Soja tem estabilidade em Chicago nesta 6ª feira, após intensa semana de notícias e movimentações
![]()
Após uma semana intensa de movimentações, a soja trabalha com estabilidade na Bolsa de Chicago no pregão desta sexta-feira (31). Por volta de 7h15 (horário de Brasília), as cotações recuavam entre 0,25 e 1,50 ponto, operando bem próximo da estabilidade. Ainda assim, os preços seguiam acima dos US$ 11,00 por bushel, com o janeiro valendo US$ 11,06 e o maio, US$ 11,25 por bushel.
O mercado permanece bastante cauteloso. Os últimos dias foram de uma série de novas informações sobre a demanda da China nos EUA por soja, porém, os traders esperam por confirmações. Ainda nesta semana, foi confirmada a compra de um pequeno volume de 180 mil toneladas de soja norte-americana pela estatal chinesa COFCO, o que trouxe um sinal positivo para o mercado, mas ainda "insuficiente" para deixar claro o ambiente em que os novos negócios vão continuar acontecendo.
Além das questões ligadas às relações sino-americanas, as atenções estão também sobre o andamento da nova safra do Brasil. O clima tende a melhorar nos próximos dias, com a regularidade das chuvas voltando a se apresentar, principalmente, neste início de fevereiro, nas principais regiões produtoras.
Do mesmo modo, a movimentação dos derivados de soja na CBOT e mais cenários do mercado financeiro, bem como a comercialização da soja no Brasil também estão sendo monitoradas de perto e com atenção pelos traders.
Veja como fechou o mercado nesta quinta-feira:
0 comentário
Soja dispara em Chicago com safra dos EUA em alerta, mas negócios ainda são lentos no Brasil
Soja dispara em Chicago e fecha 4ª feira com mais de 1% de alta com chuvas nos EUA e dados do Pro Farmer
Hedgepoint estima safra de soja 26/27 em 181,7 mi t, quase estável ante 25/26
Soja dispara em Chicago nesta 4ª, com clima nos EUA, Pro Farmer e força dos derivados e do petróleo
Soja fecha acima dos US$ 12 em Chicago após realizar lucros, mas clima nos EUA e demanda da China seguem no radar
China acelera compras de soja nos EUA, mas mercado se questiona sobre cumprimento das 25 mi de t