Açúcar despenca nas bolsas de NY e Londres nesta tarde de 3ª com atenção para BR
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As cotações futuras do açúcar operavam com queda expressiva nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de terça-feira (03). O mercado do adoçante sente pressão do avanço da safra do Centro-Sul do Brasil, além das oscilações do câmbio.
Por volta das 12h29 (horário de Brasília), o vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York tinha desvalorização de 1,78%, a 25,88 cents/lb. Em Londres, o primeiro contrato tinha baixa de 1,44%, a US$ 691,60 a tonelada.
O mercado do açúcar amplia fortemente as perdas da sessão anterior nesta tarde de terça-feira com forte atenção para o avanço da safra do Centro-Sul do Brasil, que tende a ser muito positiva neste ciclo 2023/24, que está em andamento.
A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) trouxe na semana passada que na 1ª metade de setembro a produção de açúcar no Centro-Sul totalizou 3,12 milhões de toneladas.
Essa quantidade, quando comparada a registrada na safra 22/23 de 2,87 milhões de toneladas, um aumento de 8,54%. Apesar disso, o volume ficou levemente acima da projeção da S&P Global Commodity Insights de 3,19 milhões de toneladas de açúcar.
Além disso, no financeiro, o mercado segue pressionado pela valorização do dólar sobre o real. Uma moeda estrangeira mais alta tende a encorajar as exportações das commodities agrícolas, mas pressiona as cotações externas do adoçante.
O petróleo também atuava como fator de pressão mais cedo, mas passou a subir nesta tarde.
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