Em ajustes e com petróleo, açúcar avança nas bolsas de NY e Londres nesta 3ª
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As cotações futuras do açúcar tinham alta moderada a expressiva nesta tarde de terça-feira (13) nas bolsas de Nova York e Londres. O suporte vem de um movimento de ajuste de posições depois de quedas recentes no mercado, além do financeiro.
Às 12h47 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha valorização de 1,65% no principal contrato na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), a 19,71 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco subia 1,01%, a US$ 539,40 a tonelada.
Depois de repercutir na sessão anterior o avanço da produção no Centro-Sul na última quinzena, com quedas sendo registradas, o açúcar voltou a subir nesta terça-feira. O suporte vem de ajuste de posições, além das oscilações do financeiro.
O petróleo subia mais de 2% nesta tarde e o dólar caía cerca de 1% sobre o real.
Como suporte aos preços, além da demanda aquecida, há diversas preocupações com o clima impactando a colheita de algumas áreas do Brasil, além da safra da Índia e da Tailândia, mas logo mais a oferta desses países asiáticos devem chegar ao mercado.
"O pico da temporada de moagem está chegando na Tailândia, que espera uma safra forte. À medida que os fluxos comerciais globais começam a diminuir com mais exportações da Tailândia, os preços do açúcar devem começar a diminuir em relação aos níveis atuais", disse o Citi em relatório.
Por outro lado, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) trouxe ontem dados da moagem referentes à segunda quinzena de novembro no Centro-Sul, maior região produtora do Brasil, que indicam ampla oferta.
A produção de açúcar no período foi de 1,03 milhão de toneladas (+532,32%). No acumulado desde o início da safra 2022/2023, a fabricação do adoçante totalizou 32,94 milhões de toneladas, frente às 32,04 milhões de toneladas do ciclo anterior (+2,82%).
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