Com acordo firmado entre China e EUA, soja sobe mais de 1% em Chicago nesta 2ª feira
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O mercado da soja na Bolsa de Chicago repercute fortemente o acordo anunciado pela China com os EUA em torno das terras raras e outros temas sensíveis entre as duas nações, trabalhando com ganhos de mais de 1% na manhã desta segunda-feira (27). Por volta de 7h (horário de Brasília), as cotações subiam de 13,75 a 16,50 pontos nos principais contratos, levando o janeiro a US$ 10,77 e o maio a US$ 10,99 por bushel.
Os preços sobem diante do otimismo frente às negociações entre Donald Trump e Xi Jinping nos próximos dias, e apesar de a soja ainda não aparecer no acordo de forma efetiva. Todavia, o Secretário do Tesouro dos EUA, Scot Bessent, as negociações que acontecem entre as duas maiores economias do mundo paralelamente à Cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) eliminaram a ameaça das tarifas de 100% impostas por Trump sobre as importações chinesas a partir de 1º de novembro.
Os dois presidentes se encontrarão em Gyeongju, Coreia do Sul, na quinta-feira (30), durante a cúpula da Cooperação Econômica Ásia-Pacífico (Apec).
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Não sobem somente os futuros da soja em grão, mas também milho e trigo vão na carona e testam bons ganhos, do mesmo modo em que avançam também os futuros do algodão negociados na Bolsa de Nova York. Do mesmo modo, as ações na China testaram suas máximas em 10 anos diante do otimismo em torno das negociações.
Além das questões sino-americanas, o mercado também segue atento ao desenvolvimento da nova safra do Brasil. O plantio avança, porém, com o clima preocupando em algumas regiões, sinalizando a necessidade do replantio em algumas áreas e também exigindo monitoramento das condições do tempo por aqui.
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