Açúcar finaliza sessão desta 2ª com queda de mais de 1% seguindo câmbio
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Os futuros do açúcar finalizaram esta segunda-feira (05) com queda de mais de 1% nas bolsas de Nova York e Londres. Apesar de trabalhar em alta em parte do dia, os preços seguiram o câmbio e permanece atenção dos operadores para a safra 2023/24 no Centro-Sul.
O vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York teve desvalorização de 1,51% no dia, a 23,53 cents/lb, com máxima em 23,99 cents/lb e mínima de 23,43 cents/lb. No terminal de Londres, o primeiro contrato caiu 1,48%, a US$ 637,30 a tonelada.
O mercado do açúcar inicia a semana no vermelho nas bolsas internacionais, apesar de trabalhar em alta pela manhã. A pressão acompanha o financeiro, principalmente o câmbio, apesar de o petróleo chegar a ter trabalhada em baixa mais cedo.
A alta do dólar sobre o real tende a favorecer as exportações das commodities, mas pesa sobre os preços externos. Já o petróleo tem influência direta na decisão sobre o mix das usinas, se será mais voltado para a produção de açúcar ou de etanol durante a safra.
Nos fundamentos, os preços acompanham o avanço da moagem do ciclo 2023/24 na principal região produtora do Brasil, o Centro-Sul, mesmo no mês de janeiro, período que seria considerado de entressafra. A próxima safra deve ter produção menor no país.
O mercado também monitora as preocupações com a oferta asiática do adoçante.
MERCADO INTERNO
Os preços do açúcar voltaram a registrar variações mais amenas neste início de mês. No último dia de negociação, o Indicador CEPEA/ESALQ do açúcar, cor Icumsa de 130 a 180, mercado paulista, ficou a R$ 145,08 a saca de 50 kg com desvalorização de 0,03%.
Nas regiões Norte e Nordeste, o açúcar ficou cotado a R$ 150,52 com alta de 0,50%, segundo dados coletados pela consultoria Datagro. Já o açúcar VHP, em Santos (SP), tinha no último dia de apuração o preço FOB a US$ 25,13 c/lb e valorização de 1,39%.
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