Açúcar sobe nesta 4ª com petróleo e se recupera de mínimas de mais de 5 meses
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Os futuros do açúcar tinham alta expressiva nesta tarde de quarta-feira (12) nas bolsas de Nova York e Londres. O mercado tem suporte importante do petróleo no dia, estendendo os ganhos da véspera, e se recupera de mínimas de cinco meses e meio.
Por volta das 12h36 (horário de Brasília), o açúcar bruto tinha valorização de 1,21%, negociado a US$ 18,33 c/lb na Bolsa de Nova York. Já no terminal de Londres, o primeiro vencimento saltava 2,10%, negociado a US$ 500,10 a tonelada.
Os preços do açúcar voltam a subir nesta quarta depois de caírem aos níveis mais baixos nos últimos dias depois de baixas seguidas acompanhando as expectativas positivas com a safra da Índia e a nova temporada no Brasil.
O suporte nesta tarde vem do petróleo, que salta cerca de 1%. "Os preços do Brent se recuperaram para níveis pré-ômicron, e isso pode elevar os preços do etanol", disse o Rabobank em nota no dia sobre o mercado sucroenergético.
As oscilações do petróleo são importantes para as usinas do Brasil, pois definem o mix que cada uma adotará na safra.
Ainda no financeiro, o mercado do adoçante também acompanhava mais um dia de queda do dólar sobre o real. Uma moeda estrangeira mais desvalorizada tende a desencorajar as exportações, dando suporte para os preços externos do adoçante.
No internacional, há novos dados sobre a demanda, apesar de pouca repercussão aos preços.
A consultoria CovrigAnalytics disse que as importações de açúcar pela China, um dos maiores compradores do mundo, cairão acentuadamente abaixo dos níveis do ano passado, à medida que os preços chineses caem e o frete marítimo continua caro.
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