Soja dá sequência às altas em Chicago nesta 4ª, ainda refletindo últimos números do USDA
![]()
Nesta manhã de quarta-feira (13), os preços da soja continuam subindo na Bolsa de Chicago e, embora com ganhos mais tímidos, dão sequência às altas fortes da sessão anterior. O mercado permanece sustentado pelos últimos números trazidos ontem pelo USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), os quais apontaram produtividade, produção e estoques finais 2025/26 menores no país.
Leia mais:
+ USDA surpreende com safra de milho superior a 425 milhões de t e ao reduzir oferta de soja
Assim, por volta de 6h55 (horário de Brasília), as cotações subiam de 7 a 7,75 pontos, levando o setembro de volta aos US$ 10,20 e o novembro a US$ 10,40 por bushel. Ainda na manhã de hoje sobem também os futuros de farelo e óleo de soja na CBOT.
Os ganhos são muito bem-vindos ao mercado futuro norte-americano neste momento, já que vinha bastante pressionado ainda pelas perspectivas de uma safra maior nos Estados Unidos, ao passo em que sente também a ausência das compras da China. No entanto, nesta semana, os traders se agitaram com a de declaração do presidente Donald Trump, no último domingo (11), de que esperaria que a China quadruplicasse suas aquisições de soja nos EUA, porém, ainda sem um acordo firmado entre os dois países para produtos agrícolas.
A demanda chinesa permanece concentrada no Brasil, o que mantém os prêmios elevados por aqui, garantindo bons preços e oportunidades de negócios, em especial para o produto disponível.
Veja como fechou o mercado nesta terça-feira:
0 comentário
Soja opera em leve alta na Bolsa de Chicago nesta 5ª com suporte do farelo e atenção ao clima nos EUA
Preços da soja caem em Chicago, mas alta do dólar mantém equilíbrio no mercado brasileiro
Soja busca sustentação em Chicago nesta 4ª, com suporte do farelo, de olho no clima e no cenário externo
Soja em Chicago e dólar sobem nesta 3ª feira, mas preços no BR ainda são limitados por alta disponibilidade
Imea estima safra de soja 26/27 de Mato Grosso 5,2% menor do que a anterior com El Niño no radar
Anec faz leve redução na previsão de embarques de soja do Brasil em junho