Açúcar recua nas bolsas de NY e Londres nesta tarde de 2ª com pressão do petróleo
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As cotações futuras do açúcar operavam com queda leve na Bolsa de Nova York, apesar de alta no terminal de Londres, nesta tarde de segunda-feira (10). O mercado do adoçante sente pressão do petróleo, além de ajustes técnicos ante a última sessão.
Por volta das 13h (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha desvalorização de 0,43% na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), a 18,60 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco subia 0,04%, a US$ 553,00 a tonelada.
O mercado acompanhava as oscilações do financeiro nesta tarde. O petróleo tinha queda com desaceleração da atividade econômica na China, o maior importador de petróleo do mundo, o que reavivou as preocupações com a demanda.
Além disso, há ajustes técnicos ante a alta na última sexta-feira, o que fez com que os preços se aproximassem dos 19 cents/lb. Nos fundamentos, o mercado ainda está de olho no Centro-Sul do Brasil e as safras asiáticas.
Apesar das boas expectativas com a próxima temporada, que começará em abril de 2023, já que chuvas acima da média têm sido registradas, o mercado está preocupado com a colheita e a moagem do final da safra 2022/23 no Brasil.
Por outro lado, a Índia fechou a safra 2021/22 com produção do adoçante de 39,4 milhões de toneladas de açúcar, um aumento de cerca de 17% ante o ciclo 2020/21), segundo dados do Ministério do Consumidor, Alimentação e Distribuição Pública.
Já a Comissão Europeia divulgou nesta semana que a produção de açúcar da União Europeia deve cair 6,9% na temporada 2022/23 com seca, para 15,5 milhões de toneladas.
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