Soja volta a subir em Chicago na tarde desta 6ª feira, apoiada no farelo e nas relações China-EUA
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O mercado da soja voltou a subir na Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (31), mantendo a volatilidade intensa reegistrada ao longo de toda a semana. Os ganhos são tímidos se comparados aos registrados nos últimos dias, porém, os preços passam para o campo positivo da tabela, depois de iniciar o dia trabalhando com estabilidade.
Assim, por volta de 14h15 (horário de Brasília), as cotações subiam de 3,75 a 5,75 pontos nos principais vencimentos, levando o janeiro a US$ 11,11 e o maio a US$ 11,30 por bushel. Mais uma vez, os futuros do grão acompanham o avanço do farelo, que também voltou a subir - com mais de 2% de altas -, além de ainda serem sustentados pelas boas perpectivas sobre as relações entre China e Estados Unidos ao redor do comércio da soja.
O mercado permanece bastante cauteloso. Os últimos dias foram de uma série de novas informações sobre a demanda da China nos EUA por soja, porém, os traders esperam por confirmações. Ainda nesta semana, foi confirmada a compra de um pequeno volume de 180 mil toneladas de soja norte-americana pela estatal chinesa COFCO, o que trouxe um sinal positivo para o mercado, mas ainda "insuficiente" para deixar claro o ambiente em que os novos negócios vão continuar acontecendo.
Além das questões ligadas às relações sino-americanas, as atenções estão também sobre o andamento da nova safra do Brasil. O clima tende a melhorar nos próximos dias, com a regularidade das chuvas voltando a se apresentar, principalmente, neste início de fevereiro, nas principais regiões produtoras.
As previsões mostram as chuvas se espalhando por todo o Brasil nos próximos dias, melhorando as condições para os trabalhos de campo e desenvolvimento da safra 2025/26.
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