Açúcar dispara quase 3% na Bolsa de NY nesta 3ª com suporte do petróleo e câmbio
![]()
As cotações futuras do açúcar operavam com perdas expressivas nas bolsas de Nova York e Londres nesta tarde de terça-feira (1º). O mercado do adoçante tem suporte do petróleo no financeiro e do câmbio, além de ajuste de posições ante as perdas registradas nos últimos dias.
Por volta das 12h50 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha valorização de 2,84% na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), a 18,48 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco saltava 1,02%, negociado a US$ 532,60 a tonelada.
Os preços do açúcar seguem o financeiro nesta tarde de terça. Além do câmbio, que também impactou os preços na véspera, o petróleo avança forte nesta terça-feira e dá suporte para as cotações externas do açúcar nas bolsas de Nova York e Londres.
O petróleo avançava nesta tarde com a queda do dólar norte-americano. "Um dólar mais fraco torna o petróleo denominado em dólar mais barato para os compradores que detêm outras moedas, aumentando a demanda pela commodity", disse a Reuters.
Além disso, a Índia, segundo maior produtor de açúcar do mundo, estendeu as restrições às exportações de açúcar por um ano até outubro de 2023, disse um comunicado do governo, mas ainda deve fixar uma cota esta semana para vendas no exterior.
Como limitante da alta, há o acompanhamento das informações sobre o clima positivo no Brasil e Índia para as novas safras.
0 comentário
Açúcar encerra semana em alta em Londres com oferta global no radar e clima na Índia sustentando mercado
Açúcar amplia ganhos em Londres e mercado segue atento ao clima na Índia e à oferta global
Cana-de-açúcar: área disponível para colheita cresce 3% e renovação dos canaviais movimenta ranking dos maiores produtores do Centro-Sul, revela Serasa Experian
Após volatilidade, preços dos combustíveis caem e etanol chega a perder quase 9% em 2 meses
Açúcar fecha sem direção única após forte valorização; petróleo limita avanço em Nova Iorque
Produção de açúcar no Brasil deve cair 9,5% no início de junho