Com peso do petróleo, açúcar recua nas bolsas de NY e Londres nesta tarde de 2ª
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As cotações futuras do açúcar operavam com perdas leves nesta tarde de segunda-feira (20) nas bolsas de Nova York e Londres. O mercado do adoçante sente pressão do petróleo, além de atenção para o otimismo com a safra do Centro-Sul.
Por volta das 12h29 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha desvalorização de 0,44% no principal contrato na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), cotado a 20,58 cents/lb. Já em Londres, a baixa era de 0,34%, a US$ 583,10 a tonelada.
O mercado do adoçante sente pressão do petróleo nesta tarde de segunda-feira. O óleo bruto segue sua trajetória baixista devido a preocupações com o setor bancário global e um aumento potencial nas taxas de juros dos Estados Unidos.
O óleo impacta diretamente na decisão das usinas sobre a produção de açúcar ou etanol com base no que estiver mais rentável.
Nos fundamentos, o mercado também sente pressão das informações sobre a safra 2023/24 do Centro-Sul do Brasil. A consultoria StoneX projeta que a moagem de cana do Centro-Sul do Brasil deverá crescer 6,2% na comparação com a temporada anterior, para 592,1 milhões de toneladas.
"As condições climáticas começaram a melhorar para os canaviais brasileiros, e o último trimestre de 2021 voltou a registrar um aumento considerável nas precipitações da região, cenário que perdurou durante o ano de 2022. Sendo assim, o mercado sucroenergético mantém o otimismo evidenciado na safra atual para o próximo ciclo, que terá início no segundo trimestre de 2023", disse.
Leia mais:
+ StoneX eleva previsão de moagem de cana do centro-sul do Brasil
A safra das origens asiáticas também é monitorada pelos operadores de mercado.
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