Soja tem leve recuo em Chicago nesta 2ª, apesar de mercados em alerta com ataques entre Irã e Israel
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O mercado internacional da soja abriu a semana operando em campo negativo na Bolsa de Chicago. Nesta segunda-feira (8), por volra de 7h30 (horário de Brasília), as cotações perdiam de 2,25 a 3,75 pontos, levando o julho a US$ 11,17 e o agosto a US$ 11,22 por bushel.
Os principais contratos futuros da oleaginosa registram perdas moderadas, dando continuidade ao movimento de correção visto no encerramento da semana passada.
A pressão sobre as cotações vem, principalmente, do avanço acelerado do plantio da safra nova nos Estados Unidos e de condições climáticas amplamente favoráveis no Meio-Oeste americano, o que eleva a expectativa de uma grande oferta. De outro modo, nesta segunda, as altas renovadas do petróleo - de mais de 4% no brent e no WTI, dão espaço para pequenos ganhos também do dóleo de soja, dando algum suporte ao grão.
Irã e Israel trocaram ataques nas últimas horas e cenário volta a afastar a possibilidade de um acordo entre Teerã e Washington. O presidente americano Donald Trump afirmou que os países têm de parar os ataques imediatamente, enquanto uma nova escalada das tensões se desenha, deixando os mercados nervosos e na defensiva.
Ainda nesta manhã de segunda-feira, ouro, prata e o dólar index voltam a cair e os movimentos também estão no radar dos traders.
Em Chicago, além da soja em grão, cai também o farelo nesta manhã de segunda-feira, e o movimento - frente aos ganhos do óleo - mantém o grão lateralizado, porém, com o mercado em alerta.
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