têm sido revistas pelos operadores. "Os negociantes disseram que pareciam ter um apetite limitado para receber açúcar, reforçando as preocupações sobre a fraca procura", disse a agência.
No financeiro, por outro lado, os preços do adoçante têm alguma limitação da queda acompanhando a disparada de mais de 2% do petróleo, o que impacta diretamente na decisão sobre o mix. Além disso, o dólar trabalhava em queda sobre o real.
0 comentário
Açúcar dispara nas bolsas e renova máximas com temor sobre safra da Índia e menor oferta global
MP de apoio a produtor de cana do Nordeste reduz prejuízos do tarifaço dos EUA
Mercado do açúcar mantém alta com preocupação sobre produção na Índia
Seca ameaça produção de açúcar na França, sem previsão de chuva à vista
Açúcar fecha em alta pelo quarto pregão seguido; Nova Iorque atinge maior nível em seis semanas
Entregas de açúcar bruto na ICE em julho totalizam 796.500 t, dizem operadores