Apesar da preocupação com oferta da Índia, números do Brasil pesam e açúcar tem baixas
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Os contratos futuros do açúcar encerraram a semana queda expressiva nos terminais de Nova York. Nos últimos dias, o mercado testou máximas de 10 anos. As preocupações com a oferta seguem no mercado.
O vencimento mais negociado do açúcar bruto na Bolsa de Nova York teve queda de 1,62%, negociado por 24,34 cents/lbp. Já na em Londres, a queda foi de 2,77%, com o contrato referência valendo US$ 676,40 a tonelada.
"Os preços do açúcar na sexta-feira desistiram dos ganhos iniciais e fecharam moderadamente mais baixos, já que as previsões de condições secas no Brasil na próxima semana provocaram uma longa liquidação, já que o clima seco permitirá que os produtores de açúcar do Brasil comecem a colher uma safra abundante", destacou a análise do site internacional Barchart.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) trouxe nesta quinta-feira sua atualização para a safra 2022/23 do Brasil, que terminou em março, com estimativa de moagem de 610,1 milhões de toneladas e um crescimento de 5,4% em relação à temporada passada.
A semana foi marcada pelas preocupações com a oferta global do adoçante. Na Índia, as condições climáticas têm impactando diretamente na produção e o país também já informou que não será possível ampliar a cota de exportação, aumentando as preocupações, já que se treta do segundo maior exportador do mundo. Para esta safra, a Índia estima 6 milhões de toneladas, sobre 11,2 milhões em 2021/22.
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