Soja tem manhã de estabilidade em Chicago nesta 3ª feira, mas mantém foco em cenário conhecido
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A manhã desta terça-feira (11) é de estabilidade para os preços da soja na Bolsa de Chicago. O mercado não se depara com grandes novidades, em especial entre os fundamentos por agora, e caminham com certa cautela nesta semana, apesar das boas altas registradas na sessão anterior. Por volta de 7h05 (horário de Brasília), as cotações recuavam um ponto nos principais vencimentos.
Assim, o janeiro vinha sendo cotado a US$ 11,29 e o maio a US$ 11,48 por bushel. Ainda nesta terça, na CBOT, os futuros do óleo de soja também subia, com ganhos de quase 0,8%, enquanto o farelo cedia mais de 0,5%.
As diretrizes para os traders são ainda as mesmas. O comportamento da demanda chinesa - seja nos EUA, seja no Brasil -, a competitividade das origens e o clima no Brasil para o desenvolvimento da nova safra. As condições têm sido adversas em pontos importantes de produção, porém, ainda sendo cedo para a identificação de uma quebra. No entanto, as atenções estão redobradas.
A Aprosoja Mato Grosso já enviou um alerta ao Ministério da Agricultura informando que o estado já sofre com o estresse hídrico e que sua safra não deverá alcançar o potencial todo que vinha sendo esperado. Há relatos de replantio em áreas não só de Mato Grosso, mas também no Paraná e o Matopiba.
Em paralelo, o mercado também se prepara para, no dia 14 de novembro, receber o novo boletim mensal de oferta e demanda do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), depois de semanas do que se trata do mais longo shutdown do governo norte-americano.
Veja como fechou o mercado nesta segunda-feira:
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