Soja segue caminhando de lado em Chicago nesta 2ª, e precisa de novidades
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Os futuros da soja negociados na Bolsa de Chicago continuam caminhando de lado na tarde desta segunda-feira (24), mantendo a lateralidade e as oscilações tímidas. Os principais contratos, por volta de 13h55 (horário de Brasília), recuavam de 1,50 a 2,75 pontos, com o janeiro ainda atuando na casa dos US$ 11,23 e o maio com US$ 11,40 por bushel.
"O mercado vai digerindo essa coisa de China, que comprou até agora 52 barcos, o que vai dar cerca de 3,3 milhões, e daqui para frente os volumes deverão ser destinados às reservas. E o mercado chinês está zero emoções, considerando que há muita soja por lá, muito farelo, esmagamento lá em cima, e as margens do chinês estão ruins", explica o analista do complexo soja, Eduardo Vanin.
O mercado segue precisando, mais uma vez, de novas notícias para mostrar um desempenho mais intenso. Os traders já conhecem os fundamentos, seguem monitorando a demanda chinesa e o comportamento do mercado financeiro e do cenário político, ambos ainda influenciando muito as commodities de uma forma geral.
Pesam ainda sobre os preços da soja em grão a queda do trigo, que hoje passa de mais de 1% entre os principais vencimentos.
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