Soja segue lateralizada em Chicago nesta tarde de 4ª feira, mas passa para o campo positivo da tabela
![]()
O mercado da soja segue caminhando lateralmente na Bolsa de Chicago, porém, passando para o lado positivo da tabela. Por volta de 13h (horário de Brasília), as cotações subiam de 1,25 a 1,75 ponto nos principais vencimentos. Assim, o novembro tinha US$ 10,51 e o março, US$ 10,86 por bushel.
Mais uma vez os traders encaram um momento de falta de novidades. A nova safra dos EUA já tem seu potencial conhecido - embora agosto seja um período crítico para a conclusão das lavouras e o clima os mantenha em alerta - a demanda da China ainda não atua no mercado norte-americano, e o cenários econômico e geopolítico são confusos e nebulosos.
O que tem promovido movimentações mais intensas nas cotações do grão são os derivados de soja. Os futuros do óleo têm estado pressionados nesta semana, o que contribui para o recuo da matéria-prima, porém, o farelo tem trazido certo suporte.
No Brasil, a semana tem sido de novos negócios - embora em um ritmo mais contido do que na anteriores - com a motivação vinda, principalmente, dos prêmios ainda muito elevados. Os prêmios até apresentam certa acomodação, no entanto, ainda formam bons preços, em especial para a soja disponível, tanto nos portos, quanto no interior do país.
0 comentário
Colheita de soja gaúcha avança para 85% da área cultivada com tempo seco, diz Emater
Preços da soja acumulam até R$ 5/sc de queda no Brasil com baixas fortes em Chicago e dólar fraco
Exportação de soja brasileira quebra recorde de 5 anos em abril, diz Secex
Soja intensifica baixas em Chicago com pressão do óleo e julho já perde os US$ 11,90
Soja ainda recua em Chicago nesta 5ª feira, acompanhando derivados e petróleo
Famato: El Niño poderá influenciar projeção da safra 2026/27 de soja em Mato Grosso